Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e
E após a vida tirar-me aquilo que era mais importante, eis o que restou de mim:
um mísero vagalume, forçado a viver numa imensurável casca repleta de vazio
Agora entendi o porquê de a vida ter se tornado um peso para mim, e em como participar de uma vida que não quero viver. Eu morri aos 16, e quando ressuscitei aos 19, as únicas boas novas que encontrei foram palavras ardilosas, proclamando-me nada mais que culpa. Mas eu já tinha morrido aos 9, quando quem me mantinha neste mundo se fora. Quando meu propósito se esvaeceu e quando minha alma se fragmentou que, em uma ação desesperada, segurou meu cadáver, com medo de perder o que lhe protegia.
Agora arrasto as correntes gélidas desse pesar, com o único objetivo de redenção à vida: alimento vermes com minha carne. Ora, que alma boba e tola. Seria o mesmo que uma árvore dar um machado a um lenhador e, após sua decadência, abraçá-lo, dando-lhe conforto e dizendo-lhe que não foi sua culpa — mas que, ainda assim, ele queimaria a lenha para suas próprias vontades.
Sou instável, em busca de uma redenção confusa e incerta, e muito provavelmente inalcançável. Busco um futuro não palpável, pois o presente já não se torna um presente para minha alma.
Teve um momento na vida que parei de mim importa com o que passa na cabeça dos outros e passei a priorizar o que acontece em minha vida, pois a imaginação dos outros não é real como minhas lutas e minhas guerras diárias.
De que tempo falo
Falo de um tempo sem data,
e dele me reinvento.
Do que hoje verso em mim já houve.
Foi o melhor que colhi e ainda planto,
o que amanhã é passado.
Assim semeio:
O que é ausência e o que reparto
...Há entre mim e o tempo, uma refazença.
Uma compreensão de que quimera serei,
Um tão só colhedor de caminhos...
"...Trago em mim um desoculto apreço de desejar-te,
Mesmo quando me falta teu lábio tecido na palavra.
Insisto em desapressar o tempo e a esculpir tua memória..."
به نام خداوند مهربان مهربان"Uma Súplica pela Paz"
Disseste para mim que terias um projeto de paz á humanidade,que abominava o terrorismo e á aflição,que abateria o orgulho dos violentos e condenarias ás guerras.
Anunciaste á paz á todos os cantos,por envio de seus Profetas,na finalidade de reunir os homens de toda raça e estirpe,numa única conjunção familiar.
Escuta meu grito Senhor,um grito unânime de toda sua criação.
Minhas súplicas estão cheias de tristezas de todo humano,jamais a guerra, espiral de luto e de violência;
ameaça para as tuas criaturas,
no céu, na terra e no mar.
Òh Misericordioso,Supremo e Benevolente
toca os corações dos responsáveis dos destinos dos povos,á cessar á lógica de represálias e da vingança.
Indique Senhor novas soluções,instrua-os á generosidade e respeito,para que tragam espaços de diálogo e de paciencia.
Tú podes Majestoso,se quiser dar um basta em tudo isso,e nos proporcionar tempos de paz.
Não vos peço pela Síria,Palestina,ou por país algum,eu vos clamo pelo povo de Abraão,pelo povo de Ismaél,pelos filhos de Davi,pelo povo de Issa(jesus),pelo povo de Muhammad,eu vos clamo por Tí óh Magnifico que é o único criador de todos esses povos,eu vos clamo por mim que sou parte desta vossa criação,eu vos clamo pelo sangue que escorre,eu vos clamo,eu vos clamo,eu vos clamo...
Deus..,Deus...Deus...Atenda as minhas rogativas,que se cumpram ás profecias,mais alivie aos créditos nos bancos dos réus,e que os homens de bem não tenham que esperar para encontrar á vitória somente nas portas dos céus.
Um dia Deus tirou de mim quem eu mais amava e eu que sempre fui resiliente, não consegui fazer daquele limão uma limonada.
"Ah! Se Deus me ouvisse e mandasse pra mim
Aquela(e) que eu amo e um dia partiu
Deixando a tristeza junto de mim
Ah! Voltaria pra mim toda a felicidade
Sairia do peito a dor da saudade
Renascia uma vida a caminho do fim
Ah! Eu lhe peço, Senhor
Ah! Traz de volta esse amor
Senhor, está perto o meu fim
Eu lhe peço, meu Deus
Tenha pena de mim." (Para mi hijo)
Música de Chitãozinho e Chororó
Gostaria que as coisas para mim acontecessem de forma mais fácil, mais tranquila. Mas sempre foi uma batalha, uma luta, uma guerra com muitas dificuldades para conquistar e manter qualquer coisa.
Para uns,
escrever é um suplício.
Para mim,
escrever é um alívio.
Através da escrita,
expurgo tudo o que
há dentro de mim...
através das palavras,
revelo minha alma,
acalmo minha mente
e me entrego completamente.
Tenho tantas coisas
guardadas em mim!
Às vezes sufoco
e, de repente,
olho para os lados
e acho um ponto de fuga:
A ESCRITA.
Deságua
Sou rio, mas não mando em mim.
Nasço tímido entre pedras,
um fio d’água sem dono.
Aprendo cedo a correr,
a buscar o mar sem perguntar.
As pedras me ensinam desvios.
As margens me lembram limites.
Aceito ser água que passa,
que abraça, que perde e que segue.
Se um dia seco, o barro me guarda.
Se transbordo, o mundo me teme.
Mas a vida não me espera—
ela deságua mesmo quando eu já não estou.
Sou um amontoado de pedaços, onde moram partes que não nasceram em mim e hoje florescem em um corpo que é, de algum modo, meu. Tenho um pouco de todos e todos têm um pouco de mim, vejo-me espalhado.
Esse eu sem nome, essa parte que nasceu em mim e agora habita em outro corpo, ainda sou eu. Desgasto-me com velocidade absurda, meus fragmentos se espalham por toda parte. Sinto-me completo somente quando estou disperso.
Como um galho arrancado da árvore e plantado em nova terra. Como a árvore que viaja através de suas sementes, eu vivo nas entranhas alheias.
Assim, quem busca a perfeição humana se perderá, pois não há encaixes perfeitos em pedaços distintos.
Gêmeos
"Há algo em mim que não é meu.
Há um fôlego que continua a me oxigenar mesmo depois que meu corpo se rendeu.
Há uma força que impulsiona quando as minhas pernas já não se movem.
Há uma bondade que compartilho que essencialmente não é minha.
Quando escrevo, não sou um, mas dois.
O que dita e o que redige.
O que é, e o que gostaria de ser.
Eu e você.
Sou o religioso e você a espiritual.
Eu lagarteio, enquanto você borboleteia.
Faço poesia pela minha incapacidade, de como você,
viver poeticamente.
Temos o mesmo DNA, os mesmos dias de vida
ainda assim você é muito maior do que eu.
Dividimos apenas o ventre não os predicados.
Minha esperança é, que ser você seja inevitável também para mim.
Ao vê-la percebo tudo no que posso me tornar.
Somos o Já e o Ainda Não.
Como semente que possui em si todo potencial de uma bela e frutífera árvore,
mas ainda não é arvore.
Você é arvore, você é já, eu... ainda não.
Jardim Gonçalense
“Quando sai do quintal de mim,
descobri um jardim de margaridas.
Lugar onde a brisa mansa toca às flores
das flores com a mesma suavidade que
toca meu peito.
Seu cheiro suave e suas pétalas alargadas
de bem-me-quer, me seduziram.
Foi lá que notei que as tais margaridas,
para serem assim, tinham varias flores dentro de si.
Nessa inflorescência percebi
que minha única flor
continha todo meu jardim.
Adeus em Versos
Parto agora, deixando um pedaço,
Um rastro de mim no espaço.
Levo no peito cada memória,
Cicatrizes, risos e a nossa história.
Não há rancor, apenas o tempo,
Que nos afasta como o vento.
Nosso laço, embora profundo,
Agora pertence a outro mundo.
Os dias vividos não são em vão,
São estrelas que brilham na imensidão.
Carregue-as contigo, se precisar,
E nelas me veja, se desejar.
O adeus não é o fim de tudo,
É apenas silêncio em meio ao estudo.
E quem sabe um dia, em outro lugar,
Nos encontramos, sem precisar chorar.
Vácuo
Eis que caminho no vácuo do esquecimento,
Em mim próprio, não, passo de um tormento,
que no mundo anda, num perigoso vento.
Que contra mim sopra, no sempre tempo.
Este vento, sou eu, isso sei eu sempre muito.
Eu próprio, sou meu grande inimigo, sim,
Esse é meu primeiro, e grande intuito!
Mas sou eu pois no meu ser, enfim!
Mas oh triste realidade d'alma minha!
Quem me livrará de morte esta que me mina?
Então do norte vem um vento, sobre mim.
Este vento, me dá um abraço tão forte,
que sinto vida em vez da dita e forte morte.
Pois ele de mim me liberta, e me dá vida, sim!
Por um lado aí de mim se não anúncio o evangelho! Mas também aí de mim se anúncio o evangelho. Mas nesta última afirmação vale a pena sofrer por amor do Senhor. Anunciar o evangelho exige que morramos também cada dia da nossa vida com Jesus Cristo!
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