Ferreira de castro

Cerca de 126200 frases e pensamentos para a busca por Ferreira de castro;

Não precisa ser vulgar pra despertar desejo.
Não precisa ser grosseiro pra impor respeito.
Não precisa ser fanático pra ter fé.
Não precisa ser ingênuo pra ser bondoso.
Não precisa ser arrogante pra ser sincero.
Não precisa ser falso pra ser aceito.
Não precisa ser babaca pra ser engraçado.
Não precisa de nada disso, gente. Nada disso.

E quantas vezes você achou que não fosse aguentar e aguentou.
E quantas vezes você achou que não saberia viver sem e se acostumou.
E quantas vezes você achou que não fosse acontecer e aconteceu.
E quantas vezes você achou que ia perder e ganhou.
E quantas vezes você achou, achou, achou...

Mais um dia se inicia. E aproveito pra te perguntar:
Quanto você tem no bolso, meu amigo?
Será que tem o suficiente pra pagar o preço de ser você hoje?

Aliás, antes de mais nada, responda pra si mesmo: qual o seu preço? Qual o seu valor? Você é do tipo promoção, preço em conta, caro ou caríssimo? Até que ponto você não abre mão dos seus ideais, não se deixa levar pelo espírito de manada e não se acovarda diante de intimidações pra defender aquilo que acredita ou manifestar amor por aquilo que gosta?

Ou você é de graça? Que se vende por qualquer coisa (seja por pressão, por vergonha, por desejo de aceitação, por medo ou para agradar o próximo)? Sabe como, né... igual camaleão: que fica azul se o colocam no azul ou amarelo se o colocam no amarelo. Bem, se for esse o seu caso, pode parar de ler aqui. Não me leve a mal, não quero parecer rude. Mas não é com você que eu estou falando.

Quero trocar uma ideia com aqueles que tem valor. E que por consequência pagam um preço todos os dias por isso.

E aí, quanto te custa ser você? A mim custa caríssimo.
Então volto a fazer a pergunta inicial: o que você carrega no bolso todos os dias é suficiente pra pagar o teu preço? Você está bem abastecido de amor próprio, autoconfiança, sabedoria e humildade? É preciso humildade sim, meu amigo! Sobretudo pra reconhecer uma falha, uma ideia errada, um ato ou sentimento injusto. Não confunda as coisas: o fato de você ser firme em seus ideais não significa que tenha que ser inflexível ou mente fechada para o resto do mundo. Autenticidade não é sinônimo de intolerância. Nem de burrice.

Encha os bolsos, companheiro. Pague o seu preço.
O mundo está vendido demais. As pessoas se vendem a troco de qualquer coisa.

Seja raro. Seja caro

A pessoa é tão julgadora que, no jogo dos 7 erros ela consegue achar 12.

Foi então que recebemos dois mandamentos iniciais, que acabam sendo a base de todos os outros: Ame Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. A incapacidade de cumpri-los só atesta do que somos feitos: um amor-próprio doentio, que nos impede de ter ações desinteressadas. Fruto do pecado. Nenhum movimento seu e meu é feito sem que haja uma busca por prazer. Mesmo aqueles que se autopunem. Quem disse que não existe prazer na sofrência não é ou não conhece um melancólico.

É essa natureza egocêntrica que nos impulsiona a ignorar a existência de Deus no dia a dia (ou apenas se lembrar em momentos de extrema necessidade). E é esse pecado que nos faz encher as mãos de pedras e ter prazer em apedrejar o próximo, quase como um hobby. O que chama atenção não é apenas a crueldade nos atos e palavras, mas a atitude de se achar em condições de bombardear o outro, ignorando as próprias falhas.

Amor? O ser humano ama sim. Ama odiar. Seja um parente, um concorrente, um personagem ou um participante de reality show. Em nossas confortáveis cadeiras de juizes, verbalizamos impressões pessoais e soltamos vereditos. E na nossa constituição não existem palavras como recomeço, perdão, empatia, arrependimento, mudança. Mas existe um conceito tendencioso de “justiça”.

Seria muito inocente achar que os valores mudaram e hoje nos tornamos piores que ontem. Sempre fomos. O mundo dá voltas sim... em círculos. Não tem como ignorar os coros de “crucifica-o” dos dias atuais. A internet apenas nos colocou em um palanque.

Maldita serpente. Ficamos cegos. Ficamos secos. Perdemos o rumo da verdadeira felicidade. Vagueamos em busca de prazer e nunca estamos satisfeitos. Nada satisfaz. Nada preenche por completo. Vivemos de paleativos. Não conseguimos mais, por conta própria, enxergar A Fonte. Estamos nos afogando em nós mesmos.

Uma vida inteira de teorias não me fizeram mudar. Cinco minutos de realidade me viraram do avesso.

Em ti, Sapekinha, meu amor se aninha,
Por tua alegria, que em mim faz ninho.
Um coração bondoso, que irradia luz,
És a melodia que a minha alma conduz.


Teu sorriso acende o sol em meu dia,
Tua bondade me guia, me enche de magia.
Em cada gesto teu, vejo a pureza,
Um amor que encanta, que afasta a tristeza.


Admiro a leveza do teu ser,
A forma sublime do teu viver.
És a alegria que a vida me deu,
O coração que escolheu o meu.


Por tua bondade, por teu riso solto,
Meu amor por ti é um canto devoto.
Em cada batida, em cada respirar,
É a ti, meu amor, que eu quero amar.

“Entre idas e vindas, aqui permaneço — porque preservar minha essência, mesmo sob o fardo de processos árduos, é virtude que não abdico.”

Não deixa eu te esquecer, pois não quero perder o que sinto por você!

Em teu olhar, a tela se revela,
Sapekinha amada, minha doce aquarela.
Nosso amor, um quadro de emoções,
Pintado com beijos e fortes canções.


Cada toque teu, uma cor que se espalha,
No meu coração, uma chama que trabalha.
Teu sorriso, o sol que ilumina meu ser,
A inspiração que me faz renascer.


Nosso abraço, um traço de união,
Que define os contornos da paixão.
Em cada detalhe, a arte de amar,
Um universo a dois, para contemplar.


Que esta tela, com o tempo, ganhe mais vida,
Com novas paisagens, em cada partida.
Tu és a artista que me faz sonhar,
Meu amor eterno, meu eterno pintar.

“É preciso haver limites para as criança”. Sempre ouvi isso com a esperança de que também haja limites para outras criaturas.

Meu país

Não o vistam de altar,
pois o sagrado não precisa de muros.
O vazio é vasto —
cabe a fé de cada um,
sem que se torne prisão de muitos.

Não o vistam de quartel,
pois a ordem não precisa de correntes.
O vazio é vasto —
cabe a voz de cada um,
sem que se torne grito de comando.

Não o vistam de cerca,
pois a terra não precisa de invasores.
O vazio é vasto —
cabe o chão de cada um,
sem que se torne espólio de guerra.

Quero-te livre de ti e de mim. Quero-me livre de mim e de ti. Queiramo-nos cúmplices de nós.⁠

Manifesto dos Colarinhos

Sem o varejo da esquina, os colarinhos não brilhariam.
Precisam do primo pobre sujando as mãos,
exposto, caçado, condenado...

Enquanto isso, lá em cima,
os colarinhos se banham em alvejante.
- Brancos.
- Engomados.
-Respeitáveis.

Mas o brilho deles não é pureza —
é o reflexo da miséria de quem sustenta a base.

Que dó do primo pobre...
Nunca mais irá para a esquina,
incansavelmente esperando a carta do judiciário.

O amor, que chega manso, qual brisa a soprar,
Em nós encontrou lar, e não quer mais sair do lugar.
É chama que aquece, é luz que ilumina,
A mais bela canção, que a alma ensina.


Em teus olhos, o amor se revela,
Uma história sem fim, pura e singela.
É o toque que acalma, o abraço que entende,
A força que une, e que nunca se rende.


O amor é o riso que ecoa no ar,
É o desejo profundo de sempre te amar.
É a certeza serena, o eterno querer,
O amor em nós vive, para sempre florescer.

O período da História Antiga é o berço onde o homem, ainda entre deuses e mitos, começou a esculpir em pedra, palavra e sangue o sentido de ser humano.

Em ti, meu amor, um templo se revela,
Onde a beleza reside, pura e singela.
Teu corpo, Sapekinha, obra prima divina,
Esculpido em encantos, que a alma fascina.


Cada curva, um traço de arte sem igual,
Um convite ao toque, um desejo imortal.
Na suavidade da pele, o calor que me aquece,
No contorno do corpo, o amor que floresce.


Teus olhos brilham, mas teu corpo irradia,
Uma luz própria, que me guia.
Sou o admirador humilde, que em ti encontra,
A mais pura poesia, que o coração aponta.


Que a minha admiração seja eterna,
Por essa beleza que me acende, serena.
Teu corpo, meu amor, é a canção que eu canto,
O meu mais belo verso, em cada encanto.

Quando o dia finda, e a mente se esvai,
Em névoa de cansaço, onde a força cai,
Em ti encontro abrigo, um porto de paz,
Meu amor, meu refúgio, que o peso desfaz.


Não exijas de ti, o brilho constante,
Permita que o descanso seja o teu amante.
Meu ombro é teu travesseiro, meu abraço, teu lar,
Onde a alma cansada pode repousar.


Em teu silêncio, escuto a tua voz,
A essência que amo, mais forte que nós.
Cuidarei do teu ser, com ternura e fervor,
Até que a luz retorne, com todo o seu fulgor.


Nosso amor é a força que nos faz seguir,
A calma que acalma, o dom de existir.
E mesmo no cansaço, que a vida nos traz,
Meu amor por você, sempre, sempre me satisfaz.

A Fé...

Círio de Nazaré chegando,
os pescadores vão logo se ajoelhando,
orando, pedindo com fé,
que da maré ao oceano
não falte gente votando.

De tanto orar,
meu primo Zé
esqueceu de como pescar...

Mas para que se preocupar?
Meu voto está "seguro",
pois tenho minha "defesa".

Com isso, não vai faltar
comida em vossa mesa.

Pode pisar em terras diferentes, vestir-se de um bom casaco de pele mesmo que isso leve a óbito seu dono, tentas impressionar até o teu reflexo em um espelho estático.

“Mas ainda sim... o bode de terno continua sendo um bode...”