Andre guide

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Colibri Dourado

Colibri Dourado 




Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.




Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.

Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,

Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.




Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,

Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.

Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,

Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.




Não fugiste. Não te encolheste.

Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,

E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,

Num pacto ancestral com o temporal.




Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,

A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,

A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.




Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,

Mas aquele que se torna um com ela,

Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,

E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.




Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,

Tu és filha do sol e da nuvem pesada.

Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.

Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.

Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...




E assim, sempre que a chuva descer,

Eu me lembrarei de ti.

E em vez de buscar um teto,

Estenderei meus braços para o céu,

E simplesmente dançarei.

Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.

Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.
Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,
Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.

Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,
Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.
Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,
Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.

Não fugiste. Não te encolheste.
Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,
E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,
Num pacto ancestral com o temporal.

Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,
A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,
A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.

Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,
Mas aquele que se torna um com ela,
Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,
E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.

Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,
Tu és filha do sol e da nuvem pesada.
Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.
Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.
Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...

E assim, sempre que a chuva descer,
Eu me lembrarei de ti.
E em vez de buscar um teto,
Estenderei meus braços para o céu,
E simplesmente dançarei.

Soneto do jardim

Você levou a melhor parte de mim

Por outro lado deixou no meu peito

Um belo, grande e lindo jardim

Lugar onde faço do amor meu leito

 

Vejo flores por todos os lados

Porém, em toda rosa há seus espinhos

Por isso, ando com todos os cuidados

Procurando você por todos os caminhos

 

Amo-te mais do que tudo

Sinto sua falta quando não te vejo

Conto os segundos para teu perfume aspirar

 

Infelizmente, na vida há algum contudo

Você é o que mais desejo

Como a mulher para a vida compartilhar

Recomeçar é dar uma nova oportunidade a si mesmo, é renovar as esperanças na vida, criar novas metas, projetar novas conquistas e o mais importa, acreditar que você será capaz de superar todos os obstáculos.

Se em algum momento da vida fui interessante para você, não perca a esperança de sonhar com a possibilidade de sermos felizes para sempre. Amém.

Quero sentir com minhas mãos a maciez do seu rosto, olhar profundamente nos seus olhos e dizer, com todo o meu coração, que te amo.

Quero lembrar do seu sorriso todos os dias e encontrar a essência da felicidade em cada manhã.

A vida não se organiza para que nossos sonhos aconteçam. O mundo não se importa com o que desejamos e, muitas vezes, nem as pessoas à nossa volta se importam.

⁠Hoje acordei e resolvi escrever, o quanto gosto de você, quando eu te ver, vou falar com você pessoalmente, sem parecer estranho, talvez assim a gente se conheça melhor, e eu possa mostrar para você que existo de verdade, gosto de você mais do que tudo no mundo, e, por um milagre, você também gosta de mim da mesma forma, tanto gosto, que tive que arrancar algumas coisas daqui de dentro pra deixar só você. 
Hoje eu quero trazer a lembrança, o seu sorriso, seu jeito de olhar pra mim e dizer: -olha pra mim. 

Minha linda admirada

Você está jovem e bonita, simpática e inteligente.
Não se mostra em seu rosto, o passar de mais um ano.
Como se fosse um só dia, nada em você mudou.
Nem mesmo a alegria, sua face abandonou

Um Feliz Aniversário, te desejo de coração
Que a luz de Jesus Cristo, afaste de ti a escuridão
Que a paz do Salvador, te acalme o coração
E a alegria do senhor, te traga muito prazer
Te encha de entusiasmo, para as barreiras vencer

Como não dá pra esquecer, momentos que pude viver
Ai, que linda namorada, seria você pra mim
Sei que seria somente minha, uma mocinha lindinha
Que ninguém mais poderia ter.

Queria ouvir atentamente, histórias sobre você.
E te abraçar derrepente, sem ninguém saber porquê.
Então me conte o segredo, de um olhar tão inocente.
Que me olha de repente, e me deixa sem reação
Que faz tremer o corpo e me acelera o coração.

E se, mais do que namorada,
Fosse sempre minha amada respeitada pra valer
Sem a qual a vida é nada, não há rumo nem estrada
O sorriso é fachada, sem a qual não queria viver

Ah, se você viesse comigo! Habitar em meu cantinho
E nunca me dizer adeus, com alegria me atento
E seriam seus meus olhos, e os seus seriam meus
E os seus braços, o meu ninho, eu por algo sedento
Seria tu minha vitamina

Diga agora e não depois, se um sorriso aí nasceu
No seu rosto angelical, no interno coração
Minha amiga e companheira, minha fiel escudeira
Que sempre me estende a mão

Ei, por favor me espera.
Quero poder estar com você.
Mas o tempo não coopera.
Muda os planos ao amanhecer.

hoje eu li uma lista.
Meu nome não estava nela.
Coisa bacana, haja vista.
Vícios de uma donzela.

Logo vi que era alusão.
Chocolate, álcool e cafeína.
Coisas da sua rotina.
Mas não do seu coração.

Regime de vício é bom. 
Abstinência causa loucura.
Chocolate ok, é bombom.
Mas talvez seja eu a cura.

Álcool causa dependência.
Cafeína traz energia.
A mais excessiva paixão.
Traz sorriso e alegria.

Quero poder te abraçar.
Aceita meu abraço apertado.
Alguns minutos ali do seu lado.
Sei que vou me alegrar.

Não é hoje um dia qualquer.
A data é de comemoração.
Sei que tu bem-me-quer.
Por isso não se esqueça.
Cê não sai da minha cabeça.
Tampouco do meu coração.
Feliz Dia Da Mulher!

Toda arte é uma revolta contra o destino do homem

A Garota do Balcão
Passei dois anos tentando entender como é perder alguém.
Não perder por briga ou despedida, mas perder por dentro.
Perder a fé no sentimento, perder a crença no amor, perder a certeza de que algo assim pudesse acontecer de novo.
Durante esse tempo, eu realmente acreditei que não encontraria mais ninguém.
Que algumas pessoas atravessam a nossa vida levando consigo tudo o que havia para amar.
Que depois delas, o coração aprende a funcionar… mas não a sentir.
E então, sem qualquer aviso, eu entrei numa loja de acessórios de celular.
É curioso como a vida escolhe cenários simples para grandes recomeços.
Entre películas de vidro, suportes discretos e cabos organizados não por cor, mas por tipo —
como se até ali tudo precisasse fazer sentido —
havia uma garota atrás do balcão.
E o mais estranho de tudo é que a única coisa que realmente nos separa…
é o balcão.
Não foi só o sorriso que chamou atenção.
Foi o conjunto.
O jeito contido.
As tatuagens minimalistas, quase silenciosas, marcadas como pensamentos que não precisam ser explicados.
Detalhes pequenos, mas cheios de intenção — como quem diz muito sem dizer nada.
E então tem o olhar.
Um olhar tão misterioso que desconcerta.
Daqueles que, se sustentado por mais de três segundos,
faz a gente desviar não por timidez,
mas por sentir demais.
Ali eu entendi uma coisa importante:
o amor não avisa quando volta.
Ele reaparece… diferente.
Não veio com urgência, nem com exagero.
Veio como curiosidade.
Como vontade de permanecer um pouco mais.
Como aquela sensação estranha de querer voltar ao mesmo lugar sem precisar de motivo.
A Garota do Balcão não sabe,
mas ela desmentiu uma certeza que eu carreguei por dois anos.
Ela provou que a gente nunca perde a capacidade de se apaixonar —
a gente só esquece como é até alguém lembrar.
Hoje, confesso ao público:
já não tenho mais o que inventar para entrar naquela loja.
Já comprei o que precisava… e o que não precisava também.
Mas continuo voltando.
Talvez isso não seja uma história de amor.
Talvez seja só um capítulo breve.
Ou talvez seja o começo de algo que ainda não tem nome.
Mas uma coisa é certa:
depois de tanto tempo acreditando que o sentimento tinha ficado no passado,
eu me apaixonei de novo.
De um jeito novo.
Mais calmo.
Mais consciente.
Mais verdadeiro.
E tudo isso começou…
E tudo isso começou com um balcão no meio.
Não como obstáculo,
mas como prova de que às vezes o amor não está distante —
só separado por alguns centímetros
e pela coragem de atravessar.

A Lente do Tempo

Dois olhares, um só foco,
Na moldura do que fomos e seremos.
A amizade é esse nó bem dado,
O cais seguro onde sempre batemos.
A distância é estrada, por vezes vil,
Mas a saudade é bússola, é norte.
Quem guarda o outro no peito, no pefil,
Faz do amor sua maior sorte.
Fica a esperança de um novo “clique”,
De um abraço que o tempo não consome.
Pois não há mar ou muro que se estique,
Que apague a luz de quem honra o nome.

Pior que enfrentar os medos é viver com eles para sempre

Senhor, se for preciso que eu me quebre de novo, que seja. Pois é nos estilhaços que descubro o homem que devo me tornar.

`As vezes, o melhor do ser humano esta' na simplicidade.⁠

⁠No cajado da sabedoria, o entender 'e raso, o compreender; profundo. Tal como a relva que alimenta as ovelhas, mas o ruminar, acaba por sacia-las. 

⁠"Quando o crer se tornar uma moda, o ver ficará em segundo plano e tudo será mais possível" 

⁠De fato acreditei que dessa vez tudo terminaria, mas agora percebo as coisas indo para outro patamar; a humanidade esta' a salvo!

⁠"Para muitos a cura está em desconectar um pouco deste mundo, enquanto que para outros tantos a cura pode está justamente em conectar."