"A troca da Roda" Bertolt Brecht

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"Não trago ouro nem prata, mas trago Jesus Cristo", diz Papa, em discurso no Palácio da Guanabara. Mas só o fato de serem gastos R$ 350.000.000,00 com a sua vinda ao Brasil... Dinheiro de cofre público inclusive. Sinceramente, eu teria vergonha se eu fosse católica.

Aprenda a dizer "não" ao que é bom para poder dizer "sim" ao que é melhor. John Maxwell

“E quem diria…
Depois de todos os pesadelos com “Bichos-papões" na infância, hoje temos medo de algo fútil, como a solidão.”

"O Amor engrandece, faz querer viver em função do outro.
Viver para fazer o outro sentir-se Feliz, Amado, Único...".

"Às vezes eu acho que a única coisa que eu mais amo sobre ser um adulto é o direito de comprar doces, quando e onde eu quiser."

Me disseram: "O mundo não gira em torno de você." Respondi: "Ainda bem, porque eu já disse para o mundo não girar, que eu fico tonta..."

Mais um dia se passa, e não disse um "Eu te amo" pra ninguém.
Acordei, respirei fundo, vi os raios de sol da janela do meu quarto.
Vou até o banheiro, lavo o rosto com uma água linda, vejo minha face no espelho. A primeira chance de falar passou por não ver amor.
Então tomo café, em uma mesa farta, de cadeira confortável, escuto lá fora o canto dos pássaros, depois fui até lá ver o motivo de tenta felicidade. no meio a neblina da manhã e do frio, lá estavam eles comendo os restos de comida espalhada pelo chão.
As horas passam... Quantas realidades diversas me foram mostradas em cada passo meu pela rua.
Olho para o céu, e vejo os mesmos pássaros voltando para os seus ninhos, com comidas no seus bicos para seus filhotes.
Volto a mesa de minha casa, e lá já esta meus alimentos, de tudo um pouco, acompanhado dos sorrisos dos meus pais, cansados dos seus trabalhos. É claro que vejo amor nos gestos deles, mas ainda assim perdi mais uma chance de dizer isso para eles.
Vou procurar meus amigos, conversamos, diversos assuntos foram temas de nossas conversas, como a própria família, relacionamentos, e quantas palavras de motivação foram ditas, quantas dúvidas me foram tiradas a respeito. vi amor mais uma vez em uma amizade. Mas não falei.
Agora mais seguro e bem alimentado, vou até minha namorada me sentir amado.
Quantos abraços...quantos beijos...quantos "Eu te amo"?
É a vida te ama de várias formas, e de várias formas ela te diz isso.
Um "Eu te amo" também pode ser um: Um Obrigado, um abraço apertado, um "eu tô com saudades de você, um beijo sem pausa.
Uma coisa eu aprendi, NUNCA É TARDE PRA DIZER "EU TE AMO"!
olhe pra primeira pessoa que estiver a sua frente, ao seu lado, em fim... e diga Eu te amo! Pois Deus está em todas as coisas, e todas as coisas tem amor, porque tem a Deus.

O segredo de uma pessoa intima de Deus não são os "milagres" ou dons espirituais que ela faz ou tem mas sim a sua vida de santidade.

"Onde está seu garoto esta noite?
Eu espero que ele seja um cavalheiro. "
Talvez ele não descubra o que eu sei
Você foi a última coisa boa
"Nós estamos caindo, e caindo um round mais cedo
E querida nós estamos caindo balançando"
"Dance, dance, estamos desabando na metade do tempo
Dance, dance, e essas são as vidas que você amaria conduzir
Dance, é assim que eles amariam
Se eles soubessem como a miséria me amou"
Não é uma cena, é uma maldita corrida armamentista"
Não é uma cena, é uma maldita corrida armamentista"
"Uma noite e mais uma vez
Obrigado pelas memórias
Mesmo que elas não tenham sido tão boas
Ele tem o seu gosto, só que mais doce... "
"Crescendo, crescendo... "

"Estudos mostram que o brasileiro caminha 1.440Km por ano e bebe 86L de cerveja. Ele faz 16,7 Km por litro!"

"Nos momentos de insucesso eu me aguento e não me estresso;
Sacudo esta pressão que quase me põe submerso;
Vou vivendo de cabeça erguida;
Enfrentando os obstáculos vou fintando as armadilhas da vida"

Ao completar 34 anos, parei para refletir sobre a vida e, diante de cada momento vivido, dificuldade, acertos, passei a valorizar muito mais cada amanhecer e ao respirar. Por isso, agradeço a cada alimento que degustei, a cada música que escutei, por cada pessoa que conheci, pela oportunidade de fazer o bem. Tudo se tornou aprendizado. A existência, então, é a base; o objetivo é viver, e a meta é chegar ao final do ciclo de vida em paz.

Ao completar 34 anos, fiz uma reflexão sobre a vida e, considerando cada experiência vivida, desafios enfrentados e conquistas alcançadas, passei a valorizar muito mais cada amanhecer e cada respiração. Por isso, sou grato por cada alimento que provei, por cada música que ouvi, por cada pessoa que conheci e pela chance de fazer o bem. Tudo se transformou em aprendizado. A existência é a base; viver é o objetivo, e alcançar o fim do ciclo de vida em tranquilidade é a meta.

Uma frase:

"Aprende quando uma pessoa te ama de verdade, ela não desiste de você."

Conclusão:

"De tanto de correr atrás, de não ser correspondida, de suas magoas ela desistiu de você."

Tenho dores de vida há 34 anos
Existir cansa e pesa
Viver é uma doença que me acompanha
E a única moléstia da qual
Nunca queria me curar
Infelizmente, morrerei de vida
E é ela mesma quem me matará...

"Eu me amo tanto que tenho até ciume de mim"

Quanto vale um prato de lentilhas?


Texto base: Gênesis 25:29–34


Esaú tinha algo de grande valor: o direito de primogenitura. Mas, diante de uma necessidade momentânea, trocou aquilo que era eterno por algo que satisfazia apenas a sua fome daquele momento.


Ele disse: “Eis que estou a ponto de morrer; para que me servirá a primogenitura?”


E assim, por um prato de lentilhas, Esaú abriu mão de algo que valia muito mais.


Talvez o problema de muitos hoje não seja falta de conhecimento de Deus, mas falta de discernimento sobre o valor daquilo que receberam de Deus.


Há pessoas fazendo coisas que parecem certas aos seus próprios olhos, mas que não têm valor diante de Deus.


A Bíblia diz:


«“Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.”
— Provérbios 14:12»


Nem tudo que parece certo é aprovado por Deus.


Nem toda oportunidade é uma bênção.
Nem toda porta aberta deve ser atravessada.
Nem todo aplauso significa aprovação.
Nem tudo que satisfaz a carne alimenta a alma.


Esaú estava com fome, mas tomou uma decisão que não deveria ter tomado.


Quantas vezes fazemos o mesmo?


Trocamos princípios por conveniência.
Trocamos propósito por prazer.
Trocamos comunhão com Deus por aprovação das pessoas.
Trocamos aquilo que é eterno por aquilo que é momentâneo.


A pergunta não é apenas: “O que eu estou ganhando?”


A pergunta é:


“O que estou perdendo para ganhar isso?”


Talvez você esteja recebendo um “prato de lentilhas”, mas está entregando sua paz, sua integridade, seu chamado, sua família, seu testemunho ou sua comunhão com Deus.


E então vem a pergunta que precisa ser feita:


Quanto você vale?


Você vale mais do que aquilo que o mundo está oferecendo.


Você não foi chamado para viver negociando sua identidade, seus valores e sua fé em troca de coisas passageiras.


Jesus perguntou:


“Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”
— Marcos 8:36


O mundo pode colocar um preço em você, mas Deus não mede o seu valor pelo preço das coisas que você possui.


Seu valor está no fato de que Deus o criou, o conhece e o chamou para algo maior.


Por isso, cuidado com os “pratos de lentilhas” da vida.


Eles podem parecer pequenos, simples e até inofensivos.


Mas algumas escolhas aparentemente pequenas podem nos fazer abrir mão de coisas que são grandes demais para serem negociadas.


Não venda por um momento aquilo que Deus preparou para a eternidade.


Antes de tomar uma decisão, pergunte:


“Isso parece certo aos meus olhos ou realmente está certo diante de Deus?”


Porque nem tudo que tem preço tem valor.


E algumas das coisas mais valiosas que Deus nos deu não podem ser compradas de volta depois que as perdemos.


Pense nisso:


Qual é o seu prato de lentilhas hoje?


O que está tentando fazer você trocar seu propósito por satisfação momentânea?


Não venda seu valor por qualquer preço.

A CASA DO CAMINHO E O NASCIMENTO DA PRIMEIRA IGREJA EM JERUSALÉM.
Entre os anos 34 e 35 da era cristã, logo após a ascensão de Jesus Cristo aos planos superiores, delineia-se um dos momentos mais decisivos da história espiritual da humanidade. Não se trata apenas de um episódio histórico, mas de uma transição ontológica profunda, na qual o ensino direto do Mestre cede lugar à responsabilidade viva dos discípulos. Nesse intervalo singular, emerge a chamada Casa do Caminho, núcleo inaugural da primeira igreja em Jerusalém, constituindo-se como expressão concreta e operante da Boa Nova.
Os quarenta dias posteriores à crucificação possuem densidade espiritual ímpar. Nesse período, o Cristo ressurgido não apenas consola os corações aflitos, mas realiza uma obra de reorganização psíquica e moral em seus seguidores. Suas manifestações assumem caráter pedagógico, fortalecendo a fé, dissipando o temor e preparando os discípulos para a autonomia espiritual. Sem essa intervenção metódica, o movimento nascente sucumbiria à dispersão, diante das pressões religiosas e políticas do contexto. Há, portanto, um cuidado estratégico e providencial na forma como o Cristo conduz a transição de sua presença física para a atuação invisível.
Após a despedida no Monte das Oliveiras, conforme descrito em Atos 1:11, os discípulos retornam a Jerusalém e se reúnem no cenáculo, tradicionalmente associado à última ceia. Ali se encontram Simão Pedro, João, Tiago, além de Maria e outros membros do círculo íntimo do Mestre. Esse agrupamento constitui o embrião de uma comunidade espiritual organizada, sustentada por vínculos de fé e compromisso moral.
É nesse ambiente que se configura a primeira manifestação da Casa do Caminho. Sob a coordenação inicial de Pedro, o grupo estabelece encontros regulares marcados por oração, cânticos, leitura das Escrituras e rememoração sistemática dos ensinamentos do Cristo. Surge, então, a fraternidade conhecida como “os do caminho”, expressão anterior à designação “cristãos”, adotada posteriormente em Antioquia.
A Casa do Caminho não se restringia a um espaço físico. Era uma instituição dinâmica, integral e profundamente funcional. Operava como escola espiritual, posto de socorro, abrigo, oficina e núcleo de culto. Ali se exercia a caridade concreta, com partilha de alimentos, vestimentas e cuidados aos enfermos, além da manifestação de dons espirituais. Essas ações, porém, não eram fins isolados, mas instrumentos pedagógicos para a transformação moral. O auxílio material tornava-se via de acesso ao despertar da consciência.
Tal metodologia revela compreensão avançada da psicologia humana. O socorro imediato criava abertura para a assimilação dos valores espirituais. A caridade não era apenas virtude, mas método de elevação gradual do ser.
À medida que a reputação da Casa do Caminho se expandia, crescia o número de adeptos. O ambiente moralmente elevado atraía tanto necessitados quanto buscadores de sentido existencial. Consolida-se, assim, a primeira igreja de Jerusalém, não como instituição dogmática, mas como organismo vivo de fraternidade.
Essa realidade é descrita na obra Paulo e Estêvão, onde se observa o intenso movimento de assistência e a organização progressiva da comunidade cristã primitiva.
No que se refere à liderança, embora Pedro exercesse a coordenação prática, registros indicam Tiago, o Justo como dirigente formal da igreja em Jerusalém, conforme relatos preservados na História Eclesiástica. A liderança apresentava caráter colegiado, sendo Pedro, Tiago e João reconhecidos como “colunas” da comunidade, segundo Gálatas 2:9.
Outro marco decisivo é o Pentecostes, descrito em Atos 2, interpretado sob a ótica espiritual como manifestação mediúnica coletiva, evidenciando a continuidade da orientação do Cristo por vias invisíveis.
A Casa do Caminho, portanto, não foi apenas o primeiro templo cristão, mas o paradigma da vivência evangélica autêntica. Sua essência residia na integração entre fé, trabalho e caridade, sem formalismos excessivos, mas com profunda substância moral.
Ao revisitarmos esse período, compreendemos que o Cristianismo nasceu como experiência vivida de fraternidade. Antes de qualquer formulação teológica, havia a prática concreta do amor.
E é nesse retorno às origens que surge uma exigência silenciosa e inevitável. Não basta a identificação nominal com o Cristo. Torna-se necessário reconstruir, no íntimo e nas ações, a mesma Casa do Caminho, pois somente aquele que transforma a caridade em prática constante e o Evangelho em conduta efetiva torna-se legítimo continuador da obra iniciada em Jerusalém.
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É o chá me agido salimo sozimpregado sou da cidade pemba mora com a minha mãe meu avô tenho 34 anos Está procurando emprego

19:34 - 5 de setembro de 2023






Ele estava em uma rede enquanto eu dizia:


- Promete que na próxima reencarnação você vai se apaixonar por mim?


Ele sorriu...
Eu acordei!