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⁠As histórias mais lindas são como o assobio do vento.

Não vejo, não planejo, só vivo o sentimento.

Inserida por Diogovianaloureiro

"A única coisa que te mantem vivo são os sentimentos. Não desista, os sinta, independente da posição que precise tomar"

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠Teorias que você decorou e vive pregando, vivi e vivo e mudo só fico te observando.

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠Amar é ter brevemente a sensação de morrer e se sentir vivo no paraíso, em uma real dúvida de estar acordado ou sonhando.

Inserida por Diogovianaloureiro

⁠Vivo de pensamentos eruditos e filosóficos.

Inserida por salzano_william

⁠Sinto muito se não sou a pessoa mais legal do mundo, mas a hipocrisia não combina comigo. Pois vivo meu mundo de liberdade e sem preconceito de opiniões. Mas não sou alienado sem conhecimento devido à fragilidade dos indivíduos que só conseguem identificar o que os separa e não os une.

Inserida por salzano_william

AMOR QUE VIVO NO ALTAR DA DISTÂNCIA.

"Se amas um anjo que nunca tocarás,
não é pecado — é arte.
Mas que tua alma e esse amor, mesmo assim,
não morra no altar do impossível.
Porque há infernos que só existem
quando esquecemos que somos dignos do paraíso."

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Quando quebramos as leis do Eterno e atribuímos a culpa aos outros, isso é sinal vivo da síndrome de Adão atuando em nosso coração. 

Inserida por fabiocabral

⁠O homem que se diz crente, na sombra da dúvida se perde, clama por um Deus vivo e justo, mas em sua vida, a fé se esconde. Acreditas que escaparás do juízo divino, enquanto a luz da verdade permanece oculta?

Inserida por fabiocabral

Eu em!

⁠Um dia fui ser adulto com pressa,
agora vivo sonhando em ser criança outra vez.

Inserida por Ricardossouza

Bela confusão


⁠Acordado penso naquele lugar repleto de plena felicidade,
dormindo vivo neste mesmo  lugar e me sinto completo.

Inserida por Ricardossouza

⁠Só sentimentos


No teu olhar me sinto vivo novamente,
nos teus carinhos me perco nas descobertas do como é bom sentir,
a tua respiração forte me faz viajar,
em outros corpos encontrei outros mundos cegamente perdidos,
no teu corpo encontrei o meu mundo.

Inserida por Ricardossouza

Não conseguirei manter-me vivo
sem: Amor e Liberdade; eu sou
dependente desses bens
Especiais. Não adianta ter sangue
e oxigênio, pois a vida é bem
mais que a necessidade da
matéria.

Inserida por Cleibson

⁠Eu preciso de sedativo pra me manter vivo.

Inserida por kamorra

⁠Não sou uma máquina, mas vivo como se eu fosse.

Inserida por kamorra

⁠A alma é aquilo que mantém o teu corpo vivo. Já o espírito, é aquilo que mantém a tua alma viva. Espírito vem da espiritualidade, vem da vivência em Deus, ou em alguma outra crença religiosa.

Inserida por kamorra

A VIGÍLIA DO SILÊNCIO VIVO.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão. Ano: 2025.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Há imagens que não se oferecem ao olhar, mas o convocam. Esta é uma delas. Não se trata de um retrato, mas de uma presença suspensa entre o visível e o indizível, como se a própria matéria hesitasse em existir sob a luz que a toca. A figura feminina emerge não como corpo, mas como um enigma antigo, daqueles que a memória reconhece sem jamais ter conhecido.
O olhar que se ergue em sua direção não implora, não acusa, não seduz. Ele aguarda. Há nele a serenidade dos que já atravessaram a perda e, mesmo assim, permanecem fiéis à delicadeza. Os olhos não refletem o mundo, mas o absorvem, como se todo o peso do tempo houvesse encontrado ali um abrigo silencioso. A expressão não pertence à juventude nem à velhice. Pertence àquilo que sobrevive às eras e insiste em permanecer sensível.
Nos braços, a criatura que repousa não é apenas um ser vivo. É símbolo. É o frágil confiado ao eterno. O animal repousa com a solenidade de quem reconhece o sagrado sem compreendê-lo. Há entre ambos uma comunhão anterior à palavra, um pacto silencioso firmado antes da linguagem. O gesto que o sustém não é de posse, mas de guarda. Não há domínio, há responsabilidade.
A luz que envolve a cena não ilumina, consagra. Ela não vem de fora, mas parece exalar da própria quietude que os envolve. É uma luz antiga, quase mineral, que lembra a poeira dos séculos e o ouro gasto dos ícones esquecidos. Tudo ali sugere recolhimento, como se o mundo tivesse sido temporariamente suspenso para permitir aquele instante absoluto.
Nesta imagem, o tempo não corre. Ele contempla. E ao contemplar, revela que a verdadeira beleza não clama por atenção, apenas permanece. Há uma melancolia serena que não dói, apenas ensina. Uma melancolia que compreende que existir é sustentar a fragilidade do outro sem pedir nada em troca.
Quem observa sente o peso suave de uma pergunta sem palavras. Que espécie de silêncio é esse que nos reconhece? Talvez seja o mesmo silêncio que antecede toda verdade profunda. Aquele que não se explica, apenas se sente.
E é nesse ponto exato que a imagem deixa de ser vista e passa a habitar quem a contempla. Porque certas visões não foram feitas para os olhos, mas para aquilo que em nós ainda sabe sentir sem defesa.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Olho vivo em potenciais desestabilizadores sociais que vivem em constante luta contra inimigos invisíveis, se dizem vítimas de inveja e semeiam constrangimentos para separar as pessoas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Os campesinos 
estão desprotegidos,
O Comandante 
se estivesse vivo,
Jamais teria permitido
que tivessem 
os seus direitos agredidos.

Não se sabe há mais 
de cinco meses 
do civil desaparecido.

Foi o quê disse a imprensa:
Um tenente relatou 
o milagre da sobrevivência.

Todos tentando se salvar,
enquanto a total
liberdade não chega.

Dos Generais presos 
em Fuerte Tiuna 
sem nenhuma culpa,
Não se ouve mais 
sequer um ruído,
Quando eles 
serão libertados?

Foi levado a um destino
o General de Brigada,
e onde ele está é por 
tantos desconhecido,
e não saber de nada
se consolidou como vício.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Bicentenário da Independência da América 

Trago vivo o signo 
que impulsiona a minha pluma
e meu profundo espírito 
Bicentenário da Independência 
de cada país da América
vem sendo comemorada 
por nossos artistas,
Como inspiração poética
ela têm sido escrita por mim
como urgência continua 
que não podemos 
deixar por razão nenhuma
que ela se perca na vida. 

Por isso me dei como
o poema da dupla fronteira venezuelana e brasileira,
E nas águas do Esequibo
venezuelano não tenho 
o meu descanso porque 
a História não foi corrigida.

Não descanso se não ver 
que do velho tupamaro
não salvaram a vida,
Não descanso se não ver 
a liberdade devolvida 
para o General, a tropa, 
e os paisanos que seguem 
presos de consciência 
e merecem receber 
o Sol da liberdade infinita.

Só sei que no Tramen-tepui 
e nas estações os meus 
versos latino-americanos
com intimidade ali transitam 
e nos outros onze tepuis habitam.

Inserida por anna_flavia_schmitt