S. inácio
O que falta no Brasil é classe no comportamento das pessoas e não classes separadoras de humanos como os movimentos LGBT, MST, QUEER, FEMINISTA, CUT.
Um exemplo contemporâneo de hipocrisia é um socialista, que se considera inteligente, enunciar o seguinte: "Fora Temer!". Para qualquer socialista o correto seria "Volta Temer".
A violência verbal é um ato de mostrar para a sociedade o quanto um ser racional pode se tornar irracional.
O amor é gigantesco como o universo, sendo assim não possui limitações. Uma vez que estejas dentro desta dimensão, poderás vagar por toda sua eternidade, que jamais encontrarás o fim.
Destino.
O destino é mesmo um teatro,
Que prega peças nos fatos, e constrói novos atos.
Destino pode ser o ontem no hoje, ser o que se quer,
Pode ser sonho realizado: você como minha mulher.
Fato é que você me fez voltar a ser melhor,
Me deu ar quando minhas narinas só aspiravam pó.
O melhor amor é assim, te faz gigante,
Te faz ser cada dia melhor que era antes,
Te tira de qualquer tipo de carência,
E te devolve aquilo que já não se via: a velha essência.
E se as peças forem ao teatro como desejo,
Terei tudo que almejo!
Seremos índios na floresta,
Dançarinos em dia de festa,
Músicos que animam a orquestra,
Seremos a história, seremos os versos de amor,
Seremos céu azul em dia de sol, o beijo e a flor.
Se couber a mim fazer o meu destino, não exitarei em sonhar,
Pois vejo escrito nas estrelas: nascemos pra se amar!
Você.
Colírio aos olhos cansados,
Mel aos lábios amargos,
Batidas ao coração que estava parado,
Céu azul em dia nublado.
Lua que brilha ao anoitecer,
Sol que nasce ao amanhecer.
Vida em mim chama-se você,
Mulher, rainha, dona do meu querer.
Sereia que vem a praia enfeitar,
Pássaro que baila elegantemente sobre o ar.
Menina, com raios de luz,
Estrela guia que o meu mundo conduz.
Brilhe sobre mim, brilhe estrela amada,
Mostre-me teu caminho sol da alvorada.
Tão logo, estarei em ti e estarás em mim,
E seremos o infinito, uma historia de amor sem fim...
Harmonia.
Folhas em branco, páginas sobre o chão,
História no começo, escrita no coração,
Para mim a vida se tornou uma linda música afinada,
Tornou-se a mais bela orquestra refinada.
Porque tu resgeste comigo essa bela canção,
Regeste os tons mais quentes amada sedução,
Graças a ti, nasceu em mim uma nova sinfonia,
Cuja os tons são suaves e gravez de total harmonia.
És bela amada, e teus beijos são solo de violão,
Teu sorriso é amor nascente, minha doce emoção,
Tuas notas notas são sedutoras, teu corpo é quente,
Tua vóz é som de arpa que ressoa em minha mente.
Meu sonho é tocar contigo pra toda nação,
Cantar e mostrar ao mundo que é mais que paixão,
Serei teu noivo, teu músico, teu poeta, ó minha flor,
Serei teu amado, teu sorriso, serei teu, meu grande amor.
Tudo pro alto, tudo girando!
A cortina de fumaça se abriu,
com minhas vistas, olhei,
e vi o tempo me indicando,
de que dele nada escapa,
disse-me que tudo é como deveria ser,
ou como ele quisesse que seja.
Ele é o tempo.
Viu o nascer e verá o fim dos dias,
acabará com toda dor e agônia,
é um bom remédio para alma.
Com o tempo a vida passa e
a ferida se sara,
a resposta fica clara, e assim podemos cantar,
celebramos a vida e as benções de todos dia.
Somos humanos, nada perfeito,
temos o direito de errar, pensar,
olhar, mover e reagir.
A outra parte da história o tempo te diz!
Eu só sei te amar
Fiquei anos te observando
Brinquei, você sorriu!
Mandei beijos, você sorriu!
E me declarei, você sorriu!
Uma hora você vai enxergar
Os meus sentimentos
Irá parar de sorrir,
Mas sim chorar!
Mas o tempo é rápido,
Não irá voltar,
Mas nunca vou te esquecer
Já estou com saudades
Saudades de estar perto de você
Saudades de te olhar
Saudades de te abraçar!
São tantas coisas pra te dizer
Mas resumido:
Eu só sei te amar!
Cansado.
Estou cansado do trânsito, do dinheiro,
Do trabalho e do descanso.
Estou cansado do dormir e acordar,
Do ato de crescer, da finalidade de estudar.
Estou cansado da fumaça, do cigarro,
Do por do sol, do céu nublado,
Do viver e do existir sem causas exatas,
Cansado de não saber o que tenho ou quem sou.
Estou cansado de ser polido, educado,
De ser grosso e estúpido e fazer descaso.
Cansado dos casos e acasos,
Do à vista e do à prazo.
Estou cansado do consumo sem necessidade,
Do comprar por status, para ter conceito.
Cansado de pensar que riqueza define ego,
De não saber o que é um ego ou o que é meu ego.
Estou cansado do tudo industrializado,
Do anel da ciranda que foi quebrado.
Cansado da era da poluição,
Da política e da corrupção.
Cansado do ralar para ter,
Do papo furado de que todo esforço terá reconhecimento (que reconhecimento?).
Cansado do mais e menos,
Das oscilações da vida.
Estou cansado dos impostos pela terra,
Pela água, pelo ar, pelo sol e pela guerra.
Casado de voltar no ontem ou de esperar o amanhã,
Fingindo que não existe um presente entre os dois.
Estou cansado do emprego mal reconhecido,
Do trabalho escravo de um escravo abolido.
Cansado do julgamento que não tem sentido,
De ser acusado e inocentado por um povo sem olhos e ouvidos.
Estou cansado de ser quem querem que eu seja (como se não pudesse ser eu mesmo),
De chorar por seres que não mereçam (há meia dúzia de bons, talvez uma dúzia).
Cansei de escrever a tristeza, a melancolia e o cansaço no poema,
Por isso, ainda que cansado, farei da vida a utopia de um romance no cinema.
Eles...
Sou e serei o que quero,
Não aquilo que eles imporem.
Sou e serei o que sonho,
Não o que eles mandarem.
Não sou escravo,
Minhas mãos estão libertas.
Não sou prisioneiro,
Meu grito é livre e minha liberdade é certa!
Não vou trocar minha vida por um engano,
Não vou dar a mão a quem quer meus braços.
Não vou me reduzir a um coitado,
Sou livre e não romperei os laços.
Tenho vida, sonhos, metas,
Ser tratado como número é humilhação.
Sou pessoa, não um dígito,
Tenho alma e coração.
Não peçam o que não está no contrato,
Não esqueçam o nosso conchavo.
Meu registro é a liberdade,
Não a imposição a ser um escravo.
Ah, o capitalismo....
Capitalismo, onde está a tua graça?
Ser tratado como número já é uma desgraça.
Capitalismo, onde está a tua graça?
Esperei tua riqueza, mas logo vi tua trapaça.
Diga-me capitalismo, onde está a tua graça?
No consumo exagerado ou na mascara que te disfarça?
Onde capitalismo? Onde está a tua graça?
Está no cheiro do dinheiro ou na mentira que nos passa?
