Jeferson Luís da S. Abreu

Encontrados 18 pensamentos de Jeferson Luís da S. Abreu

O amor.

Assim como o fogo é o amor...
Devora os corpos do par alimentador,
Consome os seres a ponto de união,
Unem-se as almas, tornam-se um só coração.

Jeferson Luís da S. Abreu
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Tola és tu ingratidão, és veneno a esperança e és morte a paixão!

Jeferson Luís da S. Abreu
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Jamais julgue o mundo pelo estreito pedaço de terras que você conhece.

Jeferson Luís da S. Abreu
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Deus é um sorriso perdido em meio a um abismo de tristezas, plenamente feliz é aquele que o encontra!

Jeferson Luís da S. Abreu
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Para Deus o modo do louvor não interessa. Fundamental é que o louvemos.

Jeferson Luís da S. Abreu
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Dizem que alegria de pobre dura pouco... a minha alegria ainda não está completa, mas vai durar a eternidade da minha amada. A verdadeira alegria de um coração que ama é a eternidade de quem o faz amar.

Jeferson Luís da S. Abreu
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O amor é gigantesco como o universo, sendo assim não possui limitações. Uma vez que estejas dentro desta dimensão, poderás vagar por toda sua eternidade, que jamais encontrarás o fim.

Jeferson Luís da S. Abreu
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Destino.

O destino é mesmo um teatro,
Que prega peças nos fatos, e constrói novos atos.
Destino pode ser o ontem no hoje, ser o que se quer,
Pode ser sonho realizado: você como minha mulher.
Fato é que você me fez voltar a ser melhor,
Me deu ar quando minhas narinas só aspiravam pó.
O melhor amor é assim, te faz gigante,
Te faz ser cada dia melhor que era antes,
Te tira de qualquer tipo de carência,
E te devolve aquilo que já não se via: a velha essência.
E se as peças forem ao teatro como desejo,
Terei tudo que almejo!
Seremos índios na floresta,
Dançarinos em dia de festa,
Músicos que animam a orquestra,
Seremos a história, seremos os versos de amor,
Seremos céu azul em dia de sol, o beijo e a flor.
Se couber a mim fazer o meu destino, não exitarei em sonhar,
Pois vejo escrito nas estrelas: nascemos pra se amar!

Jeferson Luís da S. Abreu
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Você.

Colírio aos olhos cansados,
Mel aos lábios amargos,
Batidas ao coração que estava parado,
Céu azul em dia nublado.
Lua que brilha ao anoitecer,
Sol que nasce ao amanhecer.
Vida em mim chama-se você,
Mulher, rainha, dona do meu querer.
Sereia que vem a praia enfeitar,
Pássaro que baila elegantemente sobre o ar.
Menina, com raios de luz,
Estrela guia que o meu mundo conduz.
Brilhe sobre mim, brilhe estrela amada,
Mostre-me teu caminho sol da alvorada.
Tão logo, estarei em ti e estarás em mim,
E seremos o infinito, uma historia de amor sem fim...

Jeferson Luís da S. Abreu
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Harmonia.

Folhas em branco, páginas sobre o chão,
História no começo, escrita no coração,
Para mim a vida se tornou uma linda música afinada,
Tornou-se a mais bela orquestra refinada.

Porque tu resgeste comigo essa bela canção,
Regeste os tons mais quentes amada sedução,
Graças a ti, nasceu em mim uma nova sinfonia,
Cuja os tons são suaves e gravez de total harmonia.

És bela amada, e teus beijos são solo de violão,
Teu sorriso é amor nascente, minha doce emoção,
Tuas notas notas são sedutoras, teu corpo é quente,
Tua vóz é som de arpa que ressoa em minha mente.

Meu sonho é tocar contigo pra toda nação,
Cantar e mostrar ao mundo que é mais que paixão,
Serei teu noivo, teu músico, teu poeta, ó minha flor,
Serei teu amado, teu sorriso, serei teu, meu grande amor.

Jeferson Luís da S. Abreu
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Mulher.

Me prende e me ganha, me tem quando quer,
Sou uma fera indomável, domada em seus pés
Sou metade da alma, e serei o que der,
Mas serei sua calma, minha amada mulher.

Jeferson Luís da S. Abreu

Trevas e Luz.

São frases incertas, solitárias, desertas.
São pecados banais, erros captais,
Pedaços de mim, ou de alguém mais.

Canção que toca e não se ouve,
Lágrima que escorre e não cai,
Gosto de choro, é choro de pranto,
É vida, é morte, é alegria e espanto.

Gosto que adoça, e logo amarga,
Mel, fel, céu azul em noite nublada,
É tudo, é nada, é manhã e madrugada.

Quem passa é o vento, causando tormento,
Com sopro choroso de caus tenebroso.
O medo, invejoso, um frio calculoso, querendo reinar,
Mas enquanto houver vida, haverá esperança buscando ganhar.

Jeferson Luís da S. Abreu
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Bom dia pra você que é Feliz!
Você que não é feliz, é um bom dia pra correr atrás daquilo que te fará bem.
Bom dia pra você que ama!
Você que não ama, ame como se não houvesse amanhã!
Bom dia pra você que crê em Deus!
Você que não crê, saiba que ele é o caminho, a verdade e a vida!
Bom dia pra você que alimenta sonhos e esperanças!
Você que não alimenta, pense que todos aqueles que alcançaram um dia sonharam!

Jeferson Luís da S. Abreu
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VAGANDO

Como é difícil andar sem caminho,
Sem nenhuma direção e instrução.
Ser um nada no meio do tudo,
E ver o tudo sem ser nada.

É difícil saber andar
Quando não há quem te guiar.
Aqui vivo eu, apenas sonhando,
Pra no amanhã ir me realizando.

Hoje, porém, nem sei quem sou,
Não sei onde estou nem aonde vou.
Apenas deixo o tempo me levar,
Como um pássaro no céu a flutuar.

Tento descobrir algum sentimento,
Más nem sei o que sinto por dentro.
Ainda se tivesse o amor pra sonhar,
Mais até isso hoje ha de me faltar.

Busco algo para ter,
Procuro hoje alguém ser,
Por isso hoje vivo o presente,
Para amanhã, talvez, ser contente.

Jeferson Luís da S. Abreu
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Oito dias sem você.

Oito dias sem você é estar na luz do sol e não sentir o calor,
Estar embriagado de paixão e não dar amor,
É padecer sob a noite e a escuridão,
Pular de uma aeronave sem um paraquedas nas mãos.

Oito dias sem você é estar à beira da morte, sem respiração,
Tentar sentir o pulsar, mas ter parado o coração,
É chorar pela saudade e rir por desespero,
Sentir falta de tudo, comer comida sem tempero.

Oito dias sem você é agonizar com um sapato apertado,
Sentir tocarem o interior do umbigo e ficar desesperado,
É notar que a minha vida está ausente,
Não ter por perto meu mais valioso presente.

Oito dias sem você é estar preso em um oceano de aflição,
Ver uma lança afiada transpassando o coração,
É metade de mim que aqui não está,
Minha melhor metade que de saudade vai de me matar.

Oito dias sem você é ser criança e não rir,
Ter vida mansa, mas não ter alegria que outrora estava aqui,
É estar de regata no centro polar,
Sentir a falta de força, o cheiro de morte e não dizimar.

Oito dias sem você é musica sem instrumento,
Amar sem sentimento,
É choro sem lágrimas, tempo que não passa,
Ausência que dói, brinde sem taça.

Oito dias sem você é dança sem movimento,
História sem fatos, filosofia sem pensamentos,
É corpo sem vida e vida sem alma,
Sorriso sem dentes, teatro sem palmas.

Oito dias sem você é saudade que não tem fim,
Poema falando sobre meu amor que está longe de mim,
É existir no nada, sem céu, sem chão,
Tentar viver sem as carícias que dão vida ao meu coração.

Jeferson Luís da S. Abreu
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Cansado.

Estou cansado do trânsito, do dinheiro,
Do trabalho e do descanso.
Estou cansado do dormir e acordar,
Do ato de crescer, da finalidade de estudar.

Estou cansado da fumaça, do cigarro,
Do por do sol, do céu nublado,
Do viver e do existir sem causas exatas,
Cansado de não saber o que tenho ou quem sou.

Estou cansado de ser polido, educado,
De ser grosso e estúpido e fazer descaso.
Cansado dos casos e acasos,
Do à vista e do à prazo.

Estou cansado do consumo sem necessidade,
Do comprar por status, para ter conceito.
Cansado de pensar que riqueza define ego,
De não saber o que é um ego ou o que é meu ego.

Estou cansado do tudo industrializado,
Do anel da ciranda que foi quebrado.
Cansado da era da poluição,
Da política e da corrupção.

Cansado do ralar para ter,
Do papo furado de que todo esforço terá reconhecimento (que reconhecimento?).
Cansado do mais e menos,
Das oscilações da vida.

Estou cansado dos impostos pela terra,
Pela água, pelo ar, pelo sol e pela guerra.
Casado de voltar no ontem ou de esperar o amanhã,
Fingindo que não existe um presente entre os dois.

Estou cansado do emprego mal reconhecido,
Do trabalho escravo de um escravo abolido.
Cansado do julgamento que não tem sentido,
De ser acusado e inocentado por um povo sem olhos e ouvidos.

Estou cansado de ser quem querem que eu seja (como se não pudesse ser eu mesmo),
De chorar por seres que não mereçam (há meia dúzia de bons, talvez uma dúzia).
Cansei de escrever a tristeza, a melancolia e o cansaço no poema,
Por isso, ainda que cansado, farei da vida a utopia de um romance no cinema.

Jeferson Luís da S. Abreu
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Eles...

Sou e serei o que quero,
Não aquilo que eles imporem.
Sou e serei o que sonho,
Não o que eles mandarem.

Não sou escravo,
Minhas mãos estão libertas.
Não sou prisioneiro,
Meu grito é livre e minha liberdade é certa!

Não vou trocar minha vida por um engano,
Não vou dar a mão a quem quer meus braços.
Não vou me reduzir a um coitado,
Sou livre e não romperei os laços.

Tenho vida, sonhos, metas,
Ser tratado como número é humilhação.
Sou pessoa, não um dígito,
Tenho alma e coração.

Não peçam o que não está no contrato,
Não esqueçam o nosso conchavo.
Meu registro é a liberdade,
Não a imposição a ser um escravo.

Jeferson Luís da S. Abreu
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Ah, o capitalismo....

Capitalismo, onde está a tua graça?
Ser tratado como número já é uma desgraça.
Capitalismo, onde está a tua graça?
Esperei tua riqueza, mas logo vi tua trapaça.

Diga-me capitalismo, onde está a tua graça?
No consumo exagerado ou na mascara que te disfarça?
Onde capitalismo? Onde está a tua graça?
Está no cheiro do dinheiro ou na mentira que nos passa?

Jeferson Luís da S. Abreu
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