Novembro azul
Na sua dinamicidade e bondade,Deus continua a nos oferecer possibilidades de novos olhares à obra de suas mãos (20.11.17).
A melhor coisa do mundo é um bom nome.O Livro Sagrado dos cristãos, nos diz que o bom nome, vale mais que ouro fino (20.11.17).
Os amigos de infância, sem dúvida, marcam nossa vida para sempre. Porque temos por eles um “quê” a mais (20.11.17).
Beira 100% o índice de acerto dos pais,quando alertam seus filhos à cerca de qualquer temática (23.11.17).
Nov (O) embro
Receber uma violeta em dia que estamos vestidas de violeta é por si poemático
Mais poemático ainda é recebê-la no dia que se inicia novembro...
A doçura que eu esperava deste novo mês está vindo sutilmente,
Novembro terá cor de violeta e será doce como uma flor
Quanto mais me aproximo do final do ano, mais doce os meus dias vão ficando
Chegou o doce e violeta novembro, sereno, tranquilo, respeitoso e com cor de calma também...
Novembro, está trazendo a doçura vestida de violeta
Seja bem vinda doçura, vista-se em novembro e o transforme em um feliz Nov (o) mês.
Se algumas palavras,fugidias,insistirem em não querer-me não ficarei aborrecido: talvez não mereçam meus dizeres.
As palavras sentem a minha falta e me procuram. - Quando não as acho.
Então as escrevo depressa, antes de esquecer-las.
Há palavras para todos os gostos vivendo por aí,resistindo ao tempo; precisando ser lembradas por nós. - Desejando ser caçadas,vistas,coletadas, ditas ou não.
O Dia da Consciência Negra é um dia para refletirmos sobre as lutas e as batalhas de um povo corajoso que não desistiu da guerra e que até hoje tem que lutar contra a ignorância, o racismo, o preconceito e a falta de visão dos que não enxergam além do seu próprio conceito limitado. Falta-lhes humanidade e isso os torna pequenos, porque o caráter é a única coisa que nos engrandece...
Todos nós temos o mesmo coração, todos fomos criados pelas mãos de Deus, todos temos nossas alegrias e também nossas dores, todos somos iguais, apesar das nossas diferenças, porque a essência do que somos vêm de Deus. Por isso, não há cor da pele, cor dos olhos ou dos cabelos que possa esconder a maior verdade: não há ninguém inferior quando pensamos em vidas humanas, estamos todos no mesmo patamar. Temos que aprender a nos respeitar, espalhando o amor que Deus nos ensinou e amando ao próximo independente de suas particularidades. Todos nós temos a maior beleza que existe: a de ser quem somos.
Assim, o racismo é uma arma da ignorância. Devemos usar a arma da sabedoria, capaz de promover a paz e o respeito: a arma do amor, essa vence qualquer guerra!
EXILADO DE MIM MESMO
Na atração da acrópole
Gastei exorbitâncias;
O vazio e a solidão apavora...
Há de faltar-me a morte,
E estarei eternamente tentando me encontrar.
Contando com a sorte,
Viverei nos confins da minha infância:
Exilado de mim mesmo,
Em jardins suspensos,
Sobre geografia inconstante.
Só as fantasias megalômanas,
aborrecem-me.
Mas anjos bacanas me confortam.
Ouvi o som de muitas águas,
No relâmpago do trovão.
Em meio à roda de luz,
Beijei medalhas;
E transpus
O exílio de mim mesmo.
04.11.16
Naquela tarde ela se sentara no banco da pracinha, fazia frio, era um lindo e agradável dia de novembro, o céu estava escuro, nenhum raio de sol era visto.
Naquela tarde, sob aquele céu deslumbrante, de magníficas nuvens cinzas, sua alma tempestuosa sentiu-se livre, nada mais lhe impediria.
Naquela tarde ela secou as lágrimas que há muito insistiam em cair e se confundiam chuva, e desde então nunca mais chorou por amor.
Quem não se importa com os pequenos gestos, certamente não valorará os grandes, pois será incapaz de discernir a dimensão entre elas 17/11/2016
Novembrosas
Desce o poente entardecido por novembrosas precipitações.
E impotente se afiguram as palavras benfazejas que renovam a esperança
ao aterrado desconsolo de minh’alma desarmada, desamada, talvez.
Queira morrer-me um pouco mais por esta noite,
absorto em fantasmagorias da religião.
Se em tua taça houver um pouco mais que amargor,
oferece-a à insaciedade de minha sede.
Abranda a secura que me aflige.
E, incauto, vem tragar minha paixão
no poente infindo em que vivi.
