Jean la bruyère
Sonhei passando em frente a um lugar, onde estava lá, um rapaz que eu gostava muito, ele estava igual quando éramos na adolescência e hoje, temos mais de 30 anos, ele me olhava firmemente, mas não nos falavamos e havia uma Hilux ao lado dele. A Hilux era dele
10:34 11 de setembro de 2024
"Sonhei andando de bicicleta com meu esposo, em ruas muito largas e bem desertas, parecia um lugar muito longínquo, onde já estivemos antes, mas o cenário estava bem diferente. Eu estava perguntando ao meu esposo, para qual estrada eu deveria ir, para chegar no local onde eu queria, que era outro estado e estava muito longe de casa, eu segui sozinha pela grande avenida, muito larga, havia montanhas no horizonte dela e áreas verdes, eu segui pedalando, mas com muito medo de entrar em uma estrada errada, porque eram avenidas muito largas, desertas e bifurcadas, que direcionavam á vários lugares diferentes"
Eram quatro. Sim, eram quatro.
Entre algumas palmeiras, em um parque qualquer, lá estavam os quatro a observá -la.
Ela não os via. Não.
De repente, ela sentiu algo estranho.
Uma sensação terrível.
Ela apenas passava por ali.
Ela olhou pra trás.
Sim. Ela olhou pra trás.
Ela percebeu que estava sendo observada.
Quando se deparou com aquelas quatro pessoas a olhá - la, não acreditou no que via.
Ela olhou pra os lados, a observar também as outras pessoas.
E achou algo estranho.
As roupas de todos eram brancas.
Um branco quase amarelado.
Parecia mais uma fotografia com efeito sépia.
Mas, ela estava a ver.
Ela de repente percebeu algo.
Eles a encaravam muito. E somente ela os via.
Era uma mulher, segurava algo em suas mãos. Vestia uma saia na altura do tornozelo, rodada com pregas por toda a volta.
Usava um cinto fino, com fivela preta bem delicada.
Por dentro, uma blusa branca, com botões em volta dos seios.
Seu cabelo, amarrado como coque.
E era uma mulher linda.
Seu marido bem perto, com duas crianças.
Um menino e uma menina.
Que riam sem parar.
Ela observou que todos estavam vestidos de branco.
E bem, diferente da moda moderna e atual.
Então, ela nem teve tempo para mais observação.
Somente ela os via. E eles a viam.
De repente, ela arrepiou - se.
Começou a correr!
Quando ela começou a correr, olhou pra trás, e todos começaram a persegui -la.
Ela gritava; " não." "Parem."
E eles a seguiam.
De repente a mulher gritou: " por favor, pare."
Ela toda arrepiada, e amedrontada parou.
Foi quando eles se aproximaram, e pediram pra ela ver algo.
A mulher segurava uma bíblia nas mãos.
As crianças estavam olhando - a fixamente.
Ela não podia fugir. Eles não a deixariam em paz!
Foi quando a mulher abriu a bíblia em um versículo qualquer, e a pôs para ler.
Ela não conseguiu. Suas mãos tremiam.
O medo era tanto.
Que seu sangue parecia gelar naquele momento.
Mas, ela olhou pra bíblia.
Tudo o que conseguiu ver, foram letras embaralhadas.
Alguma coisa, aquelas pessoas queriam falar - lhe.
E estava ali, escrito na Bíblia.
Ela não conseguiu.
O medo foi maior!
Então, ela fingiu que leu.
Então, as pessoas começaram a afastar - se dela.
Se despediram e se foram pouco a pouco.
Sumindo por entre as palmeiras.
Aquelas pessoas, não eram humanos viventes.
Eram humanos falecidos há séculos. Pela aparência das suas vestes.
E a procuraram. Mas, para quê?
Passar uma mensagem que o medo não a deixou dar importância?
Ela tremia tanto, que não conseguia assimilar nada.
Em seguida, sem nada entender. E, perguntando : " por quê, eu?"
Acabou encontrando no caminho uma folha de revista com imagens de labaredas de fogo, que diziam:
"cientistas descobrem que Deus nunca existiu."
Ela foi caminhando, e pensando naquelas palavras.
Lembrou - se daquela família.
Aquelas palavras tinham realmente significado, e ela deixou o medo dominar seu eu?
Em seguida. Ela anda mais um pouco e entra em um lugar, aonde cientistas diziam ser ali feitas todas as invenções do mundo.
Ela olhava pra aqueles caminhos de labaredas de fogo, em formato de arco íris, que chegavam aos céus.
Desciam e subiam até a altura dos céus.
Ela não entendia nada.
Mas, de uma coisa ela sabia.
Aquilo não passava de uma farça, para negar a existência de Deus.
Tudo aquilo fazia sentido.
Então, pra quê espíritos do passado foram procurá - la?
Ela acreditaria na existência de Deus ou dos homens?
Quem teria o poder de transformar aquelas almas em pessoas, para fazê-la acreditar no Deus vivo?
Quem??
Nenhum homem poderia fazer isso.
Então, ela finalmente descobriu a verdade.
Deus é um ser grandioso, que fez os céus e a terra.
E tudo o que neles há.
Não haveria razão alguma para duvidar da sua existência.
Ps:( observação)
Isso, foi um sonho que eu tive há alguns dias atrás.
Acho que o significado é realmente esse.
Me mostrar que o medo não pode me dominar.
Por; Alinny Mello
27/11/2019 01:01
A retórica pode erguer uma liberdade verbal ou refiná-la em
instrumento de domesticação;
tudo depende
da ética de quem a maneja.
Saca só o Brasil... a política de esquerda lá é um negócio incrível! Eles não contratam um economista, eles contratam um mágico! O Ministro da Fazenda sempre tem esse superpoder: ele move todo número zero para a esquerda! Você já viu isso?! O cara olha para um milhão e — POW! — o zero mudou de lado e agora você deve até a alma!
E o plano de combate à pobreza deles? É sensacional: eles imprimem esperança! É isso aí! 'Não temos dinheiro, mas temos muita... vibração positiva!' E a conta? Ah, a conta vai para os seus bisnetos! É o crime perfeito! Você gasta o dinheiro agora e manda o boleto para um moleque que nem nasceu! Por que? Porque o moleque não pode protestar! Você já viu um feto com um cartaz na mão gritando 'Responsabilidade Fiscal'? Não! Ele tá ocupado demais tentando ganhar dedos! Enquanto ele cresce, o governo já passou o cartão de crédito na cara dele!
“Respeitar uma mente brilhante não significa protegê-la de críticas, mas tratá-la com a mesma honestidade intelectual que ela ensinou.”
O tempo apenas passou lá fora, dentro de cada um é intocável. E isso é uma manifestação da saudade e amor incondicional .
#bysissym
Num dia frio,
o mundo pede silêncio.
E entre páginas abertas,
o tempo desacelera.
Lá fora, o vento atravessa ruas,
carrega pressas, distrações,
mas aqui dentro,
tudo encontra um ritmo mais lento,
quase como um segredo bem guardado.
E é nesse instante simples,
entre o frio e o abrigo,
que a vida se revela;
sem esforço:
como uma melodia suave ao fundo,
dessas que a gente nem percebe,
mas sente,
e sabe que é exatamente ali
que mora o sentido.
As três etapas da vida:
1ª Não viva preso ao passado; há uma razão para quem ficou lá.
2ª Pessoas mudam quando aprendem demais ou sofrem o suficiente.
3ª Não dependa totalmente de ninguém — até sua sombra desaparece na escuridão.
"Eles vivem no raso; eu sempre preferi as profundezas, mesmo que o oxigênio lá seja mais escasso." (Odilon Carlos)
"É falho querermos que brotem em nosso jardim flores belas e frutos carnosos, se as sementes lançadas não forem de boa qualidade. A verdade é que colhemos o que plantamos."
-Aline Lopes
