Jean la bruyère
Hoje, dia 5 de setembro, é o dia do irmão, essa celebração veio lá da Índia e é celebrada aqui no Brasil como o "Dia do Irmão".
Diante disso, devemos dar as mãos uns aos outros e esquecer de vez todas as amarguras e dissabores do passado, e, juntos comemorarmos "FELIZ DIA DO IRMÃO"! Abraços fraternos.
Hoje vi um lindo astro caminhando num jardim, e lá ele espalhava pétalas de flores que eram perfumadas, ele estava cantarolando, pensando no seu lindo amor, então se deitou na grama, e adormeceu com o raio forte do sol, e sonhou que chegara num baile de máscaras num lindo terno de prata, e a sua princesa, o tirou para dançar, encantada com tamanha beleza disse, meu amor hoje, vou te fazer uma surpresa..... bailaram e bailaram.... mas o lindo homem acordou, sentou-se e disse " parecia ser tão real"...quando se levantou e virou o seu grande amor estava de joelhos com uma caixinha e disse , meu astrolinho casa-se comigo, ele emocionado se jogou em cima dela e disse sim... E desse lindo sonho tudo aconteceu de forma mágica – o amor venceu a todos os obstáculos e os uniu para sempre, num laço que nunca mais se desfazeria.
"Arma Letal do Eu Interior"
O amor por si mesma não é nenhuma vergonha –
é a lâmina que desfaz o véu da mentira que nos prende;
quando nos admiramos, criamos uma força, uma coragem maior
para enfrentar a vida – e essa chama é fogo que não consome, mas ilumina o caminho.
É a flecha certeira que alcança o coração da autocrítica falsa,
o escudo que repele palavras que não nos pertencem;
não busca derrubar ninguém, mas erguer o que foi abalado,
pois a verdadeira potência está em construir, não em destruir.
Essa é minha arma letal – feita de ternura e determinação,
que transforma sombras em luz e silêncios em cantos!
O Homem que fica ao lado de uma Bruxa sabe que outros podem desejá-la, cobiça-la. mas somente ele irá tocá-la, somente ele receberá seus carinhos, somente a ele ela se entregará e por ela será tratado como um Deus, porque uma Bruxa é a Mulher bem resolvida que despertou e só fica ao lado de um Homem se este for merecedor.
A beleza da vida está nas pequenas coisas. Não está oculta, nós que não queremos vê-la... Olhamos para o lado e deixamos passar despercebido, procuramos coisas grandes, surpreendentes, que nos faça delirar... Mas bem-aventurado o que enxerga essa beleza ao ver um sorriso, o nascer de uma criança, ao contemplar as estrelas, a imensidão do oceano, o bater de asas do beija-flor, o desabrochar de uma rosa, um abraço entre pais e filhos, um beijo de um casal apaixonado... A vida é bela pra quem sabe apreciar...
E quando a mente disser que você não é capaz
Lembra de tudo que já superou lá atrás
Cê já caiu, já chorou, já quis sumir
Mas mesmo assim, olha só… cê ainda tá aqui
Através da vidraça os olhos já não alcançam
o horizonte em detalhes acinzentados,
descortina-se lá fora a visão da liberdade,
embora ali dentro existam braços acorrentados
Sobre a mesa simples a louça especial,
ornando com a toalha de renda branca e linda,
tingida por pétalas de flores caídas,
apenas lembranças, outra tarde quase finda...
O corpo transpirou e quase dormente
deixou agitar o coração em desarmonia,
n'alma os sonhos, aos poucos, sucumbiram...
Percebeu grande vazio, tão de repente !
flutuando nesse escuro vácuo de agonia,
ao amor que se ausentou, lágrimas surgiram...
Por trás das cortinas
É lá que mora o medo,
A distração,
O fracasso,
As falhas.
Por trás das cortinas
Mora um coração ferido,
Uma alma amargurada,
Um silêncio demorado.
Por trás das cortinas,
As máscaras caem, o choro vem. O sorriso some, e vem a dor.
Por trás das cortinas
Nascem as lágrimas,
Nascem as poesias tristes,
E é por trás dessas cortinas
Que está você, frustrada e com medo de ser.
Dores penetrantes, a vida irritando por causa da ausência de ser retribuída logo; o tempo passa e as cortinas estão lá, escondendo a pobre menina chorona, de sorrisos encantadores, mas que sangra no coração.
Saia logo e veja a verdadeira plateia que espera por você, sem máscara, sem choro, sem artes, sem maquiagem, apenas você e você mesma!
Você é forte e jamais diga que não! Afinal, no palco, a artista é você e o público aguarda!
O caminho
A chuva lá fora,
as músicas no tom certo,
duas taças cheias sem o princípio do fim,
são o caminho para uma bela e representativa noite, juntas são uma demonstração de arte viva, de poesia acontecendo a tudo que os olhos podem ver e os corações podem sentir.
“Eu continuo andando, mas carrego dentro de mim um lugar onde o tempo não passa… e é lá que moram todas as coisas que eu nunca consegui deixar para trás.”
— Anderson Del Duque
Algumas das pessoas que hoje estão no corredor da morte poderiam não estar lá se os tribunais não tivessem sido lenientes com elas enquanto eram rés primárias.
AMOR COMERCIAL:
É fria e úmida a chuva que cai
Madrugada adentro.
E eu a senti-la aqui sozinho
Encontro esse poema, meu alento,
Esse poema comercial... Ele versa o amor
Fala do amor? Ou de amor?
Ah! Quem falar do amor seria capaz?
Sobre a vidraça em brumas que nos separa
Eu posso exprimir seu rosto,
Meu sonho é comercial!...
Porque assim são iguais todos os textos,
Todas as cenas, e todos os temas,
De amor... São iguais.
Do amor que se expele que se explicita.
Eterno (...). Que como o ódio, e como a libido,
O homem prova para reprovar
E falar de amor é comercial.
Também é comercial,
A criatura que não é do criador.
Deveras minha poesia é comercial.
Eu quem merecia morrer
Eu quem merecia estar lá
Eu quem merecia sofrer
Mas o Senhor quem foi em meu lugar
Rapha Brito / Maurício Paes
