Jean la bruyère

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Amar a Amazônia, como ela é muito alem de como conseguimos vê-la... me alertava meu querido amigo, mestre o artista e intelectual amazonense Moacir Andrade. Amar verdadeiramente selvagem para entende-la.

A Bíblia permanece à esquerda da mesa do Senado e qualquer deputado pode usá-la como regimento interno do Planalto.

Tive pai e ele me ensinou a humildade; tenho Deus o Pai e Ele ensina a todos como obtê-la e fazerem parte do Seu reino.

Quando pensamos nas coisas lá de cima, não há lugar
para as coisas aqui de baixo ocuparem a nossa mente.

Quem fica para lá e para cá, sem fazer algo que presta ou que seja útil, tem uma agenda vazia e passageira.

“La Vereda” soa como um convite a andar fora da estrada principal.
A vereda é o caminho íntimo, o desvio onde o vento cochicha e as árvores sabem teu nome.
É o espaço entre o destino e o acaso, entre o sol que queima e a sombra que alivia.

O olhar dela anda comigo dia e noite,
sem eu vê-la,
sem eu conhecê-la.
Não tem rosto completo,
não tem história contada,
mas pesa como quem ficou.
É presença sem encontro,
companhia muda,
sombra que não larga.
Ela caminha nos meus passos,
vigia meus silêncios,
habita o que não aconteceu.
E mesmo sem ter existido de fato,
ela existe em mim.

⁠"Seja qual for o seu propósito de conexão à sua missão, vai lá e comece a arquitetar o fluxo!" 

⁠Amar alguém é aceitar a essência dessa pessoa, sem desejar moldá-la aos nossos ideais.

Pare de remoer passado, lave este rosto menina. La fora tem um mundo esperando para te ver sorrir.

Três afirmações não batem:
A Bíblia é ultrapassado e arcaica, porém querem destruí-la?


Cristo não existiu Deus não existe, mas perseguem cristãos como ameaças por crerem no que não existe?


Comunismo é algo bom para o povo, mas algo que é bom parar alguém é imposto a força?

Não sei porque, mas as vezes o ar fica pesado, de maneira tal que cansa respirar. Sei lá entende? Coisas que não dá para explicar.

Nave vai ao espaço
Versos vêm, assim,
De
co
la
mos


Mente
Mente
Mente


De
co
ra
mos

Pelas palavras o homem sonha
Pelas palavras é possível alcançar
Pelas palavras se deixa pra lá
Pelas palavras se chora
Pelas palavras alguém encontra.
Pelas palavras volta-se a sorrir
Pelas palavras lembramos
Pelas palavras não julgo
Pelas palavras vou a tantos lugares
Pelas palavras fui lembrado
Pelas palavras formou opinião
Pelas palavras se pegou na passado
Pelas palavras chegou ao destino
Pelas palavras levou a mais
Pelas palavras não voltou a trás
Pelas palavras pensou bem
Pelas palavras foi necessário
Pelas palavras matou a charada
Pelas palavras entregou tudo
Pelas palavras fossou a barra
Pelas palavras tá bem quisto
Pelas palavras precisa desabafar
Pelas palavras esperava mais
Pelas palavras comprou a ideia
Pelas palavras não vai
Pelas palavras está tranquilo
Pelas palavras prestou atenção
Pelas palavras olhou...
Pelas palavras se ouve o que a boca cala

A poesia precisa do poeta para pega-la
com palavras
como a água precisa de algo
para conte-la,
se não fosse a tinta da caneta
a poesia seria desperdiçada
despalavrada no não
e não declamada
saciando o imaginar
que pede conclusão
contida em cada letra
preciosa em um poema
é só vim e pegar um declamar
e ser

Concha




Lá longe não se sabe onde
A ideia pega salga e sopra
Vem rolando o manto azul
Num vai e vem e alguém
num barco pesca
Passa e deixa
Segue o manto que banha tudo
Sobe e baixa
Cheio de peixes lá no fundo
Olha o tanto que dá pra escutar
Será concha será letra será
O uuuuuh do vento
E o sentimento na areia
Sai no banho não sai não sai a palavra mar
Vem o manto banhado tudo
E o som no último verso a quebrar






Leonardo Mesquita

Abrir um verso entre as infinitas possibilidades...
é como cortar uma fruta ou abri-la com a mão 
então, já com letras na boca saborear palavras narrando 
um verso gostoso 
entre outros maduro maduro que colho na ocasião... 
o léxico da verso o ano todo, as margens da possibilidade com suas raízes profundas tem sempre contexto, 
só cabe encontrar o jeito
de derrubar palavras sempre amadurecendo a imaginação...




Leonardo Mesquita

O POVO LÁ DE CASA


O pessoal lá de casa era louco,
queimava pipoca e roia o coco;
Amava com gritos e chorava rindo,
Quando alguém caía: eu acho é pouco.


Era uma família grande, tinha burro e gênio.
Quando um vencia, o outro roubava o Prêmio.
Lá em casa não era democracia: era ditadura.
Meu pai era o mais calmo, minha mãe a mais dura.
Havia sabedoria, mas também muita loucura.
Era impossível imaginar
Que pudesse haver no meio dessa baderna, ternura?


E sim, havia amor, frustração, paixão, cura.
É claro que também se via amargura.
Não dá para negar que existe
Rebentos fortes, mas também tristes.
Mas eu sei que a matriz é feliz.
E quem de fora fala, não sabe o que diz.
Dos 13 ramos, um já se foi, outros criaram asas.
Eu, embora, longe, sinto orgulho de ter nascido lá em casa.

Escrita e Sentido


Pode ser que alguém
lá fora, longe de ti,
precise adentrar-se na tua escritura
e emergir nas mensagens
que dela brotam,
como quem busca ar
no fundo de si
e encontra, nas tuas palavras,
um sopro de sentido
para continuar...
✍©️@MiriamDaCosta

A vida é muito contraditória, se você tá lá em baixo ela sempre arruma um jeito de te elevar, agora se você está lá em cima ela sempre irá arrumar um meio de te derrubar.