đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
â Eu sou rima, sou poesia.
Eu sou um furacĂŁo.
Mais este lado sĂł depende de vc querer apertar o botĂŁo.Â
â HĂĄ noites que paramos para observar o cĂ©u e tentar contemplar a Lua, mas sĂł recebemos de volta a escuridĂŁo.
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E de repente, nos damos conta, qua a escuridĂŁo tem a sua beleza tambĂ©m. đ€
â As redes sociais deram o direito de fala a legiĂ”es de imbecis que antes falavam sĂł no bar, depois de um copo de vinho, sem prejudicar a coletividade. Eles eram imediatamente calados, mas agora tĂȘm o mesmo direito de palavra que um PrĂȘmio Nobel.
â Eu gosto de viver com a realidade, mas com algum delĂrio. Porque sĂł a realidade pra mim Ă© insuportĂĄvel.
â A maior libertação que vivi foi quando entendi que nĂŁo preciso provar nada pra ninguĂ©m. SĂł eu sei o preço que pago todos os dias pra continuar de pĂ©
â Demorei tempo demais pra entender que tentar ser tudo pra todo mundo sĂł me destruĂa. A necessidade de ser aceito me fez esquecer quem eu era.
â Ăs vezes, sĂł quero a paz.
Sabe? Ser diferente...
Ser tĂŁo profundo quanto ausente.
Ă olhar com os olhos da alma,
com serenidade, doçura e calma.
Caminhar com os pés firmes no chão
e carregar no peito um valente coração.
â Observe, vocĂȘ sĂł tem um "inimigo đđœđđœââïžđđœ" toda vez que vocĂȘ continua, ele perde!
â A solidĂŁo nĂŁo Ă© estar sĂł, Ă© estar rodeado de pessoas que nĂŁo conseguem ver quem realmente somos.
â ĂS VEZES Ă SĂ SOBRE ACEITAR.
 aceitar que a gente tem que se retirar no meio do caminho e deixar ir.
aceitar que o amor nĂŁo Ă© um contrato de permanĂȘncia.
aceitar que pode doer a cada despedida, mas a gente sobrevive.
e pra sobreviver a gente precisa aceitar.
Ă muito difĂcil me reclamar pra vocĂȘ, porque os seus problemas sĂŁo reais e os meus sĂł parecem uma criança tentando lidar com a realidade da vida adulta.
â Sempre tem um parente ou um conhecido sem noção que nunca te ajudou em nada mas ama fazer fofoca sobre sua vida.
â Oi? AlguĂ©m me escuta?
No meio do barulho da minha mente, eu sĂł tento encontrar um pouco de silĂȘncio.
Um silĂȘncio que, ao menos, me ajude a me organizar por dentro.
Sinto a dor da ausĂȘncia, do desprezo, da rejeição.
SerĂĄ que sou tĂŁo difĂcil de amar assim?
Serå que não mereço ser amada, ser lembrada?
Fico me perguntando o que eu fiz de tĂŁo errado...
Enquanto o mundo lĂĄ fora segue, cada um vivendo sua vida,
e eu aqui â parada, sofrendo por migalhas.
Migalhas que, pra mim, jĂĄ seriam o suficiente pra levantar da cama com um pouco mais de vontade.
Apesar do caos que minha mente Ă©,
ainda busco a paz.
Uma paz que nem mesmo eu consigo me dar.
â Ăs vezes me pego pensando⊠sĂł pensando mesmo.
Me sinto deslocado em meio Ă s pessoas ao meu redor. NĂŁo sou inteligente â e nĂŁo consigo ter uma conversa com os meus pares. Acredito que alguns atĂ© me consideram louco, por expressar certos posicionamentos que vivem na minha cabeça⊠e provavelmente sĂł nela.
Gostaria de conversar com as pessoas, mas sinto que nĂŁo tenho nada de interessante a dizer.
Por outro lado, me sinto livre e sem amarras quando escrevo meus textos. Sei que nĂŁo tenho capacidade cognitiva para isso â muito menos para debater â mas sigo por aqui.
