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Muitas vezes precisamos ultrapassar barreiras difĂceis, sĂł para mantermos a fĂ© em nossa força...
MĂŁe!
Ser mãe não é só carregar no ventre uma criança e dar a luz.
Ser mĂŁe Ă© bem mais que isso.
MĂŁe Ă© aquela que cuida, ouve, aconselha.
MĂŁe da bronca, carinho, amor.
MĂŁe briga COM o filho e briga PELO filho.
MĂŁe chora de alegria e de saudade.
MĂŁe sente a dor do filho, e se alegra com a vitĂłria.
Vemos muitas mĂŁes que nĂŁo deram a luz, mas sĂŁo MĂES.
Mãe-vó, mãe-tia, mãe-irmã, mãe-madrinha e às vezes até mãe-vizinha.
A amizade só depende de olharmos para alguém com o coração aberto... por mais diferente que o outro possa ser sempre temos algo em comum, sempre temos o que dividir e o que aprender.
SĂł necessito de algo recĂproco, algo que volte na sua mesma intensadade, da mesma forma se passa com o coração de tanto doar-se amor e nada receber, o combustĂvel se acaba.
Quando o sentimento encurrala a alma , sĂł lhe restam desabafar com as palavras para amenizar a agonia de sentir as facadas em seu peito.
Poesia maldita!#11;#11;
De dia Ă© sĂł tapinha nas costas, sorrisinhos e tal.#11;
Durante toda a noite desrespeita-me.#11;
Ă sempre tĂŁo agressiva quando estamos sĂł!#11;
Quando estou sĂł, muda de face.#11;#11;
Transfigura-se em disformes anagramas, anĂĄrquica,
#11;disfarça-se de anjo (durante todo o dia).#11;
SĂł pra manter a velha farsa,#11;
a velha covardia de sempre.#11;#11;
Trata-me como se fosse uma (sua) vadia.#11;
Maldita! Tomara que vire (pĂł) e (sia).
#11;Tomara que se perca em sua maldade #11;e
sem cor, versos, nem rima, padeça.#11;#11;
Um dia ainda te enquadro na lei, na lei da Maria da... #11;
Poesia...Tem pena de mim, né! Maldita! Maldito.
#11;Mal dito foi o poeta que inventou essa prisĂŁo um dia.
#11;Maldita prisĂŁo de lĂĄpis (caneta) e papel, mal se respira.
"Jamais defenderei os interesses de uma sĂł pessoa. Luto pelo bem comum, meu desejo Ă© ver triunfar a democracia."
- Siga em frente.
- Mas senhor, sĂł existe ĂĄgua, sequer uma pequena ilha Ă vista.
- Por isso mesmo, não procure alcançar um porto seguro sem antes lutar contra o medo que afoga a sua alma.
Eu sĂł queria poder viver sem ser dependente, queria poder andar pelas ruas sem sentir a necessidade, a falta, a todo o momento sinto a abstinĂȘncia pulsando no meu peito, a vontade irrefreĂĄvel, e tudo isto fica claro na minha face, começa a maldita agonia, eu fico desesperado, como se alguĂ©m estivesse me sucofocando e arrancando de mim cada parte da minha alma, mas eu tenho que manter a calma, eu presciso conter meus instintos, por mais que neste processo eles me devoram por dentro, tudo isto foi por causa de uma mulher, que com sua doçura e sorriso lindo me encantou e tomou meu coração pra ela, fez de mim dependente, usuĂĄrio do amor dela, mas ela se compara a um mistĂ©rio, se assemelha ao um grito no vazio no qual nĂŁo hĂĄ eco, se assemelha a uma flecha lançada, uma bala disparada que nĂŁo volta mais...Se toda estĂĄ agonia, este sentimento maldito Ă© amar, eu nĂŁo desejo isto nem para o mais pecador desta terra, se realmente tudo isto Ă© amar como as pessoas dizem , entĂŁo peço a Deus para afastar de mim esta desgraça, pois se nĂŁo ha tenho por completo, entĂŁo prefiro viver sem, eu luto eu movo os cĂ©us e se for presciso atĂ© o inferno, mas nĂŁo vejo a pessoa nem sequer mover uma palha...Mas eu insisto, eu puxo daqui, puxo de lĂĄ, e acaba por sĂł seu estĂĄ me esforçando, e chega a hora que nossos mĂșsculos se fadigam, caem no esgotamento extremo a tal ponto de nĂŁo querermos mais nos levantar, e nos afogamos no nosso prĂłprio sangue...Ă isto que acontece quando damos o sangue por alguĂ©m que nĂŁo valoriza nada..Com isso vem a decepção e o maldito Ăłdio de si mesmo..
