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Eu sĂł imagino a situação, de qualquer possĂvel ganhador nas Ășltimas eleiçÔes presidenciais, ao encontrar o Brasil na merda que se apresenta.
Pode até ter sido providencial e bom continuar a PresiANTA.
NĂŁo haverĂĄ constrangimento em tomar medias antipĂĄticas porque jamais serĂĄ eleita, em qualquer circunstĂąncia, para qualquer coisa.
Quem sobreviver verĂĄ!
Realmente não sei o que estå acontecendo, se são os problemas, o ambiente ou o meio, só sei que te desejo até mais do que eu deveria.
Ăs vezes as pessoas sĂł querem ficar sozinhas. Sem ninguĂ©m para tentar animĂĄ-las ou para piorar a sua situação. Sozinhas, apenas isso. Ă pedir demais? SĂł por que alguĂ©m disse que nĂŁo queria sair no final de semana nĂŁo significa que despreze sua companhia ou que esteja deprimida. Talvez sĂł precise que um tempo para ela. Ela e ela com seus pensamentos.
Eu sei que todos falam que quando se estĂĄ mal ou confuso Ă© bom ficar com as pessoas, mas e quando isso sĂł faz tudo se agravar? VocĂȘ se obriga a conversar e dar aquele sorriso inteiramente falso enquanto se sente completamente deslocado e isso vai se repetindo vĂĄrias e vĂĄrias vezes, atĂ© que vocĂȘ tenha a oportunidade de enfim, parar. Parar.
Claro que bons amigos muitas vezes ajudam e sĂŁo o remĂ©dio perfeito, mas talvez nĂŁo seja o necessĂĄrio no momento. Ăs vezes um bom livro e uma boa mĂșsica fazem melhor que muitos conselhos. O que eu quero dizer Ă© que nĂŁo adianta vĂĄrias pessoas tentarem ajudar quando tudo que vocĂȘ precisa Ă© de vocĂȘ mesma. VocĂȘ tem que ser sua melhor companhia primeiro. Como pode aturar as outras pessoas enquanto nĂŁo consegue lidar nem consigo prĂłpio? E pode demorar. As coisas nĂŁo mudam tĂŁo rapidamente como num passe de mĂĄgica. Pode demorar dias, semanas, talvez atĂ© alguns meses. Mas no momento em que vocĂȘ tiver entendido o que anda acontecendo, aĂ sim, poderĂĄ voltar Ă antiga rotina.
Apenas lembre-se de que a pressĂŁo pode fazer tudo demorar ainda mais. Dizer para a pessoa que ela estĂĄ diferente, que precisa mudar e que nĂŁo pode continuar assim sĂł fazem com que o sentimento de repulsa ao olhar para dentro e fora de si aumente ainda mais. Fazem-na sentir-se culpada por algo que nem consegue controlar. Ăs vezes sair nĂŁo Ă© a solução. Ăs vezes entrar Ă© o melhor a se fazer. Entrar dentro de si, examinar as coisas e tentar resolver os problemas. Depois, por favor, vamos beber alguma coisa e passar um tempo juntos por que jĂĄ estĂĄ tudo bem por aqui.
Hoje percebi algo diferente, ao amanhecer notei que o cĂ©u tinha um brilho especial, percebi que o sol queria me dizer algo, percebi que todas as coisas que eu sempre sonhei estava ali, ao meu lado, percebi o quanto a vida e incrĂvel, as folhas de uma ĂĄrvore molhada pelo ovĂĄrio da noite sem qualquer motivo resplendia seu encanto quando os primeiros raios de sol, refletiam em si, percebi que para ser feliz nĂŁo precisa ter tudo o que sempre sonhei, daĂ percebi o mais importante, que o sol queria me dizer na verdade, Ă© que tenho que deixar acontecer, pois todas as coisas do mundo conspiram ao meu favor basta eu querer que uma simples palavra tem o poder de me tonar a pessoa mais feliz desse mundo .
O horizonte,;
A pessoa que leva a vida sĂł olhando para o horizonte, termina nĂŁo enchergando o mundo de flores ao seu redor.
Josué Morais.
Meus 15 anos!
Eu sempre me senti diferentes das outras garotas. NĂŁo mais bonita, nem mais feia, sĂł diferente. Nunca gostei de maquiagem, quando usava me sentia o curinga personificado. Minha moda? Eu mesma criava o meu jeito de me vestir. Saltos? Nunca gostei, eu preferia All Star. Roupas com decote? Eu passava longe!
Eu estudava em uma escola de tempo integral - Escola Estadual de ensino integral Emanuel Rosa Sales. Meu tempo de escola nĂŁo era diferente desses famosos clichĂȘs que passam nos filmes: "Garota bonita vs Garota feia".
Bruna, Ă© uma daquelas garotas que todos os meninos sĂŁo loucos para "pegar". Realmente linda e atraente, mas posso dizer que tinha muita beleza e pouco conteĂșdo. Eu era exatamente o oposto dela. Enquanto os garotos faziam fila para namora-la, eles tambĂ©m faziam fila para fugir de mim.
O meu primeiro e tĂŁo sonhado beijo, aconteceu com um garotinho da escola, que tinha por nome Pedro. Eu estava feliz, cheguei a pensar que ele e eu namorarĂamos (quanta inocĂȘncia)... Depois de alguns dias trocando beijos e acreditando que estĂĄvamos juntos, Pedro me deu um belo fora dizendo:
- NĂŁo posso mais ficar com vocĂȘ, meus amigos estĂŁo me zoando e falando que estou namorando uma garota que parece menino.
Eu chorei muito ao ouvir aquilo, eu tinha apenas 13 anos e nĂŁo entendia porque insistiam em me rotular gay.
Comecei a perguntar a mim mesma se aquilo era resultado do modo como eu me vestia ou talvez o jeito masculino como eu andava (eu jĂĄ tinha ouvido alguns colegas dizendo que eu nĂŁo sabia rebolar e andava de um jeito masculino. Eu nunca imaginei que existia regras na forma de andar, onde diferia homens de mulheres.) Talvez a minha falta de feminilidade tenha contribuĂdo em toda essa construção pejorativa que as pessoas tinham com a minha aparĂȘncia.
Um dia almoçando sozinha na escola, sentou uma garota na minha mesa (de nome Nicole) para me fazer companhia. Isso raramente acontecia... Ela me tratou bem como hå muito tempo não acontecia, disse que entendia tudo que eu estava vivendo pois também passou pelo mesmo ao se assumir.
Fiquei brava por ela ter agido como se eu tambĂ©m fosse lĂ©sbica. Levantei furiosa e fui embora pra minha sala deixando o almoço quase intacto na mesa. Sentei na minha cadeira e comecei a refletir que talvez aquela menina tenha sido a Ășnica que me tratou bem, nĂŁo se importando com o que falavam sobre mim. E se eu tinha tanta raiva daqueles que me julgavam, porque logo eu iria julga-la? Voltei ao pĂĄtio e olhei em volta para encontra-la e fui atĂ© onde ela estava para me desculpar.
Ela desculpou-me e se tornou minha melhor amiga. Quando alguém zoava a gente nos chamando de lésbicas ela sabia exatamente como nos defender, até parecia que ela acostumou com aquilo ao ponto de ser mais forte e pouco a pouco ela me ensinava a ser forte também.
Depois de um tempo esse tal menino - o Pedro - começou a me zoar com os demais amigos... Me chamava de "Maria macho", "sapatĂŁo" e uma sĂ©rie de coisas desse gĂȘnero. Eu chorava e tinha vergonha de ir a escola. Eu implorava que minha mĂŁe me tirasse de lĂĄ, mas ela inocentemente achando que era preguiça de estudar, nĂŁo atendeu meu pedido. Eu comecei a rezar que a convivĂȘncia na escola melhorasse, mas tudo sĂł piorava, passei a ter medo de me aproximar das pessoas e chorava quase sempre que estava sozinha.
Eu comecei a cair em uma depressão enorme. Piorando eu morria de medo de falar para minha mãe o que estava acontecendo. Eu tinha medo que ela também achasse que eu era lésbica. (eu era só uma garota de 13 anos sentindo-se só).
Os boatos sobre minha sexualidade se espalharam e logo todos os alunos e alguns professores jå estavam sabendo da história e tomando essa mentira como uma verdade absoluta. Eu me afundava a cada dia em uma solidão absurda dentro de mim. E sempre quando me viam chorando nos cantos da escola, afirmavam que era vitimismo para chamar atenção.
Tentei me afastar da Nicole para diminuir os boatos, mas sem ela a escola era ainda mais difĂcil de suportar. Nossa amizade sĂł crescia e os boatos de que estĂĄvamos namorando se espalhou pela escola.
Em uma manhĂŁ de quarta-feira fui ao colĂ©gio, mas nĂŁo tive coragem de entrar na sala de aula. Eu tive fobia/medo daquelas pessoas que se diziam meus colegas. Covardemente desisti de entrar na sala e segui de uniforme, livros e mochila atĂ© a saĂda para tentar ir embora da escola, mas infelizmente os portĂ”es jĂĄ haviam sido fechados e eu em uma atitude desesperada para nĂŁo entrar na sala, segui em destino ao banheiro do vestiĂĄrio feminino. Fiquei lĂĄ por quase 4 horas sentada no chĂŁo do banheiro, por mais desconfortĂĄvel que fosse, era melhor para mim que entrar na sala.
Na hora do intervalo um grupo de meninas da minha sala entraram no vestiårio para retocar a maquiagem antes de irem almoçar. Ironicamente notei que o assunto da conversa era sobre mim. Elas falavam em alto e bom som, para que quem entrasse naquele banheiro pudesse ouvir que os diretores deveriam expulsar-me, pois pois era inaceitåvel um namoro lésbico na escola. Todas caiam na risada, pareciam contar a mais engraçada de todas as piadas.
Abri a porta do banheiro e com toda a raiva que eu estava sentindo, empurrei uma delas contra o banco do vestiårio. Por ironia, era a Bruna. Mas meu ódio me cegou e não consegui parar de machuca-la, suas amigas tentaram separar a briga e chamar socorro, mas até lå eu jå tinha feito um estrago no rosto dela.
Fui suspensa após isso e quando finalmente voltei à escola minha vida se tornou um inferno ainda pior. Bruna começou a espalhar boatos mentirosos sobre mim, afirmava aos quatro cantos da escola que me viu beijando uma garota e eu havia batido nela para que ela não falasse a verdade sobre mim.
E enquanto pessoas como a Bruna e o Pedro se voltaram contra mim, a Nicole se aproximava cada vez mais e me fortalecia.
O tempo foi passando e eu acabei me encantando por aquela garota. Me encantei por ela e não por ser uma menina. Acabei me apaixonando pela forma que ela me cuidava e me protegia do mundo. Eu não sei se nasci lésbica ou se me tornei devido as circunstùncias, mas até hoje não me arrependo.
Parei de me importar com o que as pessoas falavam sobre mim e passei a ter orgulho de quem eu era. Tomei coragem e me assumi para minha mĂŁe que, graças Ă Deus, me aceitou bem. No inĂcio eu tinha receios de assumir atĂ© a mim mesma, mas depois que eu me aceitei vi que minha sexualidade nĂŁo me fazia menos que as demais pessoas.
Fomos o primeiro casal lésbico da escola. Era algo novo e inusitado, após isso muitos outros casais gays começaram a assumir também.
Ao me assumir, uma porção de barreiras difĂceis começou a surgir para que eu quebrasse. Eu era vĂtima de preconceito constantemente. AtĂ© daqueles que deveriam nos defender. Acabei sendo obrigada a mudar de escola apĂłs uma conversa de diretores com minha mĂŁe. As pessoas nĂŁo aceitavam e parecia que a minha sexualidade desmoralizava a todos.
Pessoas se afastaram e deixaram de ser meus amigos, no inĂcio nĂŁo entendia o que estava acontecendo comigo. Eu era uma menina como todas as outras, a Ășnica coisa diferente era o que eu trazia no meu coração. Mas desde quando a minha forma de amar muda quem eu sou?
(...) ANOS PASSARAM
Deixei de ser a menina assombrada, para me tornar a mulher destemida. Concluà o ensino médio e iniciei a faculdade de Psicologia.
Um certo dia vindo da faculdade, encontrei uma garota desolada, com a cabeça baixa, sentada em um banco na rodoviåria. A faculdade é em uma cidade vizinha, então fazia parte da minha rotina descer do Înibus na rodoviåria e ficar na espera da minha mãe ir buscar-me.
Jå era tarde e não tinha quase ninguém na rua, era por volta de quase onze e meia da madrugada. Me aproximei e quando a tal garota levantou a cabeça, vi que se tratava da Bruna. Nesse momento eu gelei, fiquei paralisada e sem ação.
Ela tentou ignorar a minha presença, continuando sentada em um banco, tentando abafar o choro. Creio que se sentiu intimidada. Tentei me aproximar, porĂ©m eu estava com certa vergonha. No fundo eu sentia muita mĂĄgoa, raiva e desprezo ao lembrar de tudo que ela me causou anos atrĂĄs, mas ir embora e deixa-la para trĂĄs naquele estado me traria peso na consciĂȘncia. JĂĄ era tarde e seria perigoso para qualquer garota ficar ali naquele horĂĄrio sozinha. Insisti para que ela se abrisse e eu pudesse entender o motivo do choro. Mesmo com muito medo que ela me tratasse mal como tratou em todas as vezes que cruzamos.
De inĂcio ela me tratou mal e disse que eu estava tripudiando da tristeza dela. Ela implorou para que eu me afastasse, mas eu fui insistente. A verdade Ă© que ela estava insegura, achando que eu estava ali para me engrandecer com sua dor.
Sentei ao seu lado no banco em que ela se encontrava e disse:
- Eu não quero te fazer mal, se o destino fez que a gente se encontrasse a essa hora, talvez fosse mesmo pra ser assim, do contrårio, as forças superiores teriam enviado uma daqueles suas amigas do ensino médio. - Rimos juntas.
Ela começou a chorar e me abraçou, fortemente como se fosse um pedido de desculpa por ter durante tanto tempo me perseguido. Creio que a minha piadinha fora de hora sobre ensino médio tenha despertado tais lembranças nela.
Ela ainda presa no meu abraço, contou-me que acaba de ser expulsa de casa e o motivo era sua sexualidade. Eu fiquei surpresa. Puts! Sempre imaginei ela héterosexual e agora essa revelação, caramba me pegou realmente surpresa. Ela chorava mais que antes e me pedia desculpa por tudo que me causou e me abraçou ainda mais forte.
Quando minha mãe finalmente chegou para me apanhar da faculdade, eu expliquei toda a situação e pedi permissão para leva-la para dormir aquela noite em casa.
Minha mãe respondeu algo que me fez agradecer aos céus por ter a sorte de ter nascido daquela mulher:
- Ă claro que pode Lanny. Algumas vezes na vida, nĂłs pais tememos tanto que nossos filhos sofra, que brigamos para que eles sigam um caminho que a nossos olhos seria menos doloroso. Talvez seus pais sĂł esteja com medo de tudo que vocĂȘ vai enfrentar pela sua sexualidade. No inĂcio eu tambĂ©m agi assim, mas depois me preocupei em nĂŁo der para minha filha um exemplo dessas pessoas que nĂŁo se importam com com a felicidade. NĂłs as vezes buscamos tanto o melhor para nossos filhos e esquecemos que o melhor nem sempre Ă© o caminho mais fĂĄcil e sim o caminho que mesmo difĂcil os fazem mais felizes. Eles vĂŁo te aceitar Bruna, Ă© questĂŁo de tempo atĂ© que eles vejam a filha maravilhosa que vocĂȘ Ă©.
Naquela noite e por mais alguns meses Bruna passou a dormir em minha casa. Esquecemos sobre o passado e firmamos uma amizade forte. Hoje somos quase como irmãs. Após alguns meses sentindo na pele o peso da rejeição e do preconceito ela foi finalmente aceita por seus pais e hoje é namorada de uma garota linda que costumo chamar de cunhada.
NĂŁo sei se dĂĄ pra tirar uma moral dessa histĂłria, mas se desse seria: O mundo gira e as pessoas que hoje vocĂȘ oprime, amanhĂŁ pode ser uma das poucas que vai te estender a mĂŁo quando precisares.
Repentinamente me vejo sendo outra vez aquela garota de quinze anos. Isso Ă© tĂŁo assustador!
Me vi presa outra vez dentro de mim mesma, com medo de sair do quarto e viver. Parece tĂŁo louco me sentir assim. Eu sempre me achei/pensei ser tĂŁo segura de mim mesma.
Me sinto de mal com o espelho, quando fico diante dele vejo um reflexo errado de mim. Por mais louco que seja, ele mostra a imagem de uma garota de quinze anos chorando, mas eu sou uma mulher. Ele deve estar refletindo errado ou sera o reflexo da minha alma?
As pessoas me olham, mas sinto que sĂŁo sempre olhares focados para as minhas "imperfeiçÔes" e nunca olhares de admiração. Eu jĂĄ desisti de conhecer novas pessoas por vergonha da minha aparĂȘncia, recusei alguns encontros por puro medo do que os outros pensariam de mim depois de me conhecerem a fundo.
Sei que muitas pessoas nĂŁo entendem meus sentimentos, minhas escritas, minha palavras. Mas a confusĂŁo dessas palavras combinam com meu excesso de sentimentos confusos. Sou tĂŁo de mal comigo mesma que me recuso a pensar na ideia de alguĂ©m me ver com bons olhos... Ă como se fosse impossĂvel na minha cabeça.
Cinco anos passaram e a garota de quinze anos ainda nĂŁo morreu dentro de mim. Ela continua chorando e se sentindo abandonada nesse mundo onde sĂł parece caber pessoas de boa forma e pouco conteĂșdo.
Gosto de pessoas que buscam despir não só meu corpo, mas minha alma também.
Vejo um novo recomeço
Quando eu te vi,
bateu um desejo!
So que não te reconheço,
Mais so penso no seu beijo!
Eu sĂł quero curtir a vida um pouco mais, sonhar, apenas sonhar, fica com tudo e com todos. Diversidade e meu lema.
Quando decidi fazer minhas escolhas, aonde ir, quando voltar, ir sĂł ou acompanhado, amar ou ser amado, andar ou correr, sorrir,chorar ou sofrer....
Descobri que finalmente eu era livre para fazer as minhas escolhas, certas ou erradas e ser feliz!
Todo mundo tem vontade de fugir para um lugar bem distante. SĂł nĂŁo o fazem por uma simples pergunta que ronda as mentes e atormenta as almas. NĂŁo Ă© o medo que paralisa os homens. Nem a fome, solidĂŁo ou mesmo a guerra. O que estagna Ă© nĂŁo saber de onde veio e o mais importante. Ă nĂŁo saber para onde deve ir.
Por isso a distĂąncia lhe parece tĂŁo bela.
à tão doce, tão singela, às tentaçÔes por ela só correm em direção ao mar. como corria no tempo de menino para a frente do portão, ver da escola ela chegar.
NĂŁo finge que queres ajudar me, quando no fundo sĂł me queres ver destruĂdo ....
Não se finge de seres meu amigo, porque eu conheço todos seus planos sobre mim!
HĂĄ perguntas que nĂŁo devemos fazer, porque sĂł existe um ser que Ă© capaz de responde_las e este ser nĂłs o desconhecemos! Mas eu sei que existe e sempre existirĂĄ...
