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A tristeza que sinto,provocada pelo fato de vocĂȘ mal me notar,sĂł nĂŁo Ă© maior que a esperança de que um dia isso venha a mudar...
SĂł vocĂȘ.
Procurei achar o que queria ter, esquecendo de buscar o que eu mesmo podia fazer. Ganhei do nada em meio a tudo o mundo. Mas desse mundo inteiro eu sĂł queria mesmo vocĂȘ.
E que graça teria se desfazer de uma personalidade (Ășnica), sĂł sua ?!.
Que graça teria imitar um personagem?!
*Cartas para as Pessoas
Eu, sou inteira em Deus,
Pois o mundo sĂł despetalou, murchou e matou tudo
Que ELe reconstruiu dentro de mim
Novamente!
Ela não acredita mais nos mitos e tradiçÔes da passagem do ano. No fundo, ela só vai acordar em uma data do calendårio e dormir em outra, depois da meia noite. O branco, o espumante e as ondas são só para cumprir o protocolo. Ela vai juntar os cacos do que restou dela depois de um ano cheio de surpresas agradåveis e desagradåveis. E, conversando com ela mesma, fica admirando a falta de empatia de muitos que, durante algumas horas até o dia seguinte, se transforma em simpatia de todos. Por isso, quando os fogos anunciarem a chegada do novo ano, ela só quer continuar sendo forte para continuar sobrevivendo a toda essa loucura do mundo. Só isso.
A existĂȘncia por se sĂł jĂĄ Ă© o grande
Bem que temos nessa vida, e devemos sempre agradecer Ă Deus
Por esse milagre no qual fomos tão abençoados.
"Se nĂŁo vai
NĂŁo desvie a minha estrela
NĂŁo desloque a linha reta
VocĂȘ sĂł me fez mudar
Mas depois mudou de mim
VocĂȘ quer me biografar
Mas nĂŁo quer saber do fim
Mas se vai
VocĂȘ pode ir na janela
Pra se amorenar no sol
Que nĂŁo quer anoitecer
E ao chegar no meu jardim
Mostro as flores que falei
Vai sem duvidar,
Mas se ainda faz sentido, vem
Até se for bem no final
SerĂĄ mais lindo
Como a canção que um dia fiz
Pra te brindar"
NĂŁo permita
Que o passado te aprisione
Pois ele
SĂł serve-nos apenas de ponte
Na travessia da vida
Na conquista do presente em que foste
Predestinado a viver...
Faça-se
Presente
Deixe o passado ausente
Para o futuro
Ser uma porta a mais na conquista
Dos seus sonhos.
Miragem
Quimeras nĂŁo me deixes sĂł, no fundo
Do fosso da ilusĂŁo, deste veloz mundo
Subindo e descendo, remando trova
Tentando entender e ser alguma prova
Além, de estar debruçado no horizonte
Querendo mirar uma tal e desejada ponte
Que possa me levar ao outro lado, reverso
Se nas mĂŁos sĂł tenho o meu amor e verso.
(Pois, cada miragem, solidĂŁo, eu confesso).
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Cerrado goiano
Poema do imaginĂĄrio
Vamos pulsar a vida
Expulsar e por de partida
Qualquer forma de desamor
Some no abraço o laço acolhedor
Ă preciso amar
Ă preciso atar
No olhar, a cumplicidade
Chegar mais na felicidade
Como quem chega
Para alguma parte
E sempre rega
O sonho em arte
A vida em entrega
âO silĂȘncio Ă© o exato momento do nada no lamento.â
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Cerrado goiano
Ă como duas partes de uma corrente que se une atravĂ©s de um Ășnico elo, que se juntam, formando um sĂłlido e importante pacto que, jamais em nenhum momento se quebrarĂĄ
Quem constrĂłi por si sĂł um bom nome , nĂŁo precisa de BiogrĂĄfia .
D.A
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Autora : Gislene Pascutti
