"A troca da Roda" Bertolt Brecht
Esta chegando o dia em que você troca seu voto por uma dentadura e depois passa quatro anos sem ter o que mastigar com ela!.
Ficar com alguém hoje em dia é fácil, difícil é permanecer. E neste vai e não volta, troca - troca...o amor fica na ciranda, feito bobo....porém existente...sem a sensibilidade de ser acolhido.
ALEGRIA
Ser mãe é amar
É gerar
É cuidar
É amar incondicional que nada espera em troca
É um afeto desmedido sem ser incontido
Ser mãe é um ser infinito de esperança.
Ser mãe é proteger e amparar
É encontrar sempre as palavras certas
SER MÃE É AMAR, AMAR!
O VOTO
Se em uma época se dava dentaduras ao povo em troca de votos, qual o problema do partido opositor dar o de mastigar?
vem que eu tenho tanta coisa para te falar , que tudo mudou tudo troca de lugar , algo importante para poder lhe dizer que a vida é valiosa com Deus e com você .
Amar é se doar e fazer de tudo para a outra pessoa se sentir feliz e unica sem pedir nada em troca, pois se for verdadeiro e reciproco, será retribuído da mesma forma.
Se há algo nesse mundo que ainda acredito, são nessas pessoas que se doam pra não ter nada em troca além do amor.
Morre lentamente quem não troca o certo pelo incerto pra buscar a realização de um sonho. Viver exige bem mais do que simplesmente respirar!
Há pessoas que amam e desamam como quem troca de roupa, carência ou desilusão ? Quem sabe, um amor do passado, perdido na estrada do tempo.
O amor não depende de troca,por mais que a reciprocidade seja importante...Mas amar é um ato de escolha...não se faz barganha com o amor...você ama pelo simples fato de transbordar amor.
Ceder sem oferecer os princípios em troca... Isto é relação... Ceder a ponto de perder a identidade... É subordinação... Quem te encontra em essência te transforma... Quem te subordina na aparência te deforma...
O amor é isso, uma troca sincera de sentimento e respeito. Ele deve vir para somar, te fazer pensar e mostrar o quanto você andava despercebido para certas coisas e sensações.
A vida é essa contante troca de cenários. Eu ainda tenho essa fraqueza. Aceitar mudanças. Não de casa, não de cidade. A mudança que me desnorteia é a das pessoas. Que bom seria se todas continuassem como aquelas que ainda habitam nas minhas memórias, rindo, brincando, correndo. Sem mágoa. Sem intriga. Sem fofoca. Talvez as pessoas matem muito sua essência quando crescem. Talvez olhem muito para si e menos para os companheiros de jornada. Minha fraqueza ainda é essa: Quanto o vento da mudança sopra, eu ainda me seguro para não sair voando, ao invés de construir meu moinho de vento.
