Dia Nacional do teatro
Talvez você seja a personagem principal da minha peça de teatro solitária, no final só sobramos eu e você, dois loucos fanáticos por amor e música.
No teatro do engano, seu papel é de artista,
Um mestre em fingir, na trama egoísta.
Palavras como facas, cortando a confiança,
A pior pessoa para amar, uma cruel dança.
Seu abraço é um labirinto, de sombras e mentiras,
Onde o amor definha, e a tristeza transpira.
Em seus olhos, o reflexo da ilusão persiste,
A pior pessoa para se apaixonar, um poço triste.
Temos em nós toda nossa história do mundo e mesmo assim o mundo ainda é um circo, um teatro. As estrelas nossa plateia.
“No teatro da vida, evitamos a culpa, os erros e as frustrações, não por acaso, muitas vezes nos abrigando na crítica e no julgamento. Contudo, esquecemos que a verdadeira conquista emerge da coragem de confrontar nossa própria realidade, com todos os seus percalços. Sem essa clareza, transformamo-nos em simples intérpretes melancólicos, representando papéis vazios em histórias fictícias, onde o outro eternamente ultrapassa nossa verdadeira essência."
(marcellodesouza_oficial)
Tudo mentiras. A religião é um teatro dos horrores usando a imaginação desses com estórias lúdicas e metaforicamente, para com psicologias manipular todas as mentalidade com deficit cognitivos ou tríade oligofrenica estando infantis carentes de uma poderosa figura paterna e também doentes com as já descobertas 300 psicopalógicas.
No teatro da minha vida nosso amor é o espetáculo principal, quando estamos juntos é um grande "Dane-se o mundo", não é banal.
São minutos que parecem eternos, piadas malucas bem encaixadas, querida, seu time é o Big Bang de Londres com cirque du soleil combinados.
Tantas conquistas nos esperam nessa história; barroca, poética, romântica, caleidoscópica, também shakespeareana.
No fechar das cortinas sobre aplausos e arremessos de rosas brancas, meu amor, quero dançar com você sobre as nuvens numa noite estrelada.
A Igreja não pode ser um palco de show ou teatro, pois ela nao está ali para fazer as pessoas esquecerem seus problemas ou pecados, a igreja existe para dar nova vida a cada ser humano.
“Participe do teatro da vida,
Porém, não seja...
Um mero figurante.
Torne-se o protagonista de sua história.
Não tenha medo de atuar.
– Vaias? – Passarão!
– Aplausos? – Passarão!
E o último ato você já conhece:
– Os véus da vida se cerrarão!”
(Rogério Pacheco – 05/02/2024)
Teófilo Otoni/MG
Aquele teatro mágico, estava percebendo, não era nenhum paraíso. Todo o inferno estava reunido sob sua bela superfície. Oh, Deus, também aqui não havia redenção?
Na ditadura, a democracia se converte em um falso teatro político, onde as eleições nunca passam de meras farsas.
"O mundo é um grande teatro, e cada pessoa vive sua própria peça, mentiras; ilusões; falsas amizades e falsos sentimentos rodam a atração o tempo todo. Você irá se render aos truques de mágica ou irá questionar cada movimento?"
Casamento não é um conto de fadas. Se você quer viver um, faça um curso de teatro e espere que um roteirista de cinema lhe contrate.
És um grande teatro
Sentei-me nas fileiras finais, para assim, poder enxergar-te ao todo.
1°ato
Cortina fechada
Do palco, apenas via sombras e silêncio que se moviam em passos lentos de bailarina.
Ardentemente esperava por cada ato…
Entre trocas de personagens, imaginava como seria a surpresa de vê-la, despida de toda sombra que cobriam meus olhos e ouvidos.
2°ato
Limpei as lentes de meu binóculo esperando te ver mais perto
De passo em passo, nas sombras que eu via através da cortina, você flutuava lépida e fagueira.
3° e último ato
Levantei-me e fui ao seu encontro
Nervoso e sem saber ao certo a quem pertencia aquela sombra vista antes.
Quanto mais perto eu chegava, menor ficava a sombra.
Ao pé do palco, tentei olhar por baixo da vistosa cortina que me encobria a visão.
O maior dos mistérios, ali, na minha frente, mas atrás do véu.
Pude sentir o cheiro da misteriosa mulher, que a sombra desenhava para mim suas curvas.
terminou!!!
Quando abriu-se as cortinas, descobri o além.
Tal como no teatro, encenamos beijos e abraços, atuamos como se fosse nosso último bis.
Das sombras, agora tudo ficou real.
Da distância, agora passeio em seus lábios
Da cortina, fica apenas a lembrança de algo que um dia escondeu você de mim.
São os pequenos gestos que tornam o ato final, no teatro da vida, inesquecível, e vale muito à pena vivê-lo com intensidade.
Na pálida claridade de mais uma eleição, vejo desfilar, como num teatro de sombras, os rostos imutáveis dos políticos. Eles, os artífices da mentira, bordam com fios de ilusão as promessas que nunca se hão de cumprir. Nos palanques, seus discursos ecoam como cantos de sereias, enfeitiçando a multidão que, na sua eterna esperança, esquece a repetição do engodo.
As palavras, outrora instrumentos de verdade, são agora ferramentas da falsidade. Os eleitores, pobres marionetes, dançam ao som do desejo de um futuro melhor, enquanto aqueles que governam enchem seus bolsos com os frutos da nossa crença. É um ciclo vicioso de promessas e decepções, onde a esperança é plantada e a desilusão colhida.
A política é a arte da hipocrisia, onde a máscara esconde o rosto verdadeiro dos interesses pessoais. A riqueza, esse ouro vil, só aflora nas mãos dos que enganam, deixando aos outros apenas a poeira dos seus sonhos desfeitos. A riqueza, essa dama caprichosa, beija apenas os lábios dos que mentem com destreza, enquanto a honestidade definha na indigência.
E nós, pobres espectadores da nossa própria ruína, continuamos a buscar uma luz no meio da escuridão. A verdade, talvez, resida não nas promessas vazias, mas na força silenciosa que brota da nossa vontade de resistir. Pois, mesmo na penumbra, há sempre uma chama que insiste em brilhar, uma alma que se recusa a ser pequena, encontrando no próprio coração a chama da mudança.
Apesar de tudo, só nos resta ir votar, eleger quem se vai governar, pois a democracia, com todas as suas imperfeições, é ainda a nossa última esperança. É nela que, ainda que iludidos, depositamos a fé de que um dia o ciclo se rompa e a verdade prevaleça. Porque, afinal, a escolha é a nossa única centelha de poder, por mais ilusória que seja.
