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DESIDERIIS âŽ
Saiba desejĂĄ-la, sĂł nĂŁo espere um ato ... para fazĂȘ-lo.
Deseje ela pela forma que te olha, pela ternura que te toca ao lhe acariciar, faça dela Ășnica, singular em sua vida e em seus momentos; Instigue ela a expurgar toda sorte de vontade e malĂcias sĂł por estar ao seu lado, sĂł pelo calor de sua presença, somente pelas fragrĂąncias de sua pele
.
Deseje ela pela naturalidade de seu sorriso, pelo vestido que ela usa em um dia comum, somente para lhe agradar. .
Deseje ela por suas carĂcias sinuosas, pelo afago e pelo fogo de sua alma.
Deseje ela, mas dĂȘseje da maneira certa, pĂłs ela Ă© feita de tantas partes, que saborear somente uma faceta, seria desperdĂcio.
E que fique explĂcito que somente quando realmente souber deseja-la, saberĂĄ provar uma mulher por inteiro.(âŽ)
@gutogiacoobe
Onde serå que errei, para depois de tanto ter feito, estar sendo tão desprezado? Só me restam interrogaçÔes.
Jack era teimoso, doce igual leite moça, sĂł pensava em algumas moças, nascer, viver e morrer, era o que pregava, sempre apĂłs uma bebida com ĂĄlcool, pra ele era como combustĂvel, que injetava no seu ser imbatĂvel, era sĂł o que pensava ser negativo, nunca pensativo, sem auto estima, sem humor, sempre diziam pra ele ir ver um Doutor, depressĂŁo e solidĂŁo afetou Jack o ser sem noção, bebidas, drogas e cigarros, quase destruĂram a vida do pirralho, negação, proibição e revelação, quem salvarĂĄ esse ser entĂŁo?
Encarou de frente a loucura e a morte, olha que sorte, mas engraçado que ninguĂ©m note, sua vida foi baseada em um calote universal, com o ser transcendental, que criou tudo sem se importar, que um inĂștil como Jack, viesse a ter a sorte, de viver a vida como um Pinote.
Mais uma vez Jack encarou a morte, sĂł que dessa vez ela que nĂŁo teve sorte, e Jack estĂĄ cada vez mais forte, olhe sĂł malukote, Jack cresceu pois lote a casa, um estĂĄdio ou um forte.
Veremos ele um dia como um ser velhote, parei de falar dele, vamos olhar pro norte, ele deu sorte, mais uma vez aparece a palavra morte.
A sabedoria só começa a penetrar no ser humano quando ele começa a ter respeito pelo Senhor e convida a humildade para fazer moradia em seu estilo de vida.
JĂĄ sĂł me resta o tempo Ăștil para gente humana. Gente que descobriu a efemeridade, a mortalidade e a bondade. Gente como aquele Ășltimo quadradinho de chocolate de uma tablete inteira: sĂł aquele Ășltimo pedacinho tĂŁo ansiado... e o mais saboroso de todos. Gente tĂŁo preenchida, gente tĂŁo profundamente serena e sĂĄbia. Gente ainda ĂĄvida de partilhar e de aprender; de se dar em dĂĄdiva sem retorno. Gente que segue o seu rumo e nĂŁo se demora na mediocridade do mundo. JĂĄ sĂł me resta tempo para Gente com asas nas palavras e no gesto.
JĂĄ vivi mais do que me resta ainda viver e sĂł quero gente que vive eternamente. Gente de alma, porque soube que a carne o osso sĂŁo apenas restos da terra.
JĂĄ sĂł preciso de gente que vem da primavera com girassĂłis na voz e a flor de lĂłtus no olhar.
2019, José Paulo Santos
*Poeta e Autor de Aldeias em Mim
vocĂȘ sĂł conhece uma pessoa verdadeiramente quando passa a conviver com ela, pessoas usam mĂĄscaras.
Minha criatividade tĂĄ a milhĂŁo, nĂŁo pago pau pra vocĂȘs seus vacilĂŁo, sĂł desacerto na contramĂŁo, inveja sai pra lĂĄ seus cuzao, aprendi com a desilusĂŁo, o que Ă© o amor de um irmĂŁo, pode vim paga pra ver, com palavras irei me defender, nĂŁo mais me esconder, fazer o mundo ver, seu mais brilhante filho crescer, nascido e criado na favela, nĂŁo ficarei parado na janela, vou fazer sorrir minha veia, pois ela sempre me ajudou colega, segue essa idĂ©ia, estou falando demais manera e esse texto aqui jĂĄ era.
O que esperar do senhor da guerra? Só que ele traga mortes, pestes e febre amarela? O que esperar da guerra? Conflitos armados, prontos para destruir os proletårios, escravos só sabem ser dominados e manipulados, lutando uma guerra que não é sua, morrer por um motivo que ele não entende, vamos dessa corrente, se desprender, aparente alguma reação, emoção essa é a ocasião, não fique igual um paciente, que estå doente complacente, faça o que quiser pois a vida é sua.
SĂł nĂŁo se ajoelhe perante o senhor da guerra, vocĂȘ sabe os mistĂ©rios dela? EntĂŁo por que lutar? VocĂȘ nĂŁo ouviu o alerta? Uma hora pode ser tarde demais, nem todos somos iguais, alguns sĂŁo irracionais e outros racionais.
O senhor da guerra quem Ă©? Pare de procurar seu manĂ©, vocĂȘ nĂŁo entende nĂ©, nem os mistĂ©rios da vida ou da morte, como vai entender os mistĂ©rios da guerra.
Me sinto preso dentro de mim mesmo, seguindo ordens da sociedade, onde o pecado e a morte que sĂł me fere a carne!
Olhos que enxergam alĂ©m da escuridĂŁo, nĂŁo vejo nada sĂł um vĂŁo, que vai da consciĂȘncia ou inconsciĂȘncia de um ser, que nĂŁo tem nada a perder, difĂcil dizer, de uma forma que vocĂȘ vĂĄ compreender.
Esses são os olhos que de tanto sofrimento, tomaram conta própria, e esse cara nada pode fazer, só esquecer, que sua vida um dia foi manipulada, totalmente e destroçada de corpo e alma.
Só que ele não desiste fåcil, levanta com o resto de forças que restou, pega suas coisas, não estå mais acorrentado, parece um pobre coitado, todos achavam que ele tinha endoidado, do contrårio ele estå mais acordado.
Olhos que vão além da escuridão, tome cuidado ou se perderå na imensidão, parece um lugar celestial, sem guerra, fome ou pestes, lugar bom pra ser o tal, maioral, mas isso não posso ter, por que tenho olhos que vão além da escuridão.
O covarde sĂł Ă© homem com revolver na mĂŁo e a força com o qual usa a violĂȘncia sĂł Ă© comparĂĄvel com o tamanho da sua ignorĂąncia.
Nessa sociedade parece que só vivem de celebração, tudo brincadeira e diversão, jå pararam pra prestar atenção, tudo estå um caos lamentação, temos olhos para observação, mas que na maioria da multidão, parecem estar cegos na ilusão, de que tudo estå bem uma perfeição, porém tudo caminhando para destruição.
VocĂȘ jĂĄ prestou atenção, nĂŁo que eu queira parecer um sabichĂŁo ou me fazer de fortĂŁo, entenda a situação, enquanto houver alienação, haverĂĄ tambĂ©m decepção, que aos poucos farĂŁo uma grande uniĂŁo, e o povo sem preparação, serĂĄ levado a enganação e profanação, nada de construção, ao contrĂĄrio demolição, seremos salvos ou nĂŁo?
Ă falta de informação, ou talvez procurar ter opiniĂŁo, para nĂŁo cairmos na enganação, de que tudo Ă© flores e festĂŁo, meu amigo vocĂȘ vai ter indigestĂŁo, palavras sĂŁo como balas, e vocĂȘ tĂĄ no fio da navalha, aproveite as migalhas, com os pombos na ĂĄrea, e vocĂȘ nĂŁo consegue nada meu cara, talvez eu seja sĂł um pivete, em uma esquete, um nada que nĂŁo aprende nem na bofetada, mas pro povo e sĂł festa, tem atĂ© o mano que se chama fiesta, ninguĂ©m tĂĄ nem aĂ se o mundo acabar, sem pressa, nessa hora vocĂȘ pode rezar.
AquĂĄrio
Era sĂł a lua
dos olhos dela
Havia achado que era a prĂłpria lua em seu olhar...
Pisquei os olhos para ter certeza
E ela mergulhou naquelas ĂĄguas escuras da noite do mar
Assim mesmo...sem espaço para vĂrgulas...
Sem pausa...
veio até mim...
observei cada gota de ĂĄgua salgada que passeava sobre tua pele
sob a luz das estrelas e do luar...
as ondas batiam em seu caminhar, mas não alcançavam seu vestido de renda...muito menos teu sorriso de påssaro...
e ela continuava a andar em minha direção, mas não me encarava, fingia não ver meus olhos fitando aquele sonho de menina...aquela força de mulher...
enfim ... terminou meu suplĂcio... encostou os lĂĄbios nos meus, passou com eles atĂ© meu cangote...
foi me erguendo...
me consumindo...
me levou para o mar...onde
fizemos nosso aquĂĄrio de amor.
SĂł quem passa pela dificuldade sabe como ela Ă©, sĂł quem estĂĄ dentro sabe como Ă©, sĂł quem sente sabe o que Ă© sentir, nas diversas formas sĂł assim sabe como dĂłi, e a dor do tempo.
â A solidĂŁo Ă© uma grande angustia que invade e machuca o coração de quem ama, trazendo a mesma o sofrimento.â
