Luis da camões
Os dois menores e melhores contos de fadas do mundo.
1. Conto de fada para mulheres do séc. 21
Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- Não!
E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos
outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro
carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe
faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e
ninguém mandava nela.
O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou
sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma mulher.
2. Conto de fada para mulheres do séc. 21
Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e
cheia de autoestima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como
o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades
ecológicas, se deparou com uma rã.
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: - Linda princesa, eu já fui um
príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu
transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me
transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar
feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu
poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os
nossos filhos e viveríamos felizes para sempre.
E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée,
acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a
princesa sorria e pensava:
- Nem morta!
Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!
E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela. O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.
Eu te esqueci no dia que ao pisar num dos cacos do meu coração partido feri meus pés e ao vê-los sangrando decidi que não queria mais sofrer por você.
Deslembrei de ti quando conheci outra pessoa que não me magoava como você me magoou. Que não faria o que você me fez, que me respeita e me queria bem. Ainda que você também me quisesse bem eu sei, mesmo sabendo que você me amava, sim, mais de uma maneira que não era o jeito que eu esperava que você me amasse.
Deixei você sair da memória do meu coração quando cansei de lutar, quando percebi que você não seria o meu futuro e sim apenas o meu passado. Eu te amei, muito, mas você abusou de mim, abusou da minha paciência. Abusou do meu amor mais puro.
Rasgo o verbo assim que é para que você saiba que já não me lembro mais de você, isso que você lê são apenas ecos de sentimentos que povoam meu inconsciente, eu não penso mais em você, mas uma parte de mim ainda se lembra, vagamente. A fila andou e meu orgulho foi sempre algo que me protegeu das dores do mundo.
Como alguém disse um dia “O vento apaga as velas, mas atiça as fogueiras.”
Você é essa vela apagada. Há certas pessoas na vida da gente que vem para nos ensinar através da dor. Você foi mais uma delas. Amanhã você será apenas uma lembrança nos meus olhares distantes e perdidos quando eles estiverem percorrendo as estradas do passado, mas apenas por alguns momentos, porque já estarei aconchegada nos braços de outro e voltarei sã e salva ao meu presente.
Aprendi a viver sem você, melhor, aprendi a viver por outra pessoa. Saiba que é apenas uma lembrança mesmo e que dia após dia está se tornando mais apagada e apagada.
Foi assim que me esqueci de você, espero que você também já tenha se esquecido de mim. O martírio talvez seja pra ti a melhor forma de me esquecer. Pague o preço.
Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "Sua vida não muda quando seu chefe muda. Quando sua empresa muda, quando seus pais mudam, quando seu namorado ou namorada muda. Sua vida muda.. quando você muda! Você é o único responsável por ela".
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".
Recomendar à um pobre que economize, é o mesmo que aconselhar um homem que está a morrer de fome a comer menos.
Se eu gosto que a minha língua roce a língua de Luís de Camões
Não lhe diz respeito, não lhe explico os autos do processo
O que há na minha boca, há de ficar na cabeça dos outros
Do meu corpo, eu posso dizer que só me espanta as emoções
Apesar de que tudo, tudo nessa sociedade está em aberto
Não sou carioca
A minha voz não ressoa se eu gritar "Alô Mangueira"
Eu sou da terra de Juscelino,
Nascida pela desorganização da riqueza
Mas ninguém nunca ousou organizar a pobreza
60 anos de Tropicália, outros 80 de Velô
16 anos que eu reclamo, reclamo, mas reconhecendo o poder do amor
O poder que nos segurara há tão pouco tempo
Contra ódio, um precedente tão bárbaro, um presente que não nos encanta
Um sistema em vertigem, 8 milhões de quilômetros quadrados andando em corda bamba
Se eu posso cantar, se eu posso escrever
Estarei expressando o meu Quereres
Mas sempre ao final do dia
Me lembrarei de que os homens estão exercendo seus podres poderes
Tudo o que eu faço
Eu faço com medo de perder
Dispensaria a Rua, a chuva e a Fazenda
Para ter somente a casinha de Sapê
Brincando com o Mestre Luis de Camões,
e por ele devidamente autorizado, saiu algo assim...
DE ONDE VIESTES
Marcial Salaverry
Alma minha gentil, de onde viestes,
que por sites nunca dantes navegados,
ignoro aonde é que estivestes,
com teus poemas encantados...
Viestes de longes mares,
para me fazeres te amar,
de alma a alma lançando olhares,
e poemas de beleza sem par...
Deixas-me cá suspirando,
tendo em frangalhos o coração,
e minh'alma triste chorando...
Mergulhado em densa paixão,
a cada dia mais me desesperando,
choro minha emoção...
Marcial Salaverry
Prestando uma homenagem ao
Mestre Luis de Camões, numa resposta
ao maravilhoso soneto Alma Minha...
Que me perdoem os puristas pela impureza de meu texto,
mas não resisti à inspiração...
Osculos e amplexos,
Marcial
ALMA MINHA
de Luís de Camões
"//" Dueto de Marcial Salaverry
Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida descontente,
Repousa lá no Céu eternamente,
E viva eu cá na terra sempre triste.
" Cá estou, sofredor, sempre triste,
esta dor a morder-me eternamente,
deixando-me a alma descontente,
desde o dia em que partiste..."
Se lá no assento Etéreo onde subiste,
Memória desta vida se consente,
Não te esqueças daquele amor ardente,
Que já nos olhos meus tão puro viste.
" Olhaste-me, e mal me viste,
deixando-me a lembrar teu beijo ardente,
e pelo menos esta memória me consente,
a mirar-me lá, para onde subiste..."
E se vires que pode merecer-te
Alguma coisa a dor que me ficou
Da mágoa, sem remédio, de perder-te;
"Apenas dor, ao perder-te,
em meu peito magoado ficou,
a lembrar de que não pude merecer-te..."
Roga a Deus que teus anos encurtou,
Que tão cedo de cá me leve a ver-te,
Quão cedo de meus olhos te levou.
"Por que Deus tão cedo te levou,
não me deixando mais ver-te,
e assim, minha vida igualmente encurtou..."
Terá nascido por volta de de 1524/1525.
Morreu a 10 de Junho de 1580 em Lisboa.
" Nasceu em 11/12/1938 em São Paulo,
e ainda cá está a viver em Santos..."
500 Anos de Luis Vaz de Camões
Lisboa 21/06/2025
Autor: Emanuel Bruno Andrade
Titulo: Dias Banais
Sem mascaras despido. De tabus sem dogmas nem preconceito
Encontro a pena de Luiz Vaz de Camões.
Meu dom das palavras,
Movido por emoções.
Decido abrir minha alma,
Para outras almas.
No espirito das suas inspirações.
Tomo dois
Os Lusiadas
Por minhas letras
Componho o Canto Sexto
Bicesto dentro de um eco
Dentro de um eixo
De linhas de um pensamento
Real de um sonho
O Governo e o povo
A procura da razāo
Aplausos ao luxo
Na falta de compreensăo
Do imaterial
Festeja-se o banal
É fatal
Entramos no Verăo
Espera-se um clarāo
Aquele que é Cristāo
Tem o escudo
E a protecāo
Ao amialhar até ao Natal
Natalidade para abrir caminho
Para o novo Ano
Ainda vamos a meio
Dançamos a dança do desvaneio
A procura da alegria
Que cobra a cada carta de correio
Vamos a busca no mar e na terra, nas festividades
Na procura da verdadeira liberdade
Preso pela arames e pedra
Ao soalho da serenidade
Da miragem do reflexo do mar.
Marisia fresca que alevia o tormento
De alinhar este canto
Balanço que conquisto
Entre um e outro amigo
O sol a arder o desejo a ferver
A cada momento a derreter
Por toda alma que sente
Vejo sol a brilhar no horizonte
Iterno fundo
Desta gente
Que se esconde
Năo responde.
O ignorante inconsciente,
E o inteligente ciente.
Ambos querer fazer juizos
Julgamos logo existimos
Pensamos mas nāo condenamos.
Corre as águas pelos rios
Năo se chega ao fundo.
Sempre a procura de ouro e mirra. Uva, azeite e farinha.
Vem de o Baco e embriega
Multidôes.
Os serafins inspram orfeu a tocar com sua flauta,;as mais bonitas cancōes para Icaro chegar ao sol sem derreter suas asas de cera
Caminhos destintos
Entre os Ceus e a Terra
As estrelas citilam na sua fala
Para apasiguar os tempos
Revoltados pelas catastrofes naturais, as guerras, a fome e outras coisas mais
Muitos factos
Que passam banais
Por hoje fico por aqui
Com aplausos gestuais
Aos demais.
Continuo por outros dias
Um pouco mais
Despeço por hoje
Com saudações cordiais
500 Anos de Luis Vaz de Camões
Lisboa 23/06/2025
Emanuel Bruno Andrade
Canto Sexto
Revelações do segundo tomo Lusiadas.
Entre linhas do além
Provem de mim para si
A procura do ouro da viagem
Corro por um percuso assim
Do desdem a espreita
O sublime fogo que arde em mim
Num velho caos a procura de ordem
Elementos que respiro
Do divino
Suspiro
Daquilo que esta vazio
Repremido pelo frio
Assoitado pelas correntes
Partes da terra submersas
Pelas tempestades
Esculpidas por gigantes
Rompendo a terra com tsunami
Olho a água
H2O o arch que vi
Da filosofia da origem da vida
Por Tales Mileto
Procuro o Homero
Descubro que me perco
Na procuro do Mito
Irado pelo corpo
Por nāo saber da Atlantida
Nem saber da letra
Descrita a algum tempo
Por um cometa
Sapato preto
Para ocalice com uma Deusa
Vou a Plutāo Neptuno
Na minha astroligia
Logica do meu entendimento
Năo percebo a sombra
Filha formosa de meu eu
Naquela madrugada perdeu
O olhar cristalino
Castigo do oculto
Vou passar o Atlantico
Para o outro lado
Para ver o recebimento
De Marte
Reparte o pensamento
Refletido e induzido
Em toda parte
Pelo vulto ou o fluido
Do invisivel da frequencia
De delonga oratoria
Num patamar almejado
Por respirar o ar que respiro
Oiço e sinto
Reflexo do vivido
Tormento cumprido
Pelo socorro de um cupido
Sono no tumulto
Ando a pairar
Para poisar no relvado
Para choro acordar
Desperto uma duzia
Poder de Santa Luzia
Lusitana
Entre damas gentis
É o que prediz a escrita
Das suas famas
Sobre o amor, na língua portuguesa sou muito mais o sentimento de Luís de Camões do que o de Fernando Pessoa. O meu "Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer."
SINAIS -
Sua conversação dirá das diretrizes que você escolheu na vida.
Suas decisões, nas horas graves, identificam a posição real de seu espírito.
Seus gestos, na luta comum, falam de seu clima interior.
Seus impulsos definem a zona mental em que você prefere movimentar-se.
Seus pensamentos revelam suas companhias espirituais.
Suas leituras definem os seus sentimentos.
Seu trato pessoal com os outros esclarece até que ponto você tem progredido.
Suas solicitações lançam luz sobre os seus objetivos.
Suas opiniões revelam o verdadeiro lugar que você ocupa no mundo.
Seus dias são marcas no caminho evolutivo. Não se esqueça de que compactas assembléias de companheiros encarnados e desencarnados conhecem-lhe a personalidade e seguem-lhe a trajetória pelos sinais que você está fazendo.
É verdade, disse uma voz que vinha de longe. É verdade que aquele garoto era indeciso e que não sabia o que era o amor, o que era amar. E não sabia o que queria dizer quando ouvia das bocas dos mais românticos ou via nas páginas de velhos livros que amor é fogo que arde sem se ver, que é ferida que dói e não se sente. Não entendia esse paradoxo triunfante que marca gerações com versos de Camões. Mas queria entender. Talvez por isso mesmo fosse sozinho. Não entendia o que queria, muito menos o que sentia… Talvez nem quisesse saber. O mais engraçado era ver como todas essas dúvidas se convertiam em corpo, som e movimento. O que tiver de ser será. Mas aquela voz não soava palavras ao vento. Ela projetava um corpo que sua, que dança, que ama.
RESISTA
Resista um pouco mais, mesmo que as feridas latejam e que sua coragem esteja cochilando
Resista mais um minuto e será fácil resistir aos demais
Resista mais um instante, mesmo que a derrota seja um ima, mesmo que a desilusão caminhe em sua direção
Resista mais um pouco, mesmo que os invejosos digam para voce parar, mesmo que sua esperança esteja no fim
Resista mais um momento, mesmo que voce não possa avistar ainda linha de chegada.Mesmo que as inseguranças brinquem de roda a sua volta.
Resista um pouco mais, mesmo que a sua vida esteja sendo pesada como a consciência dos insensatos e voce se sinta indefeso como um pássaro de asas quebradas
Resista, porque o ultimo instante da madrugada e sempre aquele que puxa a manha pelo braço e essa manha bonita, ensolarada, sem algemas, nascera para voce em breve, desde que voce resista.
Resista, porque estamos sentados na arquibancada do tempo, torcendo ansiosos para que voce vença e ganhe de deus o troféu que voce merece: A FELICIDADE
