Andre guide
Quem apronta para outro, apronta para si mesmo pois confiança tem perdão mas o remendo fica aparente.
Mulher é tão estranha que te abraça só para ficar com teu perfume na roupa e fazer ciúmes para outra.
Que coisa
mais linda
é o amor.
Ele não e meu,
não é teu,
é de ninguém,
é de todo mundo,
é de alguém.
que coisa mais
triste é a dor,
não é minha,
não é tua,
é de ninguém,
é de todo mundo,
é por alguém.
Sou tão egoísta que não morro de amor por ninguém só para não deixar lindas viúvas dando sopa pelo mundo.
Estudar o subconsciente ajuda muito na hora de realizar uma venda.
Porém, atrapalha muito na hora de tomar certas decisões.
Você sempre acaba se fazendo mais perguntas do que deveria e passa a temer um pouco mais as consequências de coisas aparentemente simples.
Pode ser que atrapalhe também em sua vida social, pois você sempre tentará entender o que leva uma pessoa a fazer uma coisa ou outra, assim, pode encontrar uma resposta decepcionante ou perder tempo demais tentando achar uma resposta, enquanto a vida passa rapidamente por você.
"HAVIA UMA PEDRA NO MEIO DO CAMINHO". MAS, E DEPOIS?
O homem focado, a pôs pro lado e continuou caminhando,
O realizador, a usou como base para um sonho,
O de espírito jovem, a chutou e se divertiu,
O cauteloso, a contornou,
O oportunista, fez sucesso com a situação,
O cheio de fé, a fez como "Pedra fundamental",
O visionário, a transformou em um produto e a vendeu,
O criativo, a escupiu,
O intelectual, a usou como poesia,
Enquanto todo o resto só soube reclamar.
O negativismo não nos leva a nada.
Saiba sempre extrair o melhor de tudo!
Você não está amarrado aos mesmos meios para sempre, você pode ampliar seus métodos e áreas de atuação, mas, faça isso aos poucos.
Fazendo boas parcerias e trabalhando com seriedade para honrá-las, você será honrado e ninguém poderá te parar.
Busque sempre imaginar a sua empresa como a sua filha. Você a planejou, você a colocou no mundo e você a formou. Agora, tente imaginar o seu contador como o padrinho de sua filha, como alguém que você vai confiar toda a sua empresa que você lutou tanto para pôr no mercado. Essa pessoa será responsável por todo o respaldo necessário para que a criação e o processo de crescimento daquilo que você um dia gerou, seja bem sucedido e tenha um bom apoio em casos de dúvidas.
Não há ideal a que possamos sacrificar-nos, porque de todos eles conhecemos a mentira, nós os que ignoramos em absoluto o que seja a verdade.
A sombra terrestre que se alonga por detrás dos deuses de mármore basta para nos afastar deles.
Ah, com que amplexo o homem se estreitou a si próprio! Pátria, justiça, grandeza, piedade, verdade, qual das suas estátuas não traz em si os sinais das mãos humanas para que não desperte a mesma ironia triste que os velhos rostos outrora amados?
André Malraux, sobre os problemas do mundo
Boneca de Pano.
Num dia de frio de inverno a pequena Maria deitada em um fofinho acolchoado de penas de ganso, olhava sua irmã, alguns anos mais velha, costurando e dando vida ao sonho da pequena Maria de ter sua boneca de pano. Os retalhos da saia da mãe transformava-se em corpo e vestido, fios de lã feitos no tear pela avó, formavam os cabelinhos e a boneca tomando forma, tornando-se viva.
Depois do almoço feito no fogão a lenha e, de uma deliciosa compota de figo da tia, a irmã de Maria terminou a boneca de pano costurado dois pequenos e espertos botões pretos no rosto feito de pano branco, que passaram a ser os olhos da boneca e, com linha preta, desenhou um lindo sorriso de alegria, esperança e vida.
Um sorriso de boneca que iluminou a sala e se multiplicou na face de todos. Nasceu a boneca de pano.
Começaram chás imaginários com bolos de fubá de verdade e amigas de faz de conta.
Com sua nova irmã de pano, Maria brincava de inventar histórias até o sol se esconder e a luz da lua assumir a função de iluminar os sonhos.
A boneca nunca teve nome, porque era a única boneca que Maria conhecia, então não precisava de nome.
Passaram-se dias, passaram-se noites, passaram-se meses, passara-se anos e a boneca não cresceu, mas Maria sim.
Virou uma moça e foi estudar na Cidade, levou livros, levou sonhos mas deixou junto com a saudade, a boneca de pano.
Lá na cidade, cresceu mais um pouco, estudou bastante e quase esqueceu o campo.
Um dia a saudade apareceu e Maria voltou. No caminho foi recebida pela natureza com flores que a primavera colocou a beira da estrada.
E a cada quilometro, foi reencontrando lembranças como o cheiro da chuva na mata e o canto dos passarinhos.
Quando chegou na casinha ao lado da figueira, o tempo voltou em meio a abraços de mãe e irmã e a saudade da avó.
Depois do almoço enquanto apreciava a compota de figo da tia, olhando para o quarto, Maria enxergou num cantinho em cima do acolchoado de penas de ganso que tanto lhe aqueceu, a boneca de pano com os olhos de botão pretinho e o mesmo sorriso esperando para relembrar os chás de faz de conta e as brincadeiras de verdade. Foi então que a saudade ajudou Maria a dar um nome para sua amiga de pano: Chamou de felicidade.
