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Não importa o quanto nos julguem ou nos desprezem por sermos diferentes, pois sempre para alguém teremos algo de especial. Não importa como somos vistos o que importa é sermos felizes por sermos quem somos.
Eu vivo o hoje como se já não houvesse o dia de amanhã, o hoje nos pertence, o amanhã é incógnita. Jesus está voltando, verdade absoluta.
Eu não apenas vivo a vida.
Mas estou amando o
que Deus tem me presenteado.
Tenho sim momentos de tristezas,
mas a medida que posso vou plantando
esperanças e buscando nas lembranças
momentos alegres feito uma criança.
As certezas me confortam, as duvidas me consome,,,,,a esperança me fortalece e os sonhos me alimentam... A vida? simplesmente eu vivo...
Sinto e vivo, vivo e sinto, é bom é ruim, é alegre é triste, é real é sonho, não se explica é a mistureba da mistura é a calma no descontrole,,,é o que tem que ser com o se foda-se ,, é a intensidade do meu ser....
Existem sonhos e desejos que não devem, de maneira, sair da caixa.
Insanos pensamentos de Romeu velho, que corriam, e pulavam, e gargalhavam dentro de minha mente.
Alma de poeta maldizente, como aquele boca do inferno que diz: ah! Pensamentos, vocês estão encarcerados nessa prisão perpétua.
Ela que insiste em se quebrar, vive latente e maldizente. Como um doce epitalâmio proibido.
Flor Maldita
Embora tivesses tu,
Pisado em solo profano
Sentia-se a alegria virginal
Que só existe em ti.
Doce pecado maléfico,
Que andas perambulando
Pelas covas do cemitério maldito
Com o mel sujo de sangue.
Ah! Carnes amáveis,
Fujam de minha presença;
Pois odeio amá-las.
Flor maldita e abstrata,
Por que corrói meus ossos e
Carnes com teus amáveis beijos?
Que sua generosidade se estenda a todos os seres vivos, e não negue sua atenção nem aos mortos.
(Eclesiástico)
Flor do pecado, sei que te amo, mas não te quero. Placebo profano que insiste em casar comigo a qualquer hora, dia, mês e ano.
Hoje nos abomino, pois o atroz pecado saboroso habita em mim e lambe o meu coração.
Onda maldosa e dolorosa de prazeres insanos e profanos, de uísques e cigarros que um a um destroem meu lado humano.
Flor podre, tu despertas em dores de parto o perfume da morte como a fragrância da dor.
Flor Cadáver
Flor cadáver,
Libere seu perfume maldito
Naqueles que se denominam
Inimigos meus.
Oh! Flor podre e insana,
Habitas em solo profanado
Feitos por homens de alma negra.
Realiza teu baile fedorento!
Junto dos sujos e burros,
Será a carnificina dos maliciosos,
A crença estuprada dos ignorantes.
Flor bela, teu hálito podre encanta-os
Prende a ti os porcos loucos
Que nas sarjetas vivem.
