Ferreira de castro
A indagação o obriga a pensar e analisar .
E assim surge o conhecimento.
Esse conceito forma criadores de ideias e não copiadores.
Relato real
Não sei o que é e ninguém precisa acreditar se não quiser.
Hoje por volta das 04:30 h da madrugada, eu estava sentada no sofá da minha sala quando olhei para o teto e vi uma imagem com o centro vermelho e um tom amarelado como uma espécie de fogo. No centro tinham duas circunferências, posso dizer que de tom nude. A figura tinha um sombriado escuro um preto acizentado. Essa imagem se movimentava no teto, eu olhei e comecei seguir a sua direção com os olhos para onde. Desviei o olhar achando que pudesse ser coisa da minha cabeça. Quando virei o pescoço para o outro lado eu nada via. Voltei o olhar para o mesmo lugar onde eu via a imagem se movimentando e ela continuava ali circulando até que deu uma parada por cima do ventilador de teto e eu não pude vê-la mais. Me movimentei no sofá de forma a esticar o pescoço e olhar para vê se a imagem estava ali. Realmente estava, segundos depois ela começou a se movimentar de novo pelo teto, desceu uns 50,60 cm pela parede e entre a quina foi se espremendo de forma a entrar naquela quina até que sumiu.
Maria ferreira Dutra
10 de Jan 2024
Caso verídico
aFInFA-lhe WORLD sock
Se queres ser o jogador-chave,
Não mandes à trave!
Para atingir o pináculo,
É preciso algum cálculo.
Assim, antes de chegar ao missionário,
Tudo começa no balneário.
Veste o teu equipamento,
E vê se há consentimento!
Que não te salte o tampo
Antes de entrar em campo.
Já a calcar a relva,
Não te comportes como na selva.
Repensa a tua estratégia
E define a tua posição régia:
Um bom guarda-redes –
Faz tudo dentro de 4 paredes;
Para uma boa defesa,
Usa o elemento surpresa;
Se és médio,
Mostra-lhe o remédio,
Mas mesmo que avançado,
Nunca sejas apressado.
Central, lateral ou livre,
Demonstra o teu calibre,
Com um tiro certeiro,
A atacar como um dianteiro.
Ala, trinco ou ofensivo,
Podes não ser exclusivo,
Mas, agora, estás isolado,
E sempre controlado,
Como ponta de lança,
Partilha a tua bonança,
Chuta, cabeceia e coloca dentro de área,
De forma visionária:
Com pontapé de bicicleta
Alcança a tua meta.
Pontapé de baliza ou calcanhar,
O que importa é acompanhar.
Não desmoralizes se for fora,
O que importa é o agora,
Mas se queres estar sempre por dentro,
Inclusive no auge do momento,
A chave é a prevenção,
Que como um bom capitão,
Por amor à camisola,
Dá o melhor show de bola!
Marcador igualado
E homem do jogo intitulado,
Seguimos para o som final do apito
Que marca o veredito do conflito!
Chegou a tua altura,
Melhora a tua figura,
E para brincares com o fogo,
Escolhe, agora, a tua meia de jogo!
Joaninha, ensine o percorrer da jornada para além da ilusão; como seu pousar escorrendo pela vida a sua maneira. Quem sabe um imaginário é despertado e de corpo inteiro possamos compreender sua intervenção divina ao iluminar o dia que continua muito escuro em tantos lugares onde o sol ainda não foi embora.
Na próxima primavera talvez o consciente coletivo viva para não morrer; como seus caças autônomos histéricos que existirão para contemplar o vazio sentindo saudade de quando olhavam para o alto mirando cada montanha e suas florestas que não foram abandonadas.
Jesus Cristo foi o maior defensor dos direitos humanos, seus ensinamentos são baseados no amor e respeito ao próximo.
Muitos líderes religiosos se perguntam aonde é o caminho, Jesus Cristo fala, eu sou o caminho, a verdade e a vida.
Alguns estão presos, sem compaixão,
Por crimes sem prova, sem investigação.
Quatorze anos por um simples batom,
Enquanto o real culpado, segue no tom.
Outros sem casa, sem rumo, sem chão,
Foram levados sem justa razão.
Estavam apenas no lugar, na hora errada,
Agora vivem a dor de uma cela trancada.
Outros calaram por querer protestar,
Por simplesmente tentar se expressar.
O grito sufocado, a voz silenciada,
Liberdade ferida, justiça calada.
O Brasil inteiro vive essa prisão,
Trancado nas grades da repressão.
A Suprema Corte precisa acordar,
O povo é quem deve o rumo guiar.
Clamamos por justiça, por luz e por guia,
E mais que tudo, pedimos anistia!
Pois não há nação sem reconciliação,
Nem paz verdadeira sem libertação.
“O poder do povo, emana do povo”,
E será exercido, de novo e de novo!
Com fé, com coragem, com sabedoria,
Vamos reconquistar nossa democracia.
O amor não é perfeito
Mas sim interesseiro
Os homens não amam realmente
Só começam a ficar com as mulheres por dinheiro
Agora até existem namoros/casamentos por contrato
Para que um amor seja verdadeiro
temos que nos amar e respeitar
na saúde e na doença
guerra e paz
ódio e simplicidade
Prepare-se, mesmo quando não houver chance alguma no horizonte. Porque nada dói mais do que ver a oportunidade chegar… e descobrir que você não está pronto
Quanto mais relevante você for, mais falarão de você. Quem não tem importância, simplesmente não é assunto!
SAUDADE
Quando as saudades nos tocam...
E não nos acordamos...
Ou nos perdemos ou nos encontramos...
Longe dos caminhos que passámos...
Longe dos gritos que gritámos...
Dos sorrisos agaiatados...
Dos gestos mais que malvados...
Mortes sem piedade...
Somos reféns da vida...
E muito mais da saudade...
O HOJE
Aprendi que a ignorância...
Não é dor...
Mas sim , um estado pior...
Vives as certezas do errado...
Dum mundo escuro e apagado...
Do incerto que te orgulhas...
Do engano disfarçado...
A sombra te segue e seguirá...
Mesmo como sol apagado...
Carregas as dúvidas que alimentaste...
A fome que ordenaste...
Faltou o espelho,que nunca olhaste...
A humildade que recusaste...
Preferindo a Hipocrisia...
Mas Alguém, que não tu...
Te levará..num minuto ,hora ou dia.
Eu errei…
Duas palavras pequenas, mas tão pesadas que parecem não caber na boca.
Difícil de dizer… quase impossível de engolir.
Mas talvez, meu maior erro…
Não tenha sido tropeçar,
E sim achar que nunca cairia.
Acreditar — tolo que fui —
Que a razão sempre dormia do meu lado da cama.
Fui ajuntando certezas
Como quem coleciona medalhas de um campeonato que ninguém mais quis jogar.
E nesse desfile de convicções,
Esqueci que o orgulho é sempre o ensaio da queda.
Porque quem pensa estar de pé
Deveria, ao menos, aprender a vigiar.
Há um preço em querer estar sempre certo.
E, às vezes, esse preço é alto demais.
Chama-se solidão.
Na sede de vencer discussões,
Perdi algo que pesava muito mais que qualquer argumento:
As pessoas.
Quantos lares, quantos abraços, quantas amizades…
Despedaçadas, não por grandes pecados,
Mas por pequenas vaidades,
Por muralhas erguidas onde poderiam florescer pontes.
Ah, o orgulho de quem nunca erra!
Ele não grita, mas constrói cárceres,
Isola, afasta, esfria.
E a certeza cega —
Essa danada — sufoca a humildade,
Fecha os olhos para tudo que ainda poderíamos aprender,
Se ao menos ouvíssemos…
Se ao menos calássemos.
No desespero de provar que sei,
Desaprendi a escutar.
Na ânsia de estar sempre certo,
Perdi pedaços de mim —
E já não era inteiro.
Nem toda vitória é vitória.
Às vezes, vencer é saber perder…
Perder o orgulho, para salvar o essencial.
Afinal, a verdade não precisa berrar.
Ela é forte o suficiente para permanecer em pé,
Mesmo quando se cala.
Vencer…
Às vezes é ceder.
Amar…
É aceitar que nem tudo precisa ser provado.
E, no final da história —
Quando os debates forem apenas eco nas paredes vazias —
A pergunta vai soar, simples, brutal e libertadora:
Você quer ter razão? Ou quer ter paz?
Porque no fim…
Não serão as vitórias que contarão.
Mas os vínculos…
Aqueles que resistiram ao fogo,
Aos ventos,
À tempestade,
E continuaram ali — firmes, de mãos dadas,
Escolhendo o amor, sempre.
Professor que ensina, mas não aprende, corre o risco de repetir o passado sem transformar o futuro.
Capacitar-se é afiar a lâmina, é renovar o olhar, é manter viva a paixão por ensinar e a humildade de continuar aprendendo
Tempo, por favor, vá mais devagar.
Tempo, não devore os momentos.
Tempo, antes eu não podia esperar,
por isso pedi pra não se demorar...
Tempo, esqueça a correria...
Antes eu não entendia
A magia em te ver passar.
Alma solitária
Em mais um raiar de sol
de minha mocidade,
levantei-me tarde
com um explícito espírito de felicidade!
Porém, lembrei-me do passado,
ainda não superado.
Senti um peso que me voltou a trazer
aquele velho sentimento amargurado:
coração vazio,
lobo solitário.
— Por quanto mais tempo, ó minh'alma,
tu te castigarás?
Ela diz:
Aguenta!
Eu ainda anseio...
Talvez aquele alguém
ainda há de me salvar.
Se sua alma pudesse falar, o que ela diria sobre a solidão?comenta ai.
