đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
SĂł existe um que Ă© pior do que aquele que nĂŁo escreve nada: Ă© aquele que critica tudo o que os outros escreveram
ExĂlios
Fechei-me em ti.Desfiz-me do segredo e da chave.Joguei-os no infinito.Não hå um só registro.Nada escrito.De que possam revelar,não tenho medo.Fechei-te em mim.Segui o mesmo enredo,segredo,chave,registro,igual o rito,fiz sumir de vez.E,muito cedo,de ninguém encontrar,fiquei invicto!Eu em ti.Tu em mim.Acorrentados pelas algemas do amor.Perenizados.Eu escravo.Tu senhora e escrava,eu senhor.Eu em ti,tu em mim.Exilados na alma um do outro.Eternizados!Pois não é desse mundo o nosso amor...
NĂŁo sei, sĂł nĂŁo consigo terminar, aspas, vĂrgulas e reticĂȘncias parecem tĂŁo mais fĂĄceis de usar.
O verdadeiro amor se solidifica diante de todas as barreiras, entretanto ele só existe com a confiança e a cumplicidade.
VocĂȘ, simplesmente, tem de passar por tudo isso. Ă sĂł o que pode fazer. NĂŁo tente entender, vocĂȘ enlouqueceria.
Depois que confiar em si mesmo, sĂł depois que for digno dessa confiança, exija que os outros confie em vocĂȘ !
Homem na sala de espera,sĂł o Ășltimo a ser atendido, lendo o jornal,repentinamente o comerciante se apavora e grita: -Meu Deus,o que faço agora? Estou sĂł! Como vou socorrĂȘ-la? Tentei animĂĄ-lo com batidas nas costas e o cliente acordou dizendo: -O que aconteceu comigo? Era uma oficina, o dono falou: -Ă eu que pergunto,porquĂȘ estou aqui a tempo ,sem saber o quĂȘ fazer! Cliente: -Fica sossegado amigo,apenas-se perdi no meio das letras e nĂŁo conseguia sair...
Se conseguir a façanha de me perder, não sinta saudades.
Seja injusto comigo, eu sei me virar. SĂł nĂŁo seja contigo, que eu nĂŁo posso mais voltar tentando abrir seus olhos.
Um dia apĂłs o outro basta, pra vocĂȘ se desviar de vez
Um erro apĂłs o outro basta, pra vocĂȘ nĂŁo ter mais forças pra acertar. Eu espero somente, que Deus cuide dos teus valores, do teu coração
Eu andei sĂł.
Andei com medo, no frio.
A garganta jĂĄ dava um nĂł
E o coração, coitado, vazio.
Meus pés descalços sofriam
Minha boca, tĂŁo seca, rachava.
No meu pensamento, pessoas riam.
E eu ainda nĂŁo sabia onde estava.
Restos humanos espalhavam-se pelo chĂŁo
Um sinal da quase unĂąnime desistĂȘncia.
E, em busca de evasĂŁo
Tentava ativar minha inteligĂȘncia
Eu jĂĄ nĂŁo tinha mais controle
As pernas, esbanjavam teimosia
Tudo parecia desmoronar
Corpo e mente estavam fora de sintonia.
Perdi meus Ăłculos, levados pelo vento
ESte que levou também parte da visão
E ali, ao relento,
procurava uma saĂda daquela imensidĂŁo
A lua brilhava com um ar sombrio
Era evidenciada no céu fechado
Refletia na nascente do rio,
Sujo, imprevisĂvel, maltratado.
A fauna local era medonha
Pior que ela, sĂł a flora.
De marcante, uma coruja tristonha
Encima de uma ĂĄrvore senhora.
Eu continuava caminhando
A cada passo, menos esperança
A força ia, com rapidez, cessando
Na mente, sequer uma boa lembrança.
E eu, Ă quela altura,
JĂĄ nĂŁo tinha famĂlia.
Andava sĂł, numa realidade obscura
Sem pai, sem mĂŁe, nem filha.
ApĂłs dois quilĂŽmetros, talvez trĂȘs,
Encontrei uma caverna
E ali, encima de uma pedra
Havia uma pequena lanterna.
Era uma velha lamparina
bem resistente, por sinal.
Tudo parecia ser uma sina.
Uma sequĂȘncia.
InĂcio, meio e final.
Eu segui pela gruta
Quase para desistir.
Com o sentimento de luta
Mas, com o mundo a ruir.
De repente, algo inusitado.
Um espaço arejado abrigava um violão
Deixei minha lamparina de lado
E, com certa estranheza, sentei no chĂŁo.
Um acorde aqui, outro acolĂĄ
E eu me renovei
Senti que algo bom ia chegar.
Continuei...
Dali, uma voz me guiava
Uma voz rouca, marcante.
O sorriso, que se ausentava
Surgiu por um instante.
Eu jĂĄ estava esgotado
As pernas destruĂdas
Imundo, pessimista, desolado.
O corpo cheio de feridas.
Até que, como mågica
Uma luz irradiou
Aquela histĂłria trĂĄgica
teve um fim, acabou.
Andei por mais uns cinco minutos
E cheguei a um parque natural
Era tudo muito lindo, perfeito.
ParaĂso no meio de um arraial.
Tudo era cheio de vida
Do grĂŁo de areia Ă bela lagoa.
E a vida passada, jĂĄ esquecida.
Foi trocada por uma sensação boa.
A felicidade finalmente apareceu
Como toda flor tende a brotar.
E todo aquele breu
Foi-se pra nunca mais voltar.
Eu consegui! Triunfei!
Estava risonho como uma criança
E tudo isso que conquistei
foi devido à fé e å esperança.
Pois, quem acredita, sempre alcança!
Lamento dizer, mas vocĂȘ me perdeu.
(E uma mulher dessa só se encontra a cada quarenta mil léguas.)
Tento esquecer-te...
Mas vocĂȘ muda tudo com suas palavras, agora sĂł me resta continuar a te amar, sĂł que agora com menos intensidade!
Eu passei muito tempo parada na vida, congelada em uma sĂł coisa, e agora que te econtrei descobri que Ă© vocĂȘ que eu sempre precisei do meu lado, vem aqui e diga que pode viver ao meu lado e me fazer feliz a cada momento da minha vida, vem aqui e diga que pode me amar com toda a sua sinceridade, vem aqui fica comigo hoje, amanhĂŁ, e sempre que vocĂȘ puder.
