Jean la bruyère
O verdadeiro sucesso não está em renunciar à liberdade, mas em saber moldá-la sem se tornar escravo da própria ambição. O que é necessário pode ser imposto, mas o que é essencial só se descobre sendo livre.
O maior erro na educação não é dar liberdade, mas ensinar a temê-la. A experiência se constrói errando e tentando de novo. O que se aprende pela imposição se obedece; o que se descobre pela curiosidade se compreende.
A solidão me visita mais uma vez na hora da minha reflexão. Sopra o vento lá fora e eu tento sentir seu cheiro solto pelo ar. Ouço o barulho tépido que se lança nessas janelas fechadas. Notas que cabem numa melodia. Música que embala meu sonho despertando meu corpo para os desencontros da saudade.
Nós somos como veleiros. Alguns se prendem a âncoras do passado e lá ficam com as velas tristemente amainadas, e, ao oposto, há os que soltam as correntes, içam as velas e navegam produtivamente no presente.
A luta é chegar no meu destino, dou um passo cada dia até lá onde um dia planejo chegar, sei que é difícil, mas cedo ou tarde lá vou estar!
Lindo poder acordar todos os dias, olhar para o céu e saber que lá em cima tem alguém que nos ama, cuida, livra do mal e nunca fica distante de seus filhos.
Obrigado Deus !!!
FILHO DO PARÁ
Ó Pará, há tempos que vim de lá.
Deixei a solidão conduzir-me o coração.
Como a estrela solitária, que exerce autonomia,
recordo-me que de ti herdei a cidadania.
É verdade! Eu sou de lá, da terra do norte quente,
e tenho apreço por minha gente
que em festa, muito contente,
vem hoje proclamar...
sou teu filho, sou guerreiro,
sou paraense, brasileiro.
Eu te amo, meu Pará!
Janela da alma
Quando olho pela janela e não vejo mais as crianças brincando lá fora. Pergunto-me, o que aconteceu?
O que aconteceu com a espécie humana que estava aqui, na bolha artificial do mundo?
Um vírus! Um vírus, meu Deus, está acabando com os seres humanos.
Mas, espera! Veja! Alguns humanos ainda sobrevivem e usam máscaras.
Máscaras, não da vergonha que são alheia, mas da proteção. Pessoas morreram, crianças nasceram. Uma nova sociedade está surgindo com o nascer do Sol desta manhã. Lá fora, pela janela da alma, já não vejo, no silêncio das grandes cidades, a ansiedade humana. Nem a luxúria do consumismo. Apenas vejo o horizonte e, no silêncio, distante de mim, o inconformismo da ignorância alheia. E eles usam máscaras, parecem humanos, mas ainda resistentes. Ainda resistentes, meu Deus, a luz do novo mundo que vai surgir!
Nem sempre passa ...
Quando não sentimos a inspiração,
é que o encanto não habita lá fora,
o olhar alcança; não enxerga mais.
a alma esvaziou-se da sua ilusão.
Vai passar... resta só ter paciência,
a viagem é caminho desconhecido.
Estamos sujeitos às tempestades...
Tentamos vencê-las, travamos lutas
às vezes, nos damos por vencidos.
O Amor É Uma Orquídea Delicada, Mas É Preciso Ter Coragem De Ir Colhê-la À Beira De Um Precipício!!!
Em qualquer atividade necessária, se há consciência, parece que vem uma força lá das estrelas, lá do dedão do pé e acontece de boa.
Dinheiro não traz felicidade e a falta dele pode levá-la.
(Modelo capital social e condicionamento mental)
Crença não seria problema ao não tentar aplicá-la em momentos de conhecimentos onde o maior problema seria explicá-la.
Para saber uma parte de como a criança vai ser quando adulta, basta observá-la enquanto criança.
A outra parte saberá-se no decorrer com a cultura lhe dada.
Ela ganhou uma vida, mas de algum modo não conseguiu vivê-la.
