Jean la bruyère
Bilhete do Dia!
5 coisas que valem muito a pena na vida:
• Buscar força na fé e propaga-la;
• Ser gentil por onde for;
• Ser luz e espalhar amor;
• Pensar positivo, afirmar e acreditar;
• Ter empatia e compaixão pelo próximo.
Seja e faça a diferença!
Boa noite!
Ao se deitar, relaxe e esqueça o mundo lá fora.
Renove os sentimentos e sinta as bênçãos de Deus que chegam.
Que seja uma noite de paz, luz e leveza.
Maravilhosos sonhos pra você!
Bilhete do Dia!
Silencie o mundo lá fora.
Escute mais você.
Se concentre no seu próprio amor.
E foque no seu bem estar.
Bilhete do Dia!
Tire um momento para relaxar a mente e o corpo.
Esqueça o mundo lá fora um pouco.
Se divirta, se abrace, se alegre e se ame.
Boa noite!
Abrace a noite que chega e deixe Deus comanda-la. Que Ele possa bendizer você, iluminar os seus sonhos, acalentar seu coração e encher a sua alma de paz.
Que você tenha um merecido e revigorante descanso.
Ela
Não tem tempo a perder
Só quer saber do que vai dar certo, do que vai fazê-la feliz.
Em sua vida só fica quem soma, quem transborda.
Sua paz custa caro, o seu amor é raro.
Só fica em sua vida o que é leve e verdadeiro.
Bendito seja o nosso dia, as nossas escolhas, os nossos caminhos e a nossa fé. Com Deus ao nosso lado, iniciamos mais um dia. E com Suas bênçãos sejamos protegidos e fortalecidos. Pra hoje, esperança, coragem e determinação!
- Laís Carvalho
Laís Carvalho - Diário Meu Oficial
Sabe aquele desejo de estar em outro lugar?
É o mesmo de outrem, cansado de lá estar.
Nossa natureza nos traz essa dor:
presos no ciclo de querer
e no tédio de pertencer.
Se suas palavras servem apenas para confirmar os próprios pensamentos derrotistas, então cerre os lábios e mude os sentimentos.
Fórmulas Matemáticas não podem ser inventadas, apenas descobertas, pois sempre estiveram lá no aguardo daqueles que tentam alcançar o Infinito usando a linguagem do Criador.
A dificuldade em compreender a Felicidade nos leva a vê-la apenas no que passou ou na fantasia do que virá, esquecendo que entre um e outro existe toda a densidade do Agora.
Se a única segurança está no fim da jornada, o melhor trajeto até lá é caminhar entre o mais seguro e o menos inseguro dos paralelepípedos que calçam a estrada.
Hoje vi
Lá vem ela
Lá vem a Morena que é pura perdição
O teu olhar veste desejos
O teu sorriso exala paixão
O teu caminhar é pura sedução
Onde passas arremata corações
Cinderela, Flor mais bela
Esplêndida como Gabriela, cravo e canela
Quem diria se não te ver um dia, ficarei na melancolia
A Morena hoje vi o Horizonte distante, muito longe do alcance das minhas mãos
De todas as mulheres que amei ou amarei com certeza és tu a Morena que mais desejei.
Se navegar em sua mente, podes acalma-la, se deixar de navegar, nunca vai saber o que existe além do agitado.
Meio caminho está andando, outro meio falta andar ... quem sabe se bem lá no fim, não nos vem a vontade de recomeçar?Haveria de o caminhar da mesma forma em que o fiz ...se calhar com mais cuidado, porque este caminho trilhado,mesmo assim, é um caminho feliz "
"O espinho está lá ...bem afiado e bem visivel.
Uns evitam-no, não se picam e continuam a jornada.Outros, e saberá Deus porquê teimam em se picar, aumentando a sua dor, como se isso fizesse o espinho mais culpado."
Ter um culpado…
Colocaram fogo no restaurante comigo ainda lá dentro. As chamas lambiam as paredes como línguas de uma ira que nunca foi minha, mas, de alguma forma, sempre me escolheu como alvo. O calor não me assustou. Pelo contrário, senti uma espécie de familiaridade com ele. Eu, que vivi tantos incêndios na alma, agora era apenas mais uma peça no cardápio do caos.
Enquanto o teto ruía e o ar se tornava pesado, percebi: não valia a pena gritar. Quem acendeu o fósforo já havia saído pela porta da frente, talvez assobiando uma melodia de inocência fingida. E quem passava pela calçada, ao ver as labaredas, não pensava em salvar quem estava dentro. Pensava apenas no espetáculo da destruição. Porque é isso que as pessoas fazem, não é? Elas assistem.
Então eu olhei ao redor. Louças estilhaçadas. Mesas tombadas. Cortinas em chamas. E, pela primeira vez, senti uma espécie de alívio. Uma certeza incômoda, mas libertadora: se é pra me chamarem de culpado, talvez eu devesse ser. Não me restava mais nada pra salvar — nem o restaurante, nem a mim. Peguei o que sobrou de força, virei o gás no máximo e, com um fósforo que achei no bolso, devolvi o favor. Explodi aquele lugar como quem assina um bilhete de adeus: com firmeza, sem remorso, mas com estilo.
Saí pela porta de trás, enquanto os destroços ainda voavam pelo ar. A fumaça subia, preta como os julgamentos que viriam. E eu sabia que viriam, claro. Sempre vêm. “Por que você fez isso?”, perguntariam. “Por que não tentou apagar o fogo? Por que não pediu ajuda?” Ah, os paladinos da moralidade, tão rápidos em condenar e tão lentos em entender. Mas eu não queria me explicar. Explicações são como água despejada sobre um incêndio: às vezes apagam, mas quase sempre só espalham mais fumaça.
Ser o vilão era mais fácil. Mais honesto. Assumir o papel de quem destrói é menos exaustivo do que tentar convencer o mundo de que você foi destruído. Porque, no final das contas, ninguém realmente escuta. Eles só querem um culpado. E, se é pra ser apontado de qualquer jeito, que seja com a dignidade de quem escolhe o próprio destino.
Não estamos falando de restaurante. Nunca estivemos.
