Jean la bruyère
"É tarde da noite,
lá fora somente
uma Lua Linda
há iluminar,
Brisa suave,
e sinto
o seu perfume,
sinto à
sua presença,
perto de mim,
me protegendo
de tudo
e de todos.
Sinto o
seu forte
abraço,
e antes
de deitar,
sinto um
delicioso
beijo,que
acalentou-me
até o sono
enfim chegar,
um beijo
de amor,
à embalar
os meus sonhos,
e em seus braços,
eu poder me
aconchegar..."
Tati Oliveira
21:35hrs
11.07.2014
Seja lá o que for que nos trouxe à existência... aqui, nos deixou tão confusos e desorientados a ponto de estarmos perdidos sem ["eira-nem-beira"] e condenados a um fim inexplicável.
Não abra a porta para os seus problemas, nem os potencialize, deixe-os lá fora. Enquanto cá dentro prepare-se para vencê-los.
Seja lá o que for que nos trouxe a existência, aqui nos deixou a deriva, confusos... e condenados a um provável fim inexplicável.
"A única coisa que tenho a dizer é que toda essa dor da distância que sinto de tê-la longe de mim, é o preço que pago por todos os pecados de ódio, raiva e todas as maldades que cometi no mundo.
A linha do horizonte está lá, alí e aqui na altura dos nossos olhos. Uma linha imaginaria, caminho percorrido por um ponto, dado em diferenças por conta dos pontos de vistas, uma possibilidade de vermos juntos o que individualmente imaginamos . E o acontecer da vida se dá lá, alí e aqui!
O tamanho da incoerência é diretamente proporcional ao dos argumentos utilizados para defendê-la. Quem advoga por causas ou pessoas, com justificativas que não são universais, nada mais é que um hipócrita!
Nossa vida social é como à água, quando em ilusão todos estamos lá embaixo na sujeira, porém quando no autoconhecimento você se limpa e sobe de nível, o que te impossibilita conviver no padrão antigo.
O maior ensinamento está nas palavras "vós sois deuses" e poucos de lá para cá compreenderam a grandiosidade dessa revelação dada por Jesus.
Se você se machucar eu irei te ajudar. Se você estiver com dor eu irei tomá-la para mim! Afinal, somos amigos não somos?
Olha lá o tal fiel.
Afogando seu cansaço entre um gole e outro na mesa de um bar.
Imaginando uma desculpa pra chegar em casa e terminar.
Terminar o namoro de dez anos ou quem sabe terminar aquela briga que o ciúme possessivo da mulher motivou.
Após dez anos o romance não é mais o mesmo.
O sorriso é forçado e as trocas de carícias depois da foda é obrigação.
Os ataques ciumistas de cada passeio e cada evento fora de casa tirou-lhe a paciência.
Tornou-se insuportável e ele agora tenta desfazer.
Desfazer contas em conjunto, desfazer o carinho da mãe pela moça, desfazer aquele batizado onde eles são os padrinhos, desfazer os orgasmos talvez.
Em mente a certeza que não é com aquela moça que irá se casar.
O pior ele passou em dez anos, já deu pra aterrorizar.
Quer sair fora e arrumar um jeito de explicar pra mãe que não dá mais.
Quer ir embora trabalhar no Rio com o pai. Tá aí uma desculpa perfeita pra dar fim nessa batata que a muito tempo esfriou, não dá pra comer mais, tá sem graça e sem sabor.
Alí, na mesa do bar, ele conhece os prazeres de uma traição que vem e alivia o cansaço.
O sorriso da moça ao lado é convidativo.
Tempo é algo que ele decidiu não perder mais.
De dose em dose e de corpo em corpo, fiel se torna professor na arte da traição.
O amor é como uma jóia rara e cara, só poderá oferecer à alguém quem possui condições de te-la para si.
O mundo dá voltas e, nessas voltas, iremos nos encontrar. E lá vai ser a consequência do que foi plantado!
Moldura
E sem perceber, lá estava eu, presa a você por elos de prazer
Presa, indefesa sobre seus domínios
Minha rebeldia se foi
Não queria ser liberta, era agora a sua submissa, esperando por sua ordem
Tu me criaste,
Agora pertenço a ti. És meu senhor
Me dá seu colo, seu calor, deixa-me deslizar no seu corpo nu.
Sou sua menina, moldada por você, para o seu prazer.
Me prendeste com suas algemas, para que nunca esqueça que te pertenço.
Às vezes o amor da sua vida está lá no terreiro batendo tambor e você aí perdendo tempo orando por um varão
RECONSTRUÇÃO DE SI MESMO..
Ela abandonou o mundo lá fora, para viver seu próprio mundo, ela não quis saber dos afetos, dos abraços, dos apertos de mãos, ela não ligou para o que as pessoas falavam, por que ela queria um mundo só seu.
Onde ela poderia decidir o que fazer da vida, foram poucas as vezes que ela sentiu confiança nos afetos, que as pessoas tentaram lhe oferecer, ela via que as pessoas não eram verdadeira,, sentiu que os abraços não eram de proteção.
Durante sua caminhada ela apertou em mãos que não foram apertos, eram apenas toques, é eles foram tão fracos que ela não sentiu confiança nas pessoas que apertaram suas mãos.
Então ela passou observar as pessoas a sua volta, e viu que elas só se aproximaram dela por que queria algo em troca.
Aos poucos ela foi construído seus sonhos, continuo sua caminhada tentando construir seu mundo.
O mundo que ela estava construindo precisava somente dela. E quando ela acabou de construir seu mundo resolveu cuidar, mais de si.
Ela estava fazendo sua própria construção.
A VIÚVA NEGRA.
Uma noite inteira na cama uma vida inteira para ama-la vestia-se de viúva negra para devorar suas presas.
Solitária saciava-se com os próprios dedos na cama duas fendas uma chave uma
venda para cegar suas vítimas.
Sobre as mãos um chicote para atiçar o corpo,na outra possuía um terço onde
confessava seus pecados.
Chamava-se de viúva negra por que matava o desejos de todos que ó possuía saciava-se da sua vontade de mulher.
