Jean la bruyère
Para compreender o que é o universo precisamos compreender a nós mesmos, as respostas não estão lá fora, e sim dentro. Em nossas ultimas camadas corporais.
eu até poderia lhe dah o céu mas disseram
Que la só entra aqueles que realmente c inporta ,eu poderia te dizer que nem sempre sai como sua inspiração mas a certeza da vitoria e maior ainda ,me diga na onde vc se encaixa no meu mundo pq nele vcs nao foram mencionados em nenhum sentido pq
Nao fizeram nda pra querer que alguem lhe mostre uma soluçao . o problema e seu nao meu cada um tem a escolha que merece ,
O plantio eh opcional . Deus nunca disse que seria façil ele realmente mostra que valeria apena , julgados todos somos nao eh uma pessoa que vai mudar minha historia pois realmente eu nem importo cm ela ..
A simples lua que brilha lá no céu,
com seu sorriso me rejuvenesceu.
Com palavras frias,
que me adoeceu.
As estrelas complementam o ego seu.
Após muitas e muitas noites,
seu coração, por mim amoleceu.
A noite em claro e os meus pensamentos dançam como uma valsa de saudades e sonhos ,e as estrelas lá no céu contam histórias que ainda não vivemos.
Sabe quando você olha o mundo lá fora e vê um brilho incrível e as cores mais vivas? Não é só lá fora, dentro de você despertou o que deveria existir sempre. Não deixe que fatores externos tirem essa alegria que só você conhece. É a sua alegria, cuide muito bem dela, pois ela te faz um bem infinito se cuidada. Alegre-se!
Nós mulheres devemos correr com lobos(homens) sim e com a essência de mulher, mas nunca adotar o lado sombrio deles (traição e crueldade), por isso a essência tem que sempre (coragem e força), isso que difere mulher e lobos(homens)...
Quando aprenderem essa simples diferença teremos tudo e conquistaremos mais e mais sempre...
Ao escolhermos, temos três oportunidades, Tonar nossa vida incrível, mantê-la na mesma direção ou torna-la uma derrota total.
Renato Oliveira
A zona de conforto é a maior ilusão gerada na sua mente, podemos defini-la como: A falácia do conforto em um estado desconfortável, e a privação do avanço para o verdadeiro conforto que Cristo nos reservou!!!
Renato Oliveira
Agora, completem a obra, para que a forte disposição de realizá-la seja igualada pelo zelo em concluí-la, de acordo com os bens que vocês possuem.
A pineal é a ponte entre o visível e o invisível — despertá-la é sintonizar com as frequências do divino.
"Lá pelos anos 60, os finais de semana eram sempre ansiosamente aguardados e o almoço de domingo, ah, este sim, era sempre um acontecimento!
O cardápio era escolhido a dedo durante a semana e, na sexta-feira começavam os seus preparativos, com idas ao mercado e visitas à horta caseira para a seleção de saladas e temperos. Importante também era o trato nas roupas que seriam usadas pela família no culto ou na missa do domingo de manhã.
Depois, após o alimento preparado e algumas reinações infantis, vinha o melhor do dia e de todo o fim de semana: o almoço que era um verdadeiro banquete, mesmo que com pouca coisa, mas sempre muito caprichado. Dependia das posses dos donos da casa, mas sempre especial porque era o "almoço de domingo"!
Naquela hora mágica se conversava de tudo, com pais, filhos, tios, avós e quem mais estivesse ali colocando as novidades em dia, num interminável zum-zum feliz se sobrepondo ao barulho dos copos, pratos e talheres em uso.
Era dia que casal não brigava e criança não apanhava.
Olhando de fora, lembravam passarinhos contentes, reunidos em delicioso alvoroço no ninho.
Após o almoço vinha a sobremesa aguardada igualmente com ansiedade por todos. Eram pudins, pavês, tortas e cassatas deliciosamente caseiras, feitas pelas mulheres da casa e sempre dignas de muitos elogios!
Também compareciam no pós almoço o sagu e a compota. Sagu cozido no vinho feito das parreiras próprias, e compotas com as frutas do quintal, pêssego, pera, maçã e outras. O que tivesse.
O que vinha depois?
Ah, a sensação de fim de semana bem usufruído, de descanso regado a boa comida e atenção. Isso sem falar nas brincadeiras infantis que iam até o anoitecer, na conversa dos adultos e nos assuntos colocados em dia.
Problemas? Haviam sim, muitos até, já naquele tempo futebol, política e fofoca geravam confusão, mas o domingo era a trégua, o dia de relaxar e aproveitar, dia de esquecer as diferenças e ser feliz.
Não tive vida fácil, a vida familiar enfrentou turbulências, escassez, brigas, vícios, separações e problemas inúmeros, mas a lembrança boa daqueles domingos é e será sempre maior que tudo. Acima de qualquer tristeza ou desconforto, era o dia em que a família se reunia mais estreitamente para celebrar o maior e mais belo motivo de estarem todos ali: o amor.
Hoje vejo pais e filhos perambulando pelos shoppings, sérios e indiferentes uns aos outros, comendo qualquer coisa, fazendo compras aleatórias e, quando param um pouco, se separam, mesmo juntos, mergulhando cada um em seus exigentes celulares.
Fico me perguntando então, entre tristeza e decepção, onde foi que erramos, em que ponto da estrada deixamos para lá os doces rituais do fim de semana da infância.
Por que o domingo, com suas missas e cultos, com os seus almoços deliciosos e a reunião familiar barulhenta e encantadora, deixou de ser importante?
O trabalho fora das mães? A correria de hoje? A falta de tempo? A ausência de motivos para um almoço especial? Cansaço?
Seja lá o que for, eu lamento. Lamento principalmente pelas crianças, que não terão, assim como eu tive, e acima de todos os problemas, um domingo para levar na memória, comprovando que sim, sempre há um dia feliz para se recordar na vida, um dia mágico onde boa comida e beijo e abraço de mãe e pai, de vô e vó, são coisas que o coração, aconteça o que acontecer, jamais esquecerá."
(Instituto André Luiz, "Relato de uma idosa", autoria Lori Damm)
Era uma melodia lenta...
Eu estava lá, dançando, bailando, flutuando...
Sentia um calor diferente, braços que me envolviam.
Um rosto colado ao meu.
Estava lá, de um canto a outro do ambiente.
Frenesi, encantamento, imensidão, acolhimento.
Tinha o toque daquelas mãos.
Nunca senti tanto amor devotado a mim.
Absorta em braços amorosos, me encontrei, me perdi, me encontrei, me perdi...
Eu estava inteira, entregue naquele momento de alegria e vida.
Era eu ali, nos braços do meu próprio ser, completa, por me amar, por me acolher, por me ter.
Por mim, eu já teria, ao menos no Brasil, tirado a primeira sílaba de IMprensa. Chamá-la-ia de PRENSA.
Uma Velhinha fabricada pela jovem
Poly - COMO LÁ NA FRENTE SER UMA VELHINHA TRANQUILA E SEM STRESS?
SE EU HOJE , UMA JOVEM MENINA , ME INCOMODO COM TUDO AO MEU REDOR? digo sempre , a mim mesma, que consigo ser , mas não estou sendo agora.
Penny - Velhinhas tranquilas atuais , ralaram muito
na sua adolescência para conquistar essa paz interior , ou melhor, essa inteligência emocional.
Poly - Elas erraram ?
Penny - claro que sim ! e erraram muito. a mente explodiu de sentimento, o rancor bateu na porta , a doença ,
e os gritos ecoaram em seus quartos.Mas , foi de pouquinho em pouquinho , que elas entenderam e assim apreciaram aquele momento que parecia tão infinito. Porque não só basta , entender , mas apreciar
também , precisa-se apreciar as coisas para poder se incomodar com elas ,e resolver o problema pela raiz.
Poly - O que as deixavam nervosas? qual era a chave que abria a porta do PERIGO dos PENSAMENTOS AVULSOS?
Penny - eram as perguntas que elas faziam a si mesmas.
Poly - E se quando descobrissem a chave da porta, o que fariam com ela? a chave por acaso, era viva e automaticamente abria a porta sem permissão da dona dela?
Penny - sim, Estamos falando de jovens , que tinham portas de perigo dentro dos seus pensamentos, cuja chaves secretas abriam sem pemissão as portas malucas das cabeças das lindas jovens donas de si ,que
mesmo donas de si,
não sabiam controlar as supostas chaves.
Poly - e como lidaram com essas chaves ?
Penny - Elas quebraram a fechadura e a porta , com isso , as chaves não tiveram mais o que fazer ali . E deixaram os pensamentos avulsos fugirem, mas para que eles não voltassem , elas encheram suas cabeças
de lembranças nobres , de músicas clássicas e começaram a fazer coisas diferentes,coisas que nunca prestaram atenção antes, como observar a espuma que fazia quando elas ensaboavam as mãos ,
ou focavam na sensação que a água dava quando tocava na pele.
Poly - Então eu só preciso quebrar a porta?
Penny - Não sei Poly , essa história de chave , de perigo , de pensamentos avulsos , foi você quem criou, eu só entrei no assunto e continuei sua história.
Polly - ...
Penny - Você criou suas próprias perguntas, e como não ter as respostas?
Poly - Eu posso cria-las.
Crie suas perguntas e crie também as respostas,
De que vale a pergunta se não tem respostas?
e das respostas , fabrique esse alguém que você quer ser quando tiver velhinha!
A velhinha foi arquitetada pela jovem.
Corre atrás e vá a luta para conquistar a sua independência financeira sozinho (a)
Lá na frente o tempo cobra e não adianta arrependimento.
Vai querer cobrar de Deus algo que Ele nunca teve obrigação de lhe dar!?
Acorda.
Tô usando minha bota favorita
Daqui pra frente eu não quero nem pensar
Eu vou deixar pra lá
