Jean la bruyère

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⁠⁠Parece estranha demais a idéia de levar a vida a sério. Que sentido faz isso? Faz sentido vivê-la com leveza, como um passatempo, fazendo aquilo que gostamos enquanto podemos, sem preocupações excessivas. Afinal, a vida não é suficientemente longa ou boa para que nos arrependamos de nossas ações – isso já seria uma pura perda de tempo com um remorso inútil. Ademais, não importa o quanto nos esforcemos – no fim, tudo é realmente em vão. Não importa quanto o corremos, a morte sempre nos pega. Então por que não aproveitar este estranho passatempo o máximo que pudermos antes de termos de mudar para nossa última morada, a sete palmos abaixo da terra?

Inserida por gilbertyy

Chuva que chove lá fora
Chuva que molha o chão
Humidade que não vai embora
Agua que trás o pão.

Chuva que desenlaça a terra
Que escorre pro mar
Que esconde e soterra
Agua que corre a andar.

Ó chuva que molhas e lavas
Chuva que entristece
Chuva que tudo agarras
Chuva que trazes a noite que esmorece.

Chuva com lagrimas
Agua desnutrida
Constróis obras-primas
Rios de água bem comprida.

Ó chuva que trazes o Natal
Chuva de inverno
Vais deixando infernal
Com a visão pro inferno.

Ó chuva de Domingo
Que me trazes a saudade
Ó chuva que vais construindo
O tempo que me deixa com ansiedade.

Ó derradeira chuva
Que me viste a crescer
E que agora me preparas a fuga
Antes que me faça mais sofrer.

De ti me vou despedindo
Desta chuva e da indústria
Me levas partindo
Para a minha terra, pra minha Pátria.

Inserida por JoseCapitaoVieira

⁠INDEFINIÇÃO

Posso lá versar na poética jornada
Ter caução num verso divinamente
Se aquele revés, da amargura rente
Enche de nevoa a poesia inspirada
Se a prosa se torna cantiga agitada
E tenta impor uma sofrença ardente
Tendo suspiros e lágrimas somente
Como regra na imaginação traçada

Posso lá referir, assim, a sensação
Dum agrado, de concórdia e louvor
Seja a hora, sempre, na indefinição
Eu sei lá qual razão, então, a supor
Uma adição ou o apenas supressão
Se qualquer um irá poetificar na dor.

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
10 dezembro, 2023, 14’15” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠"As ideias só são boas, quando são colocadas em prática e funcionam. Até lá são apenas ideias!"

Inserida por joao_paiva_ribeiro

⁠Não é coerente dizer que é cristão e não dirigir a palavra ao irmão. Querem morar no céu? 
Lá não terá área vip para fofoqueiro. 
Aliás, em Hb 12-14 está claro que sua salvação depende de você estar em paz com seus irmãos.

Inserida por JadsonBrito

⁠Vive o momento, deixa a tristeza para lá.

Inserida por nariz

⁠A inteligência é um fator espectral, mensurá-la com testes padronizados é um grande equívoco. No entanto é possível classificá-las entre inteligências concretas e abstratas.

Inserida por oseias_gulart

⁠É necessário estar fora da matéria para compreendê-la. 

Inserida por Vinischuartz

⁠Eu jurei amá-la para sempre
E ela também jurou me amar
Mas ela acabou me deixando
Nem explicações quis me dar

E meu coração partiu-se
Não conseguia acreditar
Ela prometeu amor eterno
Mas só deu razões pra chorar 

Inserida por PedroHDMartins

⁠Deus dá felicidade àqueles que podem dá-la aos outros.

Inserida por SunMyungMoon

⁠Num compasso incerto do tempo a fluir,
Talvez em outra vida, ou nesta persistir.
Entre risos e lágrimas, dançamos a canção,
O talvez paira no ar, numa eterna confusão.

Nesta jornada intrincada, destinos entrelaçados,
Ou talvez em outra vida, destinos trocados.
Entre sonhos e realidade, no jogo da espera,
Talvez aqui, talvez ali, a vida se revela sincera.

Inserida por Michael_lima_nyx

⁠ poema da dor
Lá fora a chuva cai e as minhas lágrimas caem diretamente no chão, ela se joga sem direção. E eu aqui escavando resposta, minha vida está se resolvendo, a dor batendo na porta, não adquiro viver sorrindo, pois a dor é sombria e amarga que destroi o meu peito, me insulta até a alma. Meu coração acaba para eu viver na escuridão. Não existe mais esmalte no meu interior, a única fulgência está na lua, nunca vejo uma rosa desabrochar, não quero mais ver a rua, sua dor é nua e crua, ela me feriu sem pensar. Sua intenção é me matar, não sei o porquê sinto essa dor, mas não é falta de amor, não lembro qual o meu último amor, pois a dor me triunfou, sei que estou experimentando a dor. A dor está me batendo, um sofrimento que vai na alma, pois a dor me mata na soalheira, a dor me destroi e o sofrimento em mim constroi.

Inserida por Eduardo_sdw01

Sobre a queda e a redenção:
Infelizmente eu e⁠stava lá e nunca houve uma segunda parte...

Inserida por nandobardo

⁠Querido diário 

Ontem esperei o sol se por ,fiquei esperando a lua aparecer,e lá estava ela ,linda ,cheia , explendida!!
Andei me pergunto o por que a amo tanto ,como pode eu " Luz do Sol " ser tão apaixonada assim pela Lua ?
Encontrei a resposta rapidamente : 
Ela é meu combustível diário ,ela me ensina dia após dia ,que tudo são fazes .
Apenas fazes ....

Inserida por mirlenemeira

⁠É fato, que os que procuram a perfeição não a encontram, mas a disposição em procurá-la faz com que descubram potencialidades e virtudes que nem imaginavam ter.

Inserida por ednafrigato

⁠Não se permita perder-se na busca por vingança, pois, ao encontrá-la, poderá condenar a si mesmo.

Inserida por Fabianery

⁠Vai lá, representa sua verdade. Errou, pede desculpas, acertou, não se vanglorie! Observou algo quê possa prejudicar um semelhante, oriente. Só não deixe a bagunça toda acontecer, com você ciente da situação. Faça acontecer, mundão está pobre de espírito, não seja uma alma vazia que só observa a decadência do mundo. Observou o erro, corrija, espera a tragédia não que ela vem, e vem sem freio.
Não seja só mais um fraco perdido, amarrado e preso nas angústias desse mundo, se liberte e sempre foque na justiça.

Inserida por welton

⁠A ciência pode nos ensinar mais sobre o que está lá fora, mas não sobre o que está aqui.

Inserida por pensador

⁠Talvez eu tenha passado por lá, na inocente vontade de querer te encontrar. Mesmo sabendo que já não está mais lá, mesmo sabendo que isso pode machucar.

Ver a recepção me faz pensar: será que essa não pode ser a minha nova memória favorita? Ao invés de só lamentar, sobrepujar uma memória na outra. Sorrir ao pensar em como subia as escadas do prédio só para ver teu olhar brilhar.

Talvez eu nunca mais suba aquelas escadas de novo e seja só algo em que vou me lembrar daqui a alguns anos.
Mesmo assim, é bom lembrar.

Talvez eu devesse procurar outras escadas, fazer novas memórias.
Talvez um dia eu esbarre em você em alguma escada da vida, alguma rua logo após sair do bar, igual a essa aqui.

Mais histórias para contar.

Inserida por PQT

⁠É difícil escrever sobre o vazio, afinal, não tem muita coisa lá.

Um vão no peito ou na mente? Não acho que seja físico, eu o sinto de outro jeito.

Talvez eu devesse escrever sobre outra coisa, ou talvez eu nem devesse escrever.

“Talvez” Gosto da palavra, a certeza da incerteza.
Ela vem acompanhada com um encosto, solidão emaranhada entre suas 6 letras. Desta não sou muito fã, eu me deparo com ela toda manhã.

Ela afunda meus pensamentos em um mar agitado, me fazer cair no esquecimento, esquecido até pelo tempo.

Vi o sol nascer tantas vezes que me acostumei,
meus olhos só se fecham às seis.

Mas enquanto as estrelas brilham no céu, eu penso no efêmero, um som alto que ecoa no vazio. Quando tudo ficou tão sombrio?

Inserida por PQT