Jean la bruyère
Acho que uma das maiorias dores é a lembrança de algo que nunca vivenciou e que nunca esteve lá, mas sente que uma parte de você está naquele lugar ou naquela pessoa ou em ambas as coisas e não sabe o que está acontecendo com você, e então aquele sentimento inefável preenche seu ser de tal forma que nem lágrimas saem de seu rosto.
As vezes fico
As vezes fico pensando, na mulher da minha vida, daria tudo para ter-la, ao meu lado, pra chamar-la de querida.
As pessoas olham para o mar
Sonhando-o atravessar.
Viver noutro lugar,
Pensar em lá ficar.
Mudar de vida
Acrescentar viveres,
Acrescentar deveres,
Desenvolver saberes.
Acrescentar sonhos,
Acrescentar vidas,
Desenvolver ideias,
Projetar sonhos.
O sol está saindo lindo e majestoso, eu posso ver sua luz entrando pela janela. E lá fora o sabiá-laranjeira canta agradecendo ao SENHOR
“Lá vai ele, …se vitimando, culpando os outros, se lamentando, mas sem tomar a atitude que precisa e sem se tornar a mudança que busca. Aliás, como sempre sem atitude alguma que não seja a de reclamar. Afinal, culpar o outro é o caminho mais fácil e não requer ação, apenas vitimização e ainda consegue os demais, o que tanto almeja : atenção“
(...) É aqui que todos nós encerramos o último ciclo da vida: e lá se vai suas riquezas, seus títulos, sua arrogância, seu orgulho, suas falsidades , suás traições, seus segredos e projetos, para quem fica sobram as lagrimas cada uma com um significado diferente, mágoas ressentimentos, amor , carinhos dores e segtedos que talvez te sifolcarm tanto tempo, e agora que será duro reviver . Os momentos bons e ruins que cada consciente falar de forma mais dirá dentre de si, portanto leve a vida com leveza, de fora fiel, grata e conceda, assim o seu caixão poderá ser mais leve.
O problema das pessoas são que quando elas precisaram de ajuda você esteve lá, mas quando ela acha que está melhor que você ela apenas não reconhece que teve seu apoio para sair do fundo do poço onde ela habitava.
Pela ponte da estrada
ela ficava olhando o menino
que vagamente caminhava.
Lá de cima ela sonhava
com o dia que tocaria
a pele macia
do Menino do rio.
Eram crianças e imaturas
Não havia nem as maldades
que se criam na adulta imaginação
Tudo era puro e de verdade
no inócuo do coração
Quando menina ela o amava
De longe olhava o Menino no rio
Um dia, na ponte, ela o encontrou
olhando em seus olhos, tudo contou
Num beijo durou como sendo infinito,
Agora em seus braços, o Menino do rio
Era, enfim, seu grande Amor.
(FERGOM, Edleuza. O Menino do Rio. In: GONDIM, Kélisson (Org.). Vozes Perdidas no tempo. Brodowski: Palavra é Arte, 2020. p. 104).
Lá detrás daquela serra
passa boi, passa boiada
Voam pássaros cantando
E brinca a molecada
Era muita criançada
Tinha muita confusão
Mas com abraço se resolvia
O fraterno laço de irmão
O tempo foi passando
E o destino foi selado
Seguimos nossos caminhos
Juntos de cada lado
Há coisas que acontecem
E não sabemos o porquê
Alguns partiram cedo
E não soubemos o que fazer
A tristeza tomou conta
Partiu nossos corações
Deus, Ser Onipotente
nos fortaleceu em orações
No peito ficaram guardadas
As alegrias e as lembranças
Que estão vivas na memória
Sem perder a esperança.
O silêncio ancoradouro de mais amar
(SANA, Daia. Irmandade. In: GONDIM, Kélisson (Org.). Vozes Perdidas no tempo. Brodowski: Palavra é Arte, 2020. p. 114).
Em toda parte
No quadro, no quarto, a mesa ou caminhando sozinho, lá esta você com o sorriso mais bonito que já vi,
deixastes pra trás teu perfume, algumas fotos nossas e aquela mensagem,
me visitas no trabalho, senta-se comigo na calçada a noite, escuto tua voz nos sonhos e tudo isso parece tão real.
Volte logo! Preciso continuar escrevendo a nossa história.
A inveja é um trem complicado de se entender.
Muitas vezes tu não tem nada de valor pra despertá-la, e ainda assim às pessoas sentem.
Eles podem ter tudo, até mais do você, mas o que provoca a inveja neles, é a sua luz, o seu brilho próprio, porque eles não a sentem pelo que você tem, mas pelo que vocé é.
