Alexander soljenitsyn

Cerca de 434 frases e pensamentos para a busca por Alexander soljenitsyn;

⁠Os conceitos de bem e mal têm sido ridicularizados durante vários séculos; banidos do uso comum, têm sido substituídos por considerações políticas ou de classe de curto valor e duração.

Alexander Solzhenitsyn

Nota: Trecho de discurso de aceitação do prêmio Templeton, em 1983.

⁠Se houver revoluções salvíficas em nosso futuro, elas devem ser morais – isto é, um certo fenômeno novo, que ainda temos que descobrir, discernir e trazer à vida.

Alexander Solzhenitsyn
An Orbital Journey. National Review, 7 jan. 2019.

⁠A democracia mundial poderia ter derrotado um regime totalitário após o outro, o alemão, depois o soviético. Em vez disso, fortaleceu o totalitarismo soviético, ajudou a trazer à existência um terceiro totalitarismo, o da China, e tudo isso finalmente precipitou a situação atual do mundo.

Alexander Solzhenitsyn
Words of Warning to America. Imprimis, Michigan, v. 4, n. 9, set. 1975.

É hora, no Ocidente, de defender não tanto os direitos humanos, mas as obrigações humanas. A liberdade destrutiva e irresponsável ganhou espaço sem limites. A sociedade parece ter pouca defesa contra o abismo da decadência humana.

Alexander Solzhenitsyn

Nota: Trecho do discurso A World Split Apart, dado na Universidade de Harvard em junho de 1978.

⁠Um estado de espírito muito perigoso pode surgir como resultado (...) do recuo: ceda o mais rápido possível, desista o mais rápido possível, paz e tranquilidade a qualquer custo.

Alexander Solzhenitsyn
Words of Warning to America. Imprimis, Michigan, v. 4, n. 9, set. 1975.

⁠É quase uma piada agora no mundo ocidental, no século XX, usar palavras como "bom" e "mal". Elas se tornaram conceitos quase antiquados, mas são conceitos muito reais e genuínos. Estes são conceitos de uma esfera que é superior a nós.

Alexander Solzhenitsyn
Words of Warning to America. Imprimis, Michigan, v. 4, n. 9, set. 1975.

⁠Hoje há dois grandes processos ocorrendo no mundo. Um (...) é um processo de concessões míopes; um processo de desistir (...) e esperar que, talvez, em algum momento, o lobo tenha comido o suficiente.
O segundo processo é (...) uma libertação do espírito humano.

Alexander Solzhenitsyn
Words of Warning to the Western World (1983).

AOS MEUS AMIGOS

Os deuses ainda vos dão
Dias e noites de alegria,
E amáveis moças vos estão
A examinar com simpatia.

Folgai, cantai, ficai a fruir
A noite, amigos, passageira,
E a vosso prazer sem canseira
Hei-de, entre lágrimas, sorrir.

"A música é uma arte essencial que traz alegria para minha vida"

⁠Por que abrir os olhos quando tudo dentro de nós grita para continuar dormindo?


Por que caminhar diante do inevitável, quando a estrada termina sempre no mesmo ponto?


Talvez viver seja apenas a coragem de abrir os olhos, mesmo quando não queremos.

⁠Quero mergulhar no âmago do que chamamos de vida.
Na dor da perda, na dor do fracasso, na dor do tempo que tudo consome. Qual é o sentido de continuar quando sabemos que cedo ou tarde tudo acabará? Por que esperar? Por que sofrer? Se o fim é certo, por que insistir em caminhar?

🌿 Poema 🌿

Não te chamo só de avó,
porque foste casa antes de eu saber
o que era abrigo.
Tuas mãos — costura do tempo —
eram mapas que ensinavam caminhos
mesmo quando o chão parecia sumir.

O silêncio da tua ausência
tem um peso de lençol dobrado,
daqueles que ainda guardam
o cheiro do sabão caseiro.
Às vezes, passo por uma rua
e juro ouvir teu chamado,
um eco que não se cansa
de procurar meu nome no vento.

Se a vida fosse justa,
terias ficado para ver
as flores que plantei do teu jeito:
enterrando a semente
como quem faz oração.
Mas agora as rego sozinha,
e cada gota que cai
é lágrima disfarçada de chuva.

Avó-mãe,
és raiz que não morre.
Tua falta não é vazio,
é presença espalhada —
no café que esfria devagar,
na cadeira que range sem peso,
no abraço que invento
quando fecho os olhos.

E se a eternidade existe,
sei que está nas tuas histórias
que se recusam a acabar.

"viva intensamente e celebre cada sorriso como um presente".

"sorria e aproveite a vida. cada instante é uma dadiva"

"valorize a raridade da verdadeira amizade"

O PESO DE EXISTIR


Quero mergulhar no âmago do que chamamos de vida.


Na dor da perda, na dor do fracasso, na dor do tempo que tudo consome. Qual é o sentido de continuar quando sabemos que cedo ou tarde tudo acabará? Por que esperar? Por que sofrer? Se o fim é certo, por que insistir em caminhar?


Por que abrir os olhos quando tudo dentro de nós grita para continuar dormindo?


Por que caminhar diante do inevitável, quando a estrada termina sempre no mesmo ponto?


Talvez viver seja apenas a coragem de abrir os olhos, mesmo quando não queremos.


Dizem que somos livres, mas que liberdade é essa, se apenas aceitamos o destino sem escolha?


Somos mortais e sabemos disso. Mas de que adianta lembrar da morte se esquecemos como viver?


Viver... Talvez seja apenas colecionar fragmentos de felicidade, instantes breves que logo se desfazem.


“Viver” é buscar incessantemente esses momentos, mesmo sabendo que acabam num sopro.


Onde estamos? De onde viemos? Para onde iremos? São tantas perguntas para poucas respostas.


Diante da imensidão do universo somos nada mais do que um grão de areia perdido ao vento.


Se ao final nada restará, por que damos tanta importância ao que é pequeno? Eu sou só mais um, assim como você, e um dia, não estaremos mais aqui.


Existe uma linha tênue entre a solidão e a solitude.


Até onde suportamos estar sós? No silêncio há o prazer e a liberdade de ser completo em si, mas também a dor e o vazio de quem falta.


O mesmo sentimento que nos liberta é aquele que, às vezes, nos rasga a alma.


Memórias, lembranças, histórias, passado... Como viver o presente, como planejar o futuro, se tudo parece ter ficado lá atrás? Como seguir? Recomeçar?


Mas como recomeçar, se a dor do que foi vivido ainda atormenta o que será escrito?


Talvez o tempo seja apenas um consolo, uma promessa de que a dor diminuirá.


Ilusão.


O tempo não cura.


Ele apenas continua.


Indiferente ao seu destino.


Ele gira, e gira, até que nós sejamos o que ficou para trás.

Memórias, lembranças, histórias, passado... Como viver o presente, como planejar o futuro, se tudo parece ter ficado lá atrás? Como seguir? Recomeçar?


Mas como recomeçar, se a dor do que foi vivido ainda atormenta o que será escrito?


Talvez o tempo seja apenas um consolo, uma promessa de que a dor diminuirá.


Ilusão.


O tempo não cura.


Ele apenas continua.


Indiferente ao seu destino.


Ele gira, e gira, até que nós sejamos o que ficou para trás.

⁠Dizem que somos livres, mas que liberdade é essa, se apenas aceitamos o destino sem escolha?
Somos mortais e sabemos disso. Mas de que adianta lembrar da morte se esquecemos como viver?
Viver... Talvez seja apenas colecionar fragmentos de felicidade, instantes breves que logo se desfazem.
“Viver” é buscar incessantemente esses momentos, mesmo sabendo que acabam num sopro.

Onde estamos? De onde viemos? Para onde iremos? São tantas perguntas para poucas respostas.


Diante da imensidão do universo somos nada mais do que um grão de areia perdido ao vento.


Se ao final nada restará, por que damos tanta importância ao que é pequeno? Eu sou só mais um, assim como você, e um dia, não estaremos mais aqui.

⁠Existe uma linha tênue entre a solidão e a solitude.


Até onde suportamos estar sós? No silêncio há o prazer e a liberdade de ser completo em si, mas também a dor e o vazio de quem falta.


O mesmo sentimento que nos liberta é aquele que, às vezes, nos rasga a alma.