S. inácio
Porque é que temos de obedecer ás tormentas?
Porventura serão relógios que se colam nos
corações sem emendas? e depois contaminam nossos
dedos de gume?
Pois, já cheguei à conclusão de que nunca irei
perceber a analítica miragem, por isso só me deve
restar despir a elipse da vertigem! que bom
viver-se doido e doido e sentir-te naufragar na
invejosa aparência!
Hurra, Hurra, que pertinência!
subimos mesmo chapa, viajamos juntos, e o destino é individual, mas um dia cada um recordar há que subiu mesmo chapa com esse ou aquele!
Probabilidade de chuva
Quando saio para a rua
Pesquiso o céu em seus sintomas
Olho as nuvens
Sinto o vento
Aspiro a limpidez do ar
Vejo a flor que se insinua
Comparo aromas
Acompanho o voo das penugens
Da paineira a brilhar
Não fiz isso algumas vezes
Principalmente na vida
Deixei de pesquisar
A quem dar meu coração
Assim sofri os revezes
Do querer, e não ser querida
Ficando sozinha no andar
Sem ter quem me desse a mão
Por isso é bom sentir o vento
Colher o sol no olhar
Ver se a andorinha está víuva
Porque ao caminhar ao relento
Podemos bem não notar
A probalidade de chuva.
Socorrista ou taxista do Universo,
Ouça meus gritos ou leia meu versos.
Tudo aqui é pesar,
Por sorte, ainda posso fazer o apelo: venha me buscar!
O conflito generalizou,
Entre raças, etnias e classes
Já nem sei quem eu sou
O de que lado tenho ficar.
Muito azar, não?
Eu que tanto já mudei,
Do mel do fel, já provei.
Não sei, logo pensei
Em provar uma nova dimensão.
Já que nessa não há mais solução.
No aguardo da resposta,
Desta liminar!
Vamos tentar acordar do marasmo chamado falta de coragem, ficaremos acordados na hora em que todos se encontram dormindo e dessa forma surpreenderemos ao despertar do sono profundo.
Era uma vez um príncipe chamado "P"
um lindo botão chamado "S"
um monstrinho "B"
e um gênio "L"
Era uma vez uma guerreira,
uma guerreira mãe,
uma mãe "IZA"
Era uma vez coração,
coração apareceu de repente , e
assim tão de repente quanto sua aparição foram os olhares.
Eu olhei para coração
Não sei bem se coração me olhou
Talvez sim, talvez não...
Era uma vez uma garota,
não frágil , não dócil,
não bruxa, nem fada.
Era uma vez um escudo
e era uma vez ALINE.
Um misero “oi”, e já me derramei de amores aos seus pés, um “tudo bem?” sem realmente querer saber se estou bem, e já cai de joelhos implorando para que eu acordasse do meu mais profundo sonho bom, me perguntou em seguida se eu tinha novidade alguma para lhe contar, senti uma vontade enorme de lhe dizer que tinha, tinha o meu mundo para te dizer, tinha meus amores, meu diário, meus sonhos, e pesadelos, tinha minha vida inteira para ti, mas mesmo assim não disse, disse que não tinha nada, e perguntei se você tinha para me contar, você sorriu e disse “também não tenho”, fiquei com um medo enorme, um frio na barriga que me angustiava até a alma, não queria que nossa conversa acabasse, tinha tantas coisas para lhe dizer, tantas perguntas para lhe fazer, tantos sorrisos para te dar, mas por medo e insegurança me calei, prendi oque minha alma clamava para soltar, perguntei se estava namorando, tentei continuar o assunto de uma maneira normal e amigável, e então veio meu choque, minha morte, meu limbo, veio como se eu estivesse dentro de um caixão a anos luz de baixo da terra, me senti sufocada, despedaçada, você me disse que estava, e que estava feliz com ela, que ela era a garota mais incrível que já conhecera, eu chorei mas não deixei que visse, me apavorei sem que você soubesse, e então, guardando meus sentimentos impuros, guardando meu ódio e amor, angustia e tristeza, eu lhe disse, “que bom que está feliz.” e assim me calei, sem saber oque dizer mas com muitas palavras soltas na boca !
Quando alguma coisa está acontecendo, Quando você está envolvido mesmo, de verdade, você fantasia sobre a realidade que quer e necessita.
Não Foi Amor
Não foi amor, eu bem sei,
Foi enganosa desdita
Andor de astuto cinismo.
Sé Deus sabe o que passei
Nesta amargura maldita,
Escrava do teu egoísmo.
Não foi justo o clima funesto
Em que minh'ama quedou,
Esquecida na saudade...
Sentimento tão honesto
Você feriu, desprezou,
No apogeu da maldade.
Não há perdão compassivo
Nem brados de alegria,
Despertai de vis tormentos...
De torpes carinhos não vivo!
És contraluz dos meus dias,
És fagulha contra o vento.
Se você acha que não é fácil, acredite, é difícil mesmo, mas isso não é motivo para que desista de seus sonhos.
Posso ser o que você não vê, assim como, posso sentir o que você não sabe, mas, o que sou ou o que sinto independe para que entre nós tudo possa acontecer.
Há basicamente, dois tipos de escritores: Os arrogantes e os geniais.
Os primeiros fazem o leitor sentir-se um ignorante. Os segundos, mais humano.
Não tenho concorrentes... possivelmente, uma(s) querendo
descobrir o que tenho, que ela (s) não tem.
s. Na verdade, as pessoas nunca serão terminadas, pois
estarão sempre se modificando. Mas por quê? Como? Simplesmente porque a subjetividade — este mundo interno construído pelo homem como síntese de suas determinações — não cessará de [pg. 24] se modificar, pois as experiências sempre trarão novos elementos para renová-la.
Soneto da descrição
Objetos sobrevoaram teu espaço desfrequentado
E encontraram dificuldade de se localizar.
Um lugar inóspito e de todo calado
Faz do ímpeto da volta um nunca desejar.
És a pedra que impede a viagem pro além-mar
E o abismo que desponta a queda do alambrado,
Como a gravidade da nota mais baixa a ecoar
Que não é suficiente para deixar o seu recado.
Uma vez entendido, tua cor é o vermelho
Invasor das moléculas de puro louvor
Das fontes que emanam do fundo do espelho,
Dos sentidos que agregam o mais forte ardor
Que acalenta as almas com o nobre conselho
E vislumbra os corações com teu sangue esplendor.
Não basta viver.
Tem que querer viver, querer sintir todos os cheiros, querer provar de todos os sabores, querer respirar, querer presenciar todas as coisas...
viver significa querer e não apenas existir.
ESCRITAS DA LUZ (DIVINA) DE SEVERINO SILVA
Sendo nosso imenso Brasil um país sempre plural, seja por sua diversidade étnica, seja por sua multiplicidade cultural, na mostra fotográfica Fé, Luz e Sombras, o fotógrafo Severino Silva nos convida a uma peregrinação por muitas facetas da religiosidade que se manifesta pelo país afora.
O autor nos leva em suas viagens até lugares distantes, distintos, numa imersão em festividades da fé, romarias, círios, rituais e oferendas de nosso rico sincretismo religioso, ora numa vertente mais cristã, ora via cultos de origem africana.
Mas não se trata do típico olhar de estrangeiro ou de quem visita com curiosidade tais procissões e rituais, são imagens de dentro das cenas e cenários de fé, são personagens que nos levam pela mão, que nos recebem em seus lugares de oração e nos abençoam junto as coisas mais sagradas em suas vidas.
A coleção de imagens, no entanto, vai além de um resgate ou registro das manifestações da espiritualidade de nosso povo, pois o transfigurado olhar peregrino de Severino Silva nos convida ao contato com o detalhe, com o poético e com o transcendental. Se ora estamos diante de uma singela estatueta de Padre Cícero, em outro momento nos defrontamos com a monumentalidade do Cristo Redentor. Se num instante estamos junto a uma rezadeira do interior do Nordeste agarrada ao seu rosário católico, dali a pouco estamos diante de outra mulher em trajes de umbanda no Litoral, realizando sua oferenda na praia.
Quanto a beleza das imagens, não será nenhuma surpresa para quem já acompanha a trajetória do devoto da fotografia Severino Silva, o que não nos impede dessa vez de lançar um olhar mais atento para a abordagem na questão da luz.
Se fotografar significa “escrever com a luz” nesse sentido sua lente metaforiza o lume presente nas imagens – os raios do sol, a chama de uma vela - com a própria luz da espiritualidade, a iluminação da alma, como que nos clareando os caminhos, com essas pessoas que demonstram sua fé num mundo de experiências humanas em seu encontro com o divino.
O silêncio nada mais é que a dor representada na fala de um belo olhar.Encante se ou simplesmente se deixe ser encantada.Contos de fadas existem,basta você crer.
Natal todo dia
Agradecer a Deus pela oportunidade de estar aqui, vivendo, convivendo, aprendendo, sofrendo, sorrindo, se alegrando, sentindo dores, sentindo prazer e o mais importante, conjugando todos estes sentimentos para chegar... finalmente, no amor!
Feliz daquele que consegue chegar ao amor de forma incondicional.
Não importa quanto tempo leve, importa é que se torne leve, flutuante e abrangente.
Hoje, amanhã ou depois, Natal é o renascer em Cristo, diferente, no caminho da busca pela realização do bem.
Fortalecimento na fé em Deus, com reconhecimento que nosso controle sobre a vida só vai até onde a força da natureza movida por Deus, conhecida como Deus, permitir.
Desenvolver a capacidade de entrega pessoal a Deus, de caminhar por Deus na busca do aprendizado do que é divino é a escolha que cada um faz durante sua vida.
Determinados qual caminho vamos trilhar, a quem seguirmos, quais princípios admiramos e nos pautamos diariamente para agir.
As nossas escolhas determinarão no que nos tornaremos, para onde iremos e com quem conviveremos.
Não há como obter certezas sobre o resultado de nossas ações, mas é certo que quando agimos no amor de Deus, pelo amor de Deus, os resultados para nós mesmos não são importantes, porque o que se faz por amor se realiza em si mesmo.
Não se age objetivando alcançar metas que tragam lucros, isso não existe para quem tenta viver no amor de Deus. As existem conveniências e, se haverá salvação ao final ou não, bem...isso é lá com Deus, porque com certeza não é pela salvação que se aprende a amar.
Ama porque ama e... não só o que é bom e belo, porque isso é fácil e não há mérito algum. O amor extrapola os liames materiais, entra no invisível e atinge o que de mais precioso se tem, o espírito. O amor verdadeiro é aquele que se dirige ao eterno.
A natureza de cada um pode ser limpa o suficiente para alcançar o lindo, nobre e simples sentimento de amor por Deus e por todas as formas de vidas existentes.
Isto é NATAL, hoje, amanhã, todos os dias de nossas vidas.
Esqueçam os presentes materiais, eles não são importantes. Não entrem na influência que torna o Natal menos sublime. O melhor presente é o abraço fraterno de 20 segundos, a boa palavra que soa como musica celestial, um largo sorriso e aquele olhar profundo que faz com a gente sinta o amor nos aquecendo.
Espalhem sentimentos nobres de amor, carinho e compaixão e estarão vivendo o verdadeiro NATAL!
Que os seus lares estejam aquecidos pelo sentimento de Natal todos os dias de suas vidas.
“Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim, brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” ( Matheus 4:23-25)
A mais pura e linda declaração de amor de Deus pra mim... foi em forma dos meus filhos ...sei que são "jóias" raras e únicas Dele, que me "emprestou"...
mesmo sabendo disso... não consigo amar menos...
<3 Dé e Déia <3 #AmorEterno #RiquezasSemPreço "
