Jean la bruyère
Enquanto lá no céu, estrelas em linda constelação eu estou vendo… Aqui na Terra, eu vou sendo a consternação que não finda.
O maior desejo de uma gota de lágrima é cair sobre um rio ou num mar em corrente, mas para nossas lágrimas, desejamos que elas caiam por rochas e que sequem para sempre.
Quanto mais nos apegamos às previsibilidades da vida, maior o medo de vivê-la. Agir em meio às imprevisibildades suplanta a construção do previsível. A vontade de transformar a vida num invólucro à prova do acaso pode tornar-se a sua maior escravidão.
Custo de escolha, regresso habitual.
Voltar...
Largão a mão da caneta para aprender a apagar
Lamber em suma a ferida que se fez por gostar
Sentir o tempo perdido, cruel a te encarar
Veja que o eterno, não se mudou
O sublime parece ser intocável
E o mal relativo, bem olhou
Já o bem,figura irrevogável.
Tão longe, para se perder de vista.
Corridos passos em busca de tal “Artista”
Vira o mundo
Pisa até o fundo.
Ao pensar em correr, toda alma te procura
Oferecem rezas, preces e a tua cura
Uma razão para você escolher?
Ou um bom motivo para o deter?
A turba surge insana propondo tua salvação
Engole as pressas,queima a boca,parece escape de tentação
A salvação está onde deveria estar.
Quanto ao coração, é seu ou já podem levar?
Um brinde aos santos, aos profanos
Aos sinceros, em pé ou caídos.
Um viva aos achados, aos perdidos.
Quem busca, encontra os cantos ou os espantos.
Alcance a verdade, seja por bem ou mal
Toque as nuances da sinceridade
Saboreie sua fé, reencontre o essencial.
Livre arbítrio concedido, se a busca for por felicidade.
A verdade jamais será pura se o invade
Se sua paz mascarada grita por autoridade
Derrube o falso paraíso interno
E o mande para o inferno
Inferno e céu do dia-a-dia, passados como sem perfeição
A alegria já vem armada de decepção
Não troque a alma por uma incerta razão
Arrebenta de felicidade, desapega do talvez vilão.
Contraditório é contar os passos e voltar
Desfazendo o regredir pelo regressar
Tudo o que passaria, você escolheu, já sabia
Não corra tão longe que não saiba retornar
Apanhe o mapa, feche os olhos e vá se entregar
Esquece o atalho
Se dê ao trabalho
Viver é voltar.
Pecadinho bom
Peca daqui
Que eu peco de lá
Vem de mansinho
Se deixe levar
Bem escondidinho
Nós vamos se amar
Um pecadinho bom
Não dá pra matar
Se for por amor
Nem precisa confessar
Amar é do bem
Vem logo me ame
Se for mesmo pecado
Que os anjos digam amém!!
Não consigo viver o presente sem lembra do passado...
Pois ainda dói muito, mas quem sabe lá na frente eu o deixe!
Vem cá, meu bem, senta aqui do meu lado. Não liga pra o mundo lá fora não! Esquece as caras de reprovação, esquece a face da tristeza e do orgulho, eles não sabem quem você é. Ninguém, além de você, conhece suas verdadeiras batalhas e suas belíssimas vitórias. Eles não ligam pra o que você sente, ou pra o que você conquistou ou se já fez sua boa ação do dia. Eles nem sabem qual a sua rotina. Vem, pode entrar! Mas deixa no tapete de boas vindas, do lado de fora, essa cara sisuda, essa censura boba, esse desespero sem sentido, esse orgulho que faz tanto peso em seus ombros e todas essas outras sujeiras que estão manchando sua alma. Entre leve. Seja apenas coração e abandone um pouco essa cisma boba de ser tão racional. Talvez seja isso. Deixe sua razão do lado de fora e sente aqui comigo, com lágrimas, sorrisos e entrega, que é só isso que nós vamos lembrar. E o mundo lá fora? Que mundo?
Ei, eu sei que dói agora, mas olha, lá na frente tem algo, ele se chama futuro, e você pode fazer com que ele seja brilhante. Então sorria agora, e lá na frente você poderá ver o quão brilhante foi o seu sorriso.
Meditação
"Chuva fria cai sem parar
e me põe aqui a pensar.
Lá fora, a água acumula na terra
e cá dentro, trava-se uma guerra...
Razão e coração:
quem vencerá?
Quem afinal me dominará?
A razão ordena que me aprume
enquanto o coração,
ah, este quer mais é atiçar o lume
e manda eu seguir com esta paixão!!"
Aquelas folhas lá fora estão caindo, muitas por conseqüência do vento, outras, por que simplesmente... Chega a hora. A vida é assim, ela deixa que caiam folhas e flores, deixa-as livres para que o vento as carregue, e as leve como plumas: leves, e delicadas.
Bom, nós, como aqui ainda presenciando o cair de algumas, e o brotar de outras, resta-nos florescer, soltarmos cores, e perfumes, para que quem possa nos ver, que veja com bons olhos, com admiração, com gosto... Com prazer. E o que nos resta? Viver, viver, viver. Sem medo do dia em que o vento nos levar, ou no dia em que, nós cairmos, para que venha crescer em nosso lugar, um lindo botão.
Lá na frente, sempre tem algo melhor… do que, o que ficou pra trás!
O que ficou para trás, se torna passado!
E o passado nunca ficará a frente, pois o passado, nunca poderá se tornar um presente!
Então siga sempre em frente!
Neste momento olho pra janela, vejo a chuva cair lá fóra, isso me fais lembrar do dia em que você foi embora.
A chuva passou assim como seu amor, isso me marcou, mais acima de tudo, me machucou.A lua a as estrelas fazem minha cabeça, isso impede que eu cresça, é uma pena a vida não vem e não tem um tema para seguir, cabe a você tentar ser feliz, fica díficil, não tenho você aqui
Sentir todo mundo sente
Quem nega apenas mente
Impossível não sentir
Nem que seja lá no fundinho
Sempre tem um cantinho
Reservado para sentir
Seja o que for
Seja amor , seja dor
Mas ninguém é desprovido disso
Embora muitos quisessem
Não se pode controlar
Apenas fingir que não há
Nele tal coisa semelhante.
Insista e Perceba.
Se você encontrar uma porta a sua frente, como saber se devemos ou não abri-la.
Se você abrir a porta. Devemos ou não entrar em uma nova sala?
Para entrar, você vai ter que vencer a dúvida, o titubeio ou o medo.
Se você venceu, dará um grande passo nesta sala, vive-se.
Mas têm um preço, outras portas que você irar descobrir.
O GRANDE SEGREDO É SABER:
QUANDO E QUAL PORTA DEVE SER ABERTA.
A VIDA NÃO É RIGOROSA: ela somente propicia erros e acertos.
Os erros podem ser transformados em acertos quando com eles se aprende.
Nunca se engane. Não existe a segurança do acerto eterno.
