Jean la bruyère
Meditação
"Chuva fria cai sem parar
e me põe aqui a pensar.
Lá fora, a água acumula na terra
e cá dentro, trava-se uma guerra...
Razão e coração:
quem vencerá?
Quem afinal me dominará?
A razão ordena que me aprume
enquanto o coração,
ah, este quer mais é atiçar o lume
e manda eu seguir com esta paixão!!"
Aquelas folhas lá fora estão caindo, muitas por conseqüência do vento, outras, por que simplesmente... Chega a hora. A vida é assim, ela deixa que caiam folhas e flores, deixa-as livres para que o vento as carregue, e as leve como plumas: leves, e delicadas.
Bom, nós, como aqui ainda presenciando o cair de algumas, e o brotar de outras, resta-nos florescer, soltarmos cores, e perfumes, para que quem possa nos ver, que veja com bons olhos, com admiração, com gosto... Com prazer. E o que nos resta? Viver, viver, viver. Sem medo do dia em que o vento nos levar, ou no dia em que, nós cairmos, para que venha crescer em nosso lugar, um lindo botão.
Lá na frente, sempre tem algo melhor… do que, o que ficou pra trás!
O que ficou para trás, se torna passado!
E o passado nunca ficará a frente, pois o passado, nunca poderá se tornar um presente!
Então siga sempre em frente!
Neste momento olho pra janela, vejo a chuva cair lá fóra, isso me fais lembrar do dia em que você foi embora.
A chuva passou assim como seu amor, isso me marcou, mais acima de tudo, me machucou.A lua a as estrelas fazem minha cabeça, isso impede que eu cresça, é uma pena a vida não vem e não tem um tema para seguir, cabe a você tentar ser feliz, fica díficil, não tenho você aqui
Sentir todo mundo sente
Quem nega apenas mente
Impossível não sentir
Nem que seja lá no fundinho
Sempre tem um cantinho
Reservado para sentir
Seja o que for
Seja amor , seja dor
Mas ninguém é desprovido disso
Embora muitos quisessem
Não se pode controlar
Apenas fingir que não há
Nele tal coisa semelhante.
Insista e Perceba.
Se você encontrar uma porta a sua frente, como saber se devemos ou não abri-la.
Se você abrir a porta. Devemos ou não entrar em uma nova sala?
Para entrar, você vai ter que vencer a dúvida, o titubeio ou o medo.
Se você venceu, dará um grande passo nesta sala, vive-se.
Mas têm um preço, outras portas que você irar descobrir.
O GRANDE SEGREDO É SABER:
QUANDO E QUAL PORTA DEVE SER ABERTA.
A VIDA NÃO É RIGOROSA: ela somente propicia erros e acertos.
Os erros podem ser transformados em acertos quando com eles se aprende.
Nunca se engane. Não existe a segurança do acerto eterno.
No fundo, lá no fundo, não temos mesmo muita escolha. Pois, na maioria das vezes, as escolhas que fazemos não dependem só da gente pra que sejam exatas.
Eu quero estar ao seu lado para sempre,seja lá para onde
for,Eu decidi em meu coração,Que preciso apenas que você exista,Para que eu
possa ter razão de viver,Vamos me deixe me ver mais este sorriso maravilhoso.
Quero ser diferente, sem ter medo do exterior, porque o mundo que está lá fora nunca vai me olhar com a forma que você me olha!
XIII E lá para o final do mês
Chega a Festa de Largo
Patrão torna-se freguês
E os fiéis saem do armário.
XII Em Agosto lá para o dia Dezesseis
A festa é comemorada
Onde vai pobre e burguês
Minha singela morada.
Houve um tempo _ lá pela adolescência _ que eu fazia questão de ter um milhão de amigos, que nem dizia a canção. Hoje eu olho, com orgulho, as poucas pessoas que eu chamo de amigos. Eu as escolhi para confiar e para dar colo. Elas me escolheram. E nós, nesse amor recíproco, seguimos aprendendo muito. E por mais que a inveja nos olhe com olhos famintos, Deus nos protegerá, pois amizade é amor; e amor é de Deus.
Som de risos.... Daqueles bem gargalhados em Dó Ré Mi Fá Sol Lá Sí diante das surpresas da vida embrulhadas na alma.
Ainda com a xícara de café na mão, ele se dirigia ao sofá da sala. Ela já estava lá, sentada perto da lareira crepitante. Não conversaram. Não tinha nada o que dizer. Ambos sabiam o que aquele silêncio todo já dizia. Ele passava as mãos pelos cabelos desanimado. Ela, andava de um lado para o outro. Ele sabia o que tinha que dizer. Ela sabia o que tinha que falar. Mas nenhuma palavra era especulada. Ele olhou para ela como se pedisse uma válvula de escape, ela retribuía o olhar com o mesmo desejo. Enfim, ele colocara a xícara na mesa no centro da sala, e se levantara. Ele não disse nada, mas ela sabia o que o silêncio gritava. Era o fim. Eles iriam, para nunca mais voltar.
Durmo e eu sei que lá eu posso sonhar sem dar explicação. Sei que lá posso te encontrar quando for, e sei que lá você sempre volta. Nos meus sonhos é mais fácil, mas são só sonhos. E eu deixo você partir, deixo. Um dia você volta. Eu também volto. Um dia você chega. E eu vou, vou para longe, vou para onde as insônias não existam, onde os amores duram. Onde finalmente vou poder me libertar. E aí vou ser plenamente feliz. Sem desespero, sem choro, sem você.
Doze de setembro estava eu lá nascendo, nascia o grande escritor Caio Fernando Abreu também, e até o mesmo o presidente Juscelino Kubistschek.
