Brisa Leve
"" Na calmaria, segue adiante
brisa leve, cantando pássaros
desafios, curvas ingênuas
turbilhão para refazer a harmonia
calmaria, turbilhão
calmaria
resta o sal como presente
depois de tanta doçura
turbilhão, calmaria
até a chegada do luar...
Me arrepia como brisa leve,
Eriça as minhas estrelas.
Pele azul é a tua,
Somos dois céus em carne viva.
Minha Essência, Flor Que Não Se Curva
Não sou a rosa que se dobra à brisa leve,
Nem a leoa que hesita, quando o trono o eleve.
Em mim pulsa outra força, um instinto mais fundo,
Um elo com a onça que domina o seu mundo.
Eu sou a orquídea rara, na rocha plantada,
Que floresce imponente, jamais abalada.
Minha raiz se agarra, profunda e teimosa,
Na fresta da vida, me faço grandiosa.
Não me assusto com sombras, nem com o rugido alheio,
Minha luz vem de dentro, do meu próprio seio.
Sou a calma na força, a beleza no invicto,
Onde a vida me testa, me mostro por si só.
Assim sigo meu rumo, sem medo, sem véu,
Com a alma de onça e a flor do céu.
Minha essência é única, em cada matiz,
Uma força que brota, e me faz feliz.
Ela toda ventania...ele brisa leve..
ela toda mar revolto...ele calmaria..
ela toda poesia ... ele apenas estrofe ..
ela musica para os ouvidos ..ele silencio ..
ela paixão ardente ..ele apenas atração passageira..
Ela então um adeus.. ele , no máximo um até breve..
Brisa
A brisa leve as árvores balançava,
algumas folhas o vento lançava
e outras simplesmente derrubava.
Sentada, o tempo observava
Aquele frio avisava,
O Inverno e sua próxima chegada.
Hoje, a brisa
leve fez lembrar
A mente não
cessa de pensar
Fico extasiadamente
a embalar
Vou respirando de
tanto te amar
Quando senti
o sol a tocar
Captei você
na minha pele
Seduzida de tanto
de adorar
Sei que a nossa
hora irá chegar
Doce espero
por esse momento
Basta que você
doce me toque
O meu coração
doce se dobre
A minh'alma doce
se entregue
O teu jeito já é
um doce provocar
Provocantemente
o nosso insinuar
Confirma que o amor
é uma fruta
Juntos cultivaremos
o amor
E o colheremos
do nosso pomar.
Além do Tempo
Te esperei na brisa leve,
No outono e no verão,
Nos dias frios de inverno,
Na florada do algodão.
Cada vento sussurrava
Que o tempo não voltaria,
Mas meu peito ainda guardava
Teu amor que não partia.
Os anos foram passando,
A lua sempre a brilhar,
Mesmo longe, em pensamento,
Te sentia a me abraçar.
Não importa o quanto doa,
Nem o quanto a vida insiste,
O amor que é verdadeiro
Nem o tempo o torna triste.
Pois se a guerra nos levou,
O destino nos separou,
O eterno há de unir
O que um dia começou.
E quando enfim meu corpo,
Ao pó retornar sorrindo,
No além te encontrarei,
E será como o princípio
