Brisa
Jamais a dor alheia será compreendida na totalidade, mesmo que ocasionada pelos mesmos motivos. A diferença entre uma brisa e um furacão se resume na resistência de quem passa.
Quero te amar sobre as ondas do mar
E a beira da praia fazer nossa morada
Como um lindo castelo
O qual abrigará até nossos netos
Que a paz da brisa seja sempre nossa amiga
E o amor desse família, se renovará a cada dia
Já não sei se poeta sou, mera trovadora ou uma simples rabiscadora. O que sei é que tudo isso me enriquece, alegra e sigo em direção ao por do sol. Vou percebendo toda a alquimia que se faz enquanto a brisa toca só para mim, e aqui, aos meus pés em versos jaz...
O prana é a brisa suave que apruma a vida, soprando direção e vitalidade através do tecido da existência, renovando o ânimo e desvendando os segredos do universo interior.
Estar equilibrado é o mesmo que navegar num oceano sem ondas e sentindo a brisa refrescante e harmoniosa da vida
Quero ser brisa ao voo de uma ave,
da rosa o perfume em sua mais pura essência,
numa pauta a mais doce clave
e em seu coração nunca ser ausência !
Calmaria
Depois do temporal a calmaria.
Surge um céu brindando um novo dia.
Chuva raivosa foi aguar em outro lugar...
Deixou espaço para o Sol brilhante no horizonte raiar.
Brisa suave a manhã vem suavizar.
Pássaros cantam um novo dia a chegar.
Borboletas coloridas... sobre flores perfumadas... no jardim estão a bailar.
Novo dia. Dia novo.
Sol... calor de manhã de verão.
Sopra um vento meigo de novo.
Folhas das árvores a cobrir o chão.
Eu quero ser como o sol do meio-dia ou a brisa da meia-noite, pra tocar em sua pele e sentir o seu cheiro!
Para mim
ela é
os passos antes do fim
a virada na última curva
e uma linda casa
com a luz acesa
e lenha na fogueira
de uma risada fácil
flutuando na beira da brisa –
ela é
para sempre
chegar em casa.
Eu estava bem ali, na sombra daquela nuvem, de pé a admirando. Sentia-me tão próximo a ela e ao mesmo tempo tão distante. E tudo que podia fazer era admirá-la e ela parecia me olhar de volta. Mas uma brisa soprou e ela foi para longe, então desidratei ao sol.
Amar é como a brisa suave no ar, Que acaricia a pele e faz o coração pulsar. É sentir a chama que arde e consome, Numa dança de emoções que nos consome.
E assim sigo criando nuvens...
Te trago em brasa
Desviando das névoas que surgem.
Transbordo em lágrimas
Esperando cair suas gotas pesadas
Deixando que nos inundem
Me leve em sua brisa levada
De leve a quebrada
Suaviza sua alma
Deus nos ajude! Thibor
Sempre, e para sempre, você estará presa em meus olhos, como uma brisa que paira suave, mas constante, no ar que respiro.
É nos meus olhos que você dança, onde seus movimentos ecoam como versos silenciosos, mas eternos, de uma canção que só nós escutamos.
Por mais que o tempo passe, por mais que o mundo mude, você estará ali, entre as sombras e a luz que minha visão acolhe. Porque minha alma, de alguma forma, escolheu te guardar, como se fosse impossível viver sem a sua imagem desenhada na memória, gravada na eternidade de cada olhar.
Sim, sempre e para sempre, você estará presa em meus olhos – e, em cada encontro, é como se fosse a primeira vez.
Senti uma brisa leve tocando meu rosto, então respirei profundamente. Sentei-me na sombra de uma árvore, fechei meus olhos e desliguei-me do mundo. Naquele campo verde com belas flores e ao som do cantar dos pássaros, pude, então, descansar.
A tempestade havia passado e o dia trazia novas promessas. O sussurro do vento cantava uma canção que dizia que era hora de recomeçar, desacelerar e seguir de onde o mundo parou. Então fui e aceitei a chance que me haviam dado. Nem tudo se perdeu.
O sorriso alimenta-se do lago dos teus e dos meus olhos.
Eu fui a luz resplandecente da aurora
que, radiante, o meu dia e o meu sorriso clareou.
Eu fui todas as flores multicolores
que, suavemente, no meu jardim, desabrocharam.
Eu fui o vento impetuoso que de leve soprou,
desaparecido e renascido nos sorrisos do tempo...
Eu sou do céu as estrelas cadentes e cintilantes
que, velozmente, atravessam os teus e os meus sonhos!
Eu sou o sorriso da alma que feliz ou triste caminha,
mas ainda acredita, no desabrochar dos sorrisos!
Eu sou o vento que clama, pela chama dos teus olhos,
mergulhados nas lutas do dia a dia.
Eu serei como o impetuoso e poderoso mar,
que, carinhosamente procura os rios para poder abraçar.
Eu serei a brisa quente e fria que torna a noite
num doce e alegre despertar de sorrisos na agonia.
Eu serei a fonte dos sorrisos que florescerão amanhã,
confiante no sabor, das gargalhadas que daremos juntos.
Quem fomos? Quem somos? Quem seremos?
Importa que tenhamos a esperança a brotar dos olhos.
Que o sorriso seja a fonte que bebe da esperança
que jorra dos olhos, e nas lágrimas derramadas
possa de novo nascer e acreditar que ainda se vive,
basta ter fé e prosseguir chorando e sorrindo!
(Alice Vaz De Barros)
Abra janelas da alma
deixa o sol entrar,
deixa que vem
a brisa do mar.
Deixa nascer
você vai florescer,
é ainda mais fácil
quando permite acontecer.
