Brilho do Sol
Sertão de saudade
Ao ver o sol se desbotando, se escondendo do brilho da colina, a lua do alto das montanhas, lá de cima da serra branca, os pássaros escondem. O som que se ouve, é do vento assobiando as veredas da serra ,
O bule cheio de café e a varanda cheia de matuto, contando causos de assombro e mentiras engraçadas , ai que saudades do calor dos amigos e das conversas animadas, os mais velhinhos já dormem,
Por que às 4 da manhã ao romper os raios da aurora, e de novo no meu quarto ouço a batida do café no pilão e minha avó fazendo o quarentão com charque temperado, oh! que tem saudades da simplicidade das rotinas do meu sertão.
Sol sempre brilha de um jeito ou de outro, triste ou alegre está lá vencendo as nuvens para brilhar.
Assim também é nosso vida temos que nos esforçar para transpassar as nuvens que nos machucam e nos e nos encobre
O sol e o Luar
Em noites de céu estrelado,
Com a imensidão de luzes a brilhar,
Sua beleza me deixa calado,
Encantado com a luz do luar.
O sol despertando de um sonho encantado,
Iniciando com os seus raios a terra tocar,
Onde ainda há pouco sonhava deleitado,
Envolvido pelas fantasias do luar.
Sabia que surgiria uma noite a nevar,
Resfriaria a terra por toda a madrugada,
E não poderia continuar a sonhar,
Com as estrelas e sua apaixonada.
Na copa das arvores os pássaros a gorjear,
Anunciando o renascer de um novo dia,
Partia para o esconderijo a lua a sonhar,
Com a noite que transformou em alegria.
As estrelas aos poucos vão se apagando,
Irão descansar para a noite seguinte,
Esperando pelo verão que está chegando,
Que as tornará com certeza mais reluzente.
Ofuscando muitas belezas eu sei,
Deixando-me mais apaixonado,
Com o corpo aquecido pelo astro rei,
E a felicidade de estar ao seu lado..............
Du’Art 10 / 07 / 2016
É A VIDA QUE FLUI ....
O dia amanhceu...
O sol brilhou e o amor nasceu...
A vida é como um rio, que corre em direção ao mar,
Assim como corremos em direção de alguém,
Para abraçar, beijar e mergulhar nesse mar para amar.
Insistimos, as vezes desistimos,
Outras vezes determinados e apaixonados,
Navegando até encontrar um “ porto seguro”,
Como um navio que navega ,perdido na tempestade,
Mas a certeza de que existe a luz de um farol,
Alguém que chega pra brilhar em nosso caminho,
Não nos deixando naufragar...
Assim também é o curso do rio da vida,
Assim também é um caminho com luz,
E o amor surge , como uma estrela que brilha,
Que nos ilumina e nos conduz,
Fazendo-nos encontrar a esperança perdida,
E a certeza de que um dia iremos encontrar,
O que tanto procuramos sonhar.
A VIDA E O AMOR SÃO ASSIM MESMO,
As vezes mesmo “ atirando “ a esmo,
Um dia quem sabe,
No alvo iremos acertar !
O amor e a vida é assim mesmo,
Um dia vivemos, outro dia morremos,
Um dia amamos outro odiamos,
Mas amar e viver é preciso.
Tudo passa nessa vida...
Cai a chuva...
Nasce o sol...
A lua ilumina...
As estrelas brilham...
O vento sopra...
Os pássaros voam...
As folhas caem...
As sementes brotam no chão...
O rio corre para o mar...
O fogo que queima...
O frio que arrepia a pele...
A canção que toca a alma...
O breu...
O seu...
O nosso...
Contentamento descontente...
Tudo faz sentido.
Lá fora, claro dia
O Sol, tão só, brilha no Céu
Talvez de solidão
A luz que esse Sol irradia
Ultrapassa
O ponto onde a vista alcança
Astro indomado
Exibindo eternamente a realeza
Na tristeza dessa mansa solidão
O Sol tão só no Céu
Ternura ausente
Que se sente
Nessa escuridão tão branca
Talvez o Sol
Seja criança entre as estrelas
Um ponto entre outros Astros
Vaga tranquilo
Brincando de destruí-los
Lentamente
Enquanto isso a gente
Tão sós quanto o Sol
Carentes de tamanha realeza
Destruímos a nós mesmos
Com tamanha destreza e celeridade
Que jamais chegaremos perto
Da idade do Sol
Que lá fora
Arde tranquilamente.
Edson Ricardo Paiva.
O dia nasceu e eu olho pra ele
O Sol à brilhar, pássaros voando
Crianças sorrindo
Mas o Mundo não é mais aquele
Algo nele se perdeu
Eu juro que tento
Confesso que estou atento
Ouvindo as palavras que diz-me o vento
Não vejo a mesma alegria
Que eu via em outros tempos
Nem consigo esboçar o sorriso
Que sorri em momentos passados
Parece que tudo ficou no caminho
em dado momento
E hoje aqui
Eu choro sozinho
Escondendo meu rosto
Ninguém percebe
E Assim prossegue o dia
Sem mostrar o brilho que havia
Vejo alegria em outras caras
E sigo vivendo
Este Mundo não pára
Escrevo uma triste poesia
Em menos de um minuto
Enxergo e sou surdo
Porque
Se ainda me fala a alegria
Não escuto.
Você vai caminhando pela rua
Olhando a própria sombra na calçada
Percebe o Sol
Que brilha acima de você
Olha para as casas
E vê as janelas abertas
Mas percebe, de repente
Que talvez
tenha perdido a humanidade
E não existe mais certeza
De que você
é mesmo gente de verdade
Você não pretendia
desistir dos sonhos
Mas neles todos
Estava incluso este mundo
Que desistiu de você
Percebe que acreditou
Em quem desconfiava
Olha novamente
as janelas das casas
Lá não há mais ninguém
Elas estão todas fechadas
Você vê que tudo
Que aprendeu na vida
Trouxe-lhe somente dúvida
E as certezas
Não conferem-lhe razão
Melhor voltar pra casa, então
Na esquina há uma placa
Na placa há uma seta
A seta indica a direção
Seu coração cansou-se
de seguir na direção contrária
Mas cursou-a tanto tempo
Que já não sabe mais
O que é correto
Acorda no meio da rua e vê
Que já não sabe de mais nada
Nem ao menos a calçada
que te trouxe
Poderá te conduzir
Novamente pro lugar
de onde partiste
Pois esqueceu-se de onde veio
Sua vida, num segundo
dividiu-se ao meio
E percebes
que não vale mais à pena
Saber; ignorar
Nada mais importa
Aqueles em quem confiaste
Agora cortam-te em partes
Dividem-te, devoram-te
Escondidos atrás
das portas que se fecharam
Pra que você não entrasse
E que você não saísse
No Céu o Sol não pára de brilhar
As ondas no Mar se debatendo, enfurecidas
Será que pulam de alegria
comemorando a luz do dia
Ou será que, sentindo-se esquecidas
tentam fugir pra outro lugar
Na segurança da gaiola
um passarinho canta triste
canta sozinho
O cantar mais sofrido que existe
Um cantar para o qual
não pode haver nenhuma dança
As folhas farfalhando ao vento
dançam livres
Folhas mortas em viva alegria
Não parecem, em nenhum momento
Sentir saudade dos galhos
Pode até ser que eu me engane
Talvez aconteça
dos meus jugamentos serem falhos
Não me importa
Mas se eu tivesse que escolher
Ser passarinho na gaiola
Onda viva ou folha morta
minha escolha não levava um momento
Eu iria preferir voar ao vento
"Nem todo dia cinza é triste, nem sempre a alegria brilha ao Sol. A Felicidade é como a inteligência: Sua origem é de dentro pra fora. Não procure nas nuvens o que está sob seus pés"
O Sol ainda brilha lá fora
Eu sinto que luz e calor
Não me pode alcançar
Corpo frio
Longe de tudo
Até mesmo da própria vida
Coração vazio
Nada mais prende mais atenção
Que a vontade de ir embora
Lá no fundo do quintal
O ruído, pouco mais que gemido
De uma alma chorando escondida
O desejo de orar me toma
Mas Deus não há
Há somente a vontade que implora
Com voz que ninguém pode ouvir
E agora?
Edson Ricardo Paiva
Eu hoje abri a janela
Vi que o Sol brilhava lá no Céu
Ainda outro dia
Eu estava num lugar distante
Ainda outro dia
Eu era outra pessoa
Ainda outro dia
O Mundo era um lugar muito bom
E a vida era boa também
Agora
O Sol ainda brilha lá fora
As outras estrelas
Se apagaram quase todas
Os ventos que sopravam
As folhas que caiam
A água me parece
Ter-se evaporado
Hoje o novo dia
Me trouxe a vida nova
Mas hoje eu vejo
O quanto envelheci também
Talvez eu tenha me esquecido
A outra vida e o outro eu
Num canto qualquer do passado
Hoje, além de mim
Ninguém percebeu
Que o Sol ainda brilha lá fora
Com a mesma linda intensidade
dos dias de outrora
E os dias tem sido assim
Parece que agora ficamos
Eu e o Sol
E talvez por algum tempo
O Sol ainda brilhe lá fora.
Edson Ricardo Paiva.
Quero mergulhar no silêncio da noite sabendo que ao nascer do sol encontrarei o brilho do seu sorriso novamente
"Que haja alegria, brilho, união, felicidade, estrada florida, céu estrelado, sol dourado.
Que haja paz, luz e muitas bençãos do
Deus Todo Poderoso, que fez o céu e a terra."
Arriba 2014!
☆ Haredita Angel
