Boca
Escorre pelos olhos, pela boca...escorre fácil o sorriso. Esbanjo, escancaro...vou levando do meu jeito: me enganando, se enganando...uso máscara, me escondo.
Minha boca está sedenta por teu beijos,
O meu deserto se desmanchou em águas
A insolação passou pois o seu vento a levou,
a temperatura baixou, e se elevou quando você chegou,
Vi corpos espalhados, corações desgarrados,
pessoas caminhando pelo incerto, sendo enterradas pela tempestade do deserto
olhei as pessoas encalhadas, sem força e resistência que pelas aguas
deixaram serem levadas, não se agarraram em ninguém para viver,
simplesmente tentaram sobreviver, o meu sucesso foi me juntar à você, meu amor.
Da boca pra fora
ela diz que me ama
Esqueceu que nesse jogo
já cansei ganhar
Diz que ama meu som
fala que tenho o dom
Sei bem o que ela quer
e vou propocinar
Exponha seu coração ao Espírito Santo de Deus. Abra sua boca que Ele a encherá com a oração perfeita ao Pai.
Não deixe que a carência arme ciladas para enredarem seus pés confiando seu coração para ouvidos traiçoeiros. VIGIE.
Hoje eu quero o silêncio
Emudecer palavras e pensamentos
Calar boca e coração
Opressão
Tensão
Suspiro profundo,
Buscando a calmaria
Deixar a turbulência
Colisões internas em romaria
Deve ser o tempo
Deve ser o dia
Desliza sua língua dentro da minha boca e explore-a gentilmente, e deixe-me passar a minha ao redor da sua.
Calar a boca não significa condenar a pena máxima a voz no teu âmago, não é criar antagonismo entre a voz e as palavras, muito menos impedir que as suas ideologias voem pelo mundo exterior. Mas talvez seja impedir que as palavras espinhosas saiam da sua alma no momento errado.
Foi da sua boca que sorvia tão doce mel, palavras de encantamento que induziam-me ao paraíso. No seu corpo. o meu fazia morada, nos seus braços aconchegava-me tal como ninho de ternura. Eu era completamente tua, nós eramos adição, e mesmo com as dores do coração estávamos sempre juntos. De repente o céu escureceu, nossos passos perderam-se numa estrada sem rumo, nosso paraíso tornou-se obscuro e as palavras antes mel tornaram-se fel amargando a alma. A desconfiança aprisionou seu coração, sufocada em uma gaiola, rompi as amarras que machucavam, reaprendi a voar.
Rosely Andreassa
Beijar o vento por vezes refrigera a alma. Beijar a boca de um beija-flor faz nascer borboletas no estômago. Cair de um abismo é leve, se ele não tiver fim. O fim mata o corpo, come sua carne e vomita os despojos no mar.
Venda
Com os olhos fechados pela ira na boca, vocifera o homem seu desagrado, alheio ao destino que destina e a si mesmo que criou sua realidade
