Boa noite
São 4:30 da manhã
Está muito tarde da noite
Ainda não dormi
Vou levantar e fazer café
Começar o dia mais cedo
Ainda são 4:30 da manhã
Está muito cedo do dia
Estou nos dois extremos
Tudo parece muito
A decisão é difícil
Tentar dormir...
Perder horas?
Reestabelecer a energia?
Começar o dia...
Ganhar horas!
Dia improdutivo sem energia?
Duas dúvidas
Contra uma certeza
Melhor um pássaro na mão
Do que dois voando
Já sinto cheiro do café!
São 4 da manhã, que vento gostoso que vem da minha janela, ele passa pela cortina e encontra meu braço e metade do meu rosto, é gelado e refrescante, tem o cheiro da noite, é perfeito.
É uma noite fria e escura e
Ninguém está tentando te encontrar
Você está apenas navegando, navegando
Porque nada parece se importar com você
Eu te falei que era só
Por uma vez
Só uma noite, uma aventura
E não se envolver
Mas quando te beijei
Senti algo explodir por dentro
"Sigo noite adentro, em passos falsos, movimento. Sem olhar pra trás o tempo, do meu jeito vou vivendo."
- Quando vocês não conseguirem, enxergar mais nada, vão entender a importância de terem tantas opções assim.
É meu defeito acordar sem lembrar de nada
A noite acelerada com os amigo e nóis tá bem
Mas quando bate o grave com a melhor levada
Sabe que esse é o Kalli Kalli, qualidade é 100
Cantarolando vai
Veste-se de novidades
Enquanto a noite cai
Jura que não aprontará nenhuma
Só dançará até ficar
Com os pés na lua.
A noite grita em seu silêncio. Em situações de monotonia se transforma. Tem seu alicerce em sonhos … Nas estrelas.
Porque os seus olhos brilham como o sol. Tudo que é noite se ilumina e o céu se transforma num arco-íris. Você é o mais belo milagre da natureza, uma linda obra de arte desenhada e esculpida pelas mãos sagradas de Deus.
E é de uma mesa de bar que guardo memórias divertidas, de um passado bem distante... O bar hoje se deteriora pela ação do tempo, a mesa ao seu tempo, de certo, já nem existe mais... Mas, em pensamento, a mesa de bar parece que em cada esquina continua sempre a nos esperar.
Astronalma
"As vezes olho para o céu,
Vejo estrelas tão solitárias
Brilhando no vazio.
E penso...
Solitário talvez seja eu,
Em meus pensamentos,
Onde brilham idéias
No imenso imaginário cósmico do meu cérebro,
Nas insondáveis supernovas de sinapses,
Que fazem conexões no vácuo
Do ser ou não ser.
A vida é como uma noite
Sem fim.
Alguns pontos brilhantes
Podem te indicar um caminho,
Alguns desejos florescem na mente,
Como meteoritos a riscar a alma.
Você sente o vento,
Sente o frio,
Sonha,
Reclama que não há
Um pouco mais de tempo.
Algumas coisas ficam escondidas, Ninguém mais pode ver,
Mas você sabe onde estão
E como são.
As vezes olho para o céu,
É tanta imensidão.
Mas que é a vida
Se não uma noite ?
Estrelada...
Mas que é eu ?
As vezes um planeta solitário,
Um asteróide errante,
Um corpo que explode,
Envolto numa alegria
Que contagia o cosmos,
Um profundo pensador
Que as vezes parece um
Buraco negro,
Sugando tudo ao redor.
Noutras vezes sou Lua
Que reflete um brilho
Não meu
Ou sou só uma alma,
Capturada pela gravidade
De uma eterna rotina,
De sonhar,
Acordar,
Realizar
E depois dormir
Pra ver de novo as estrelas.
Ou ser estrela.
Quem sabe um dia
Eu veja de lá cima
E entenda alguma coisa
Daqui."
Que ao final de cada dia eu possa olhar para trás com aquela paz que somente o dever cumprido traz; com a certeza de que mesmo que eu não tenha sido perfeita em tudo eu fiz o mais perfeito que era capaz de fazer; com a gratidão que o universo espera de mim e a esperança que o dia que virá merece.
Que ao anoitecer eu feche a porta do dia com a tranquilidade de quem sabe que tem um pai zeloso velando meu sono, abençoando minha noite e guiando meus sonhos por caminhos de luz.
Apagaram as luzes e
acenderam as estrelas
para nosso senhor
proteger a terra inteira!
Sergio Fornasari
