Bem
Céu iluminado
O amor me pegou de jeito; de uma forma inesperada.
Chegou bem de mansinho; numa noite enluarada.
Foi uma coisa muito engraçada; porque ele apareceu; quando eu não o procurava.
Por ele esperei tanto; que já havia desistido; mas amor é desse jeito; chega quando estamos tranquilos.
E foi assim que tudo aconteceu; dentro daquele sorriso; o meu olhar se perdeu.
Nossos olhos se buscaram e dois sorrisos sucedeu.
Um amor entrelaçado
no aconchego daquele abraço e o grande beijo aconteceu.
Naquela noite enluarada foi que o nosso amor nasceu.
Ele veio emprestado pelas mãos do nosso Deus.
Um amor iluminado quando a nós é emprestado; deveremos fazer dele; um universo de cuidados.
"Mesmo que um dia ele se vá, momentos bons são sempre eternizados."
Autora #Andrea_Domingues
11/08/2018 às 10:10
Pensando bem, eu gosto mesmo dela.
E Deus, como é bela!
Em seus olhos perdi a lucidez,
e cá estou desta vez:
escrevendo e sonhando apaixonado
pela menina ali do lado.
" Voce é responsável pela suas escolhas, escolha esquecer o passado e será bem sucedido no presente."
"e naquele dia quando eu menos esperava você chegou, uma maneira bem singela, aquele sorriso, aquele olhar perturbador que te deixa sem jeito. Como faço para apertar o botão de voltar naquela tarde, onde seus lábios se encontraram aos meus, meu corpo sobre o seu, aquela tarde que não saia da minha cabeça. Hoje acendo o cigarro e o que me vem há cabeça são as lembranças das poucas horas que passamos juntos em um breve romance de inverno."
Ainda bem cedo , quando o pássaro sobrevoa o Rio, quando a neblina adormece pela cidade , quando Deus acorda o dia , quando Faz nascer o suspiro de mais um dia , perceberás então, que nesta hora, contempla a dádiva da vida.
Que venha!!!
Que venha tudo que `e puro, verdadeiro, inteiro.
Que venha tudo que `e nobre, do bem, da alegria e da pureza, da simplicidade, e do encanto.
Tudo que aquece a alma e o coraçao.
Eu recebo de coraçao aberto, mente limpida e muito amor e gratidao.
Que venha.!!! Simone vercosa
vivemos e morremos!
não tenha medo da morte, tenha medo de não viver bem!
O inferno pode ser sua própria vida, se você não souber viver!
nunca é um fim, mas sim um recomeço!
viva o bastante, pra falar pros seus aliados que se você morresse hoje morreria feliz!
NÃO... apenas não exista, mas sim VIVA !
Muitas pessoas fazem de tudo para conquistar um novo emprego, relacionamento ou até mesmo um bem material.
Porém, depois de conquistar, se acomoda e esquece de fazer a manutenção. No emprego se capacitando e empenhando, no relacionamento sendo sincero e parceiro e com o bem material cuidando periodicamente.
Com isso, logo perde aquilo que tanto lutou e ainda diz que a vida é injusta.
Então cuide daquilo que gostas para sempre ter.
Bom dia
no escuro decair
sois bem se diz
sois o profundo sonho,
amado momento
sombrio tenor
aflora em tons de cinza,
mostra se condizente,
expressa se num apogeu,
revela se monumental,
esplendidamente o raiar da beleza,
em sopro se define o teu corpo,
glamour que seduz mera ardi o...
afogo me em pensamentos.
a cada estante vejo ares que desvendo
o profundo que aparenta
dispersa em brumas.
a fumaça que afoga te da opressão,
do regaço cordial a facada...
depois de tudo um sorriso te amo...
tudo bem ferida exposta,
entre ditos respiro fundo ainda estou vivo.
Prosa Poética: “O caipira João”
Thaís Falleiros 21-06-2013
Era uma vez um caipira, bem caipira sô
Humilde e tímido
Mas como diria minha avó, bem afeiçoado
Era Bicho-do-mato. Neguinho calado
Mas de um coração que não cabia no peito
Peito esse que nunca ficava gelado
Graças ao coração
Até que um dia o menino envergonhado
Viu-se por uma rapariga muito da metida
Apaixonado.
Ah, a paixão e suas armadilhas!
É perigosa e inimiga numero um da razão.
O menino que sempre gostara de flores
Tirou uma, a mais bonita, do jardim,
Colocou-a num vazo de barro
Pequeno e nada vistoso
Estufou os pulmões e foi lá declarar
O amor que já não cabia no coração.
A moça muito da arrogante
Menina da cidade, estudada e viajada
Achou uma indignação.
Moço pobre me dando uma rosa inda em botão?
E num vazo, de barro, sujo e manchado?
Não podia não.
O moço ficou com as maças do rosto vermelhas
Como essas que vem lá das bandas da Argentina
Lugar longe e frio, onde todo mundo fala enrolado.
E a moça achou engraçado.
Desembestou a rir, até chorar. Não parava mais.
Ah, isso não se faz não moça. O Destino há de me vingar.
O moço foi-se embora com o vazo na mão.
Entrou na sua caminhonete velha que era na verdade de seu avô.
E foi embora para o sítio, lá no meio do mato, com as vacas e os cavalos.
Pois lá ninguém ria de suas fuças. Era seu lugar no mundo.
A moça, poxa, não fez por mal não. Apesar da sua estica
Do seu porte de moça rica, bem vestida e de joias na mão
Ela também havia de ter um coração.
E não é que no meio da noite a danada da inconsciência
Vinha lhe trazer em sonho, o moço caipira, bonitão?
E no dia, cada rosto parecia que era o tal João.
O tempo passou e essa doença não passou não
Nem na moça, nem no João
E a doença era nada mais nada menos, que paixão!
A moça muito da atirada, percebeu logo a sensação
Não perdeu tempo e foi no mato atrás de seu amado
Pedir-lhe desculpas e lhe dar uma explicação.
Mas no meio do caminho, quase chegando no portão
A moça que vinha em seu carro importado
Teve um piripaque e adivinha quem apareceu?
O Jão!
Estava sujo de terra, com cheiro de esterco de porco
Mas não teve tempo de pensar nessas besteiras
Pegou-a no colo com muito cuidado
Levou-a para a sala que estava desarrumada
E lhe fez respiração
Boca-a boca é claro, e a família toda viu
E todo mundo ficou calado.
A moça acordou já no meio da respiração
Que nessas alturas já era na verdade
Só o boca-a-boca. E a paixão virou amor
E o amor virou um casal
A Maria e o João Junior, o Juninho
Que ficou caipira igual ao pai
E ela ficou dondoca igual à mãe.
Mas não faz mal
Tudo terminou como tinha que ser
A moça rica com o homem pobre
Que lhe tratou como rainha do sertão.
Graças ao destino, que vingou o moço
E lhe emprestou a sua mão.
Eu não estou bem, tudo que eu preciso é de um lar, é de uma família, é sentir o calor dos braços de uma mãe em torno de mim
