Beleza

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Escrever é dar vida as palavras transformando a beleza em arte é conforta os corações, é voz aos inspirados é inspiração as mentes distantes é um sonho, um desabafo, um grito, e acima de tudo é a eternidade nas palavras.


PauloRockCesar

Que eu seja como o girassol: encontre força na luz, beleza nos recomeços e coragem para florescer e seguir todos os dias.

​"A beleza da copa atrai os olhos, mas é a brutalidade da raiz que sustenta o trono; quem não teme a profundidade do próprio solo nunca será derrubado pela força do vento, pois a verdadeira grandeza não se mostra, ela se fundamenta."

Beleza é o cabelo, o rosto, o corpo? Não, não. Beleza é um sentimento. Beleza é quando pode ser vista, ser ouvida e ser forte, ai sim, se sentirá bonita. Celebre a sua beleza.

Dono dos meus dias


Sob o horizonte infinito do Morro do Gavião, contemplo sua beleza e sinto o peito transbordar gratidão.


Entre o brilho das águas da Represa de Chavantes e o calor dos teus braços, meu Alexandre, eu floresço: sinto-me gigante, elegante, radiante.


No silêncio sagrado da Pedra do Índio, encontro-me amada e renovada por você — o dono da minha vida, a quem amo sem medidas.


Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides.

Coração traidor


Se foi contigo a minha beleza,
A minha felicidade, a minha fé e a minha autoestima,
Perdi tudo, querido, em minha incerteza,
Pois ao te expulsar, traí o que o coração estima.
Apaixonei-me por outro — que mera ilusão...
Pois, em cada gesto ou defeito alheio,
Era você quem ainda habitava o meu coração.
Hoje vejo que troquei o amor verdadeiro,
A certeza do porto pela incerteza da estrada;
Perdi meu abrigo, meu mundo inteiro...
Volta, querido, nem que seja em sonho, nesta jornada.




Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides.

Minha beleza não depende de comparação.

Aos que dizem sentir nascer o amor através da beleza e perfeição da pessoa amada, estão enganando e sendo enganados, pois o verdadeiro amor só nasce quando aprendemos a lidar e conviver com as imperfeições desta pessoa.

"A profunda inflexão sobre a beleza da inocência tece, talvez, a maior das ilusões. Aqueles que assim se vestem com o manto da honestidade raramente repousam sobre a aspereza de seus próprios passos e atos; afinal, para eles, tudo é exato ou foi forjado com a melhor das intenções."

Somos sacos de memórias, fotografias vivas em movimento. Ainda assim, diante da beleza, da dor, do amor ou do espanto, nosso primeiro impulso não é sentir, mas sacar o smartphone. Trocamos a experiência pelo registro, a presença pela prova, a vivência pela evidência.


Filmamos o pôr do sol sem perceber suas cores. Fotografamos os sorrisos sem participar deles. Gravamos shows que jamais assistiremos novamente e arquivamos momentos que nunca chegamos a viver de fato.


Talvez a maior ironia da nossa época seja esta: possuímos milhares de imagens da vida e cada vez menos lembranças capazes de nos atravessar a alma. Estamos construindo cemitérios digitais de instantes que sacrificamos no altar da documentação.


Porque há emoções que morrem quando são interrompidas por uma câmera. Há experiências que exigem entrega, não armazenamento. E existem momentos tão sagrados que, ao tentar capturá-los, acabamos expulsando-nos deles.


No fim, a pergunta não é quantas fotos você tirou da vida. A pergunta é: de quantos momentos você esteve realmente presente antes de transformá-los em arquivo?


Talvez a memória mais valiosa seja justamente aquela que não pode ser publicada, compartilhada ou reproduzida. Aquela que vive apenas dentro de você, indomável, imperfeita e intensamente humana.




Estamos registrando tudo para não esquecer, ou fotografando tanto porque já desaprendemos a viver o suficiente para lembrar?

O OLHAR DE CATARINA
A beleza das coisas
Tem uma face obscura oculta,
O seu sorriso contente,
Tem uma tristeza secreta
A terceira margem do rio,
Na sua essência
Está submersa
Boas ações muitas vezes
Têm uma finalidade perversa

Assim me perco em divagações
Passo a noite a contemplar estrelas
E não entendo o olhar de catarina
Não entendo o seu universo
E por mais que eu filosofe e faça versos,
Não encontro uma rima
Passo a noite a contemplar estrelas
E não entendo o olhar de catarina...

Não pare. Há uma beleza silenciosa no passo que ninguém vê.

“Aprenda a não desistir. Há caminhos que só revelam sua beleza a quem decide dar mais um passo.” - Os`Cálmi

⁠É impossível não te elogiar, que mulher de fibra, de uma beleza única, incomparável. Você é aquela mulher que não esconde o que sente, é aquela que fala e age conforme o que diz, é aquela que não tem medo de ser feliz!
Tão admirável e desejada ao mesmo tempo.
Mulher de fibra, a sua personalidade que te faz feliz!

Entendam mulheres, um homem maduro e inteligente jamais vão escolher mulher pelo corpo ou beleza, um homem sábio, valoriza o caráter, respeito, lealdade de uma mulher. Um homem maduro vai te escolher pela essência e beleza da sua alma.

Alguns possuem a beleza, o esplendor, a suavidade e o perfume de uma rosa, mas escondem os espinhos!

Foi na calmaria despretensiosa e na beleza pura da simplicidade do seu coração que encontrei, enfim, o tesouro mais valioso.
Você não precisa de artifícios para ser o meu mundo inteiro, basta ser exatamente quem é, com essa alma limpa e esse amor que acolhe todas as minhas tempestades.
_Enzo Ruchell_

“O ser humano destrói a natureza e toda a beleza da terra, e depois busca nos céus a paz que ele mesmo expulsou.”

“Em tudo que há abundância, aí está incluída a beleza.”

Existe uma beleza cruel na decepção.

Ela chega sem ser convidada, quebra os móveis da esperança, rasga os retratos que insistíamos em chamar de futuro e, por alguns dias, nos convence de que nada além da dor permanecerá de pé. Mas a decepção nunca veio para destruir; ela veio para devolver.

Antes dela, chamávamos de amor aquilo que muitas vezes era apego. Não à pessoa, mas à promessa. Não ao que existia, mas ao que imaginávamos existir depois de tempo suficiente.

É curioso como insistimos em regar jardins onde as flores já decidiram morrer. Dizemos que é persistência, maturidade, lealdade. Às vezes é apenas medo. Medo de admitir que o castelo em que depositamos tantas horas nunca passou de um andaime.

Então a decepção faz aquilo que o afeto não teve coragem de fazer: arranca nossas mãos do que já não nos pertence.

Ela nos obriga a olhar para o outro sem o filtro da saudade antecipada, sem a maquiagem das expectativas. Pela primeira vez, enxergamos pessoas como elas são, e não como precisaríamos que fossem para justificar nossa permanência.

Há uma violência quase divina nisso.

Porque dói descobrir que não perdemos alguém; perdemos a fantasia que construímos ao redor dessa pessoa.

E fantasias morrem gritando.

A decepção tem a elegância dos carrascos antigos. Não ergue a voz, não pede licença, não explica seus métodos. Apenas corta, com precisão suficiente para separar quem somos daquilo em que insistíamos em nos prender.

Depois, resta um silêncio.

No início, ele parece abandono.

Mais tarde, entendemos que era liberdade.

A verdade é que nossos maiores cárceres raramente têm grades. São feitos de expectativas, de lembranças editadas, de versões idealizadas de pessoas comuns. Passamos anos chamando isso de destino, quando era apenas apego usando roupas bonitas.

Por isso, hoje desconfio dos finais que chegam sem decepção.

São os desapontamentos que arrancam de nós as últimas ilusões. Eles devolvem a lucidez que o encantamento havia roubado.

Que privilégio descobrir, ainda em vida, que aquilo que julgávamos indispensável era apenas um hábito emocional.

Há perdas que diminuem um homem.

Mas há decepções que o devolvem a si mesmo.

E talvez seja essa a mais silenciosa das libertações: perceber que a dor nunca veio para nos ensinar a viver sem alguém. Ela veio para nos ensinar a viver sem a necessidade de transformar qualquer pessoa no centro da nossa existência.

Como é bela a decepção.

Porque toda corrente, antes de ser rompida, faz barulho.
Depois, resta apenas o som discreto da liberdade.