Batidas do Meu Coração
Só restou saudades 💔
Sabe aquelas batidas que dar no coração, que acelera com a intensidade de um furacão?
Pare um instante , pense nessa reflexão e saberás a força dela com precisão.
Tu sabes a falta que fizeste nesses anos distantes de ti?
Se vc assim o calculadas ainda assim seria impossível saber a dimensão dessa ausência...Por que quando se ama, sente saudades e nela cada segundo é vivido como se fosse uma vida inteira na mesma intensidade.
Então proíbo-te de falar de tempo e peço não mim deixa nem mais passar nem mais um minuto longe de você.
A saudade dói e hoje foi somente o que mim restou, no meio dessa falta que você mim faz e sem outra opção sigo em paz contigo nos meus sonhos.
Thaty Almeida
🧚🏻♀️
O coração disparou até perde a contagem das batidas por minutos,em meio as lágrimas rolando,fui sufocando nas lembranças de autrora,o ontem já não existe e o amanhã é duvidoso.
Com o frio da noite morre o desejo de antes,os medos de como será ? Da espaço ao fim ..
Fim que nunca teve um começo,Fim das dúvidas nunca existente.
E o ar vai sumindo do peito,te obrigando a voltar a vida e abrir os olhos para os momentos.
E assim eu adormeço,com a certeza de que dois copos se juntam por prazer na mesma cama.
#segredo#
“Nordeste em Cada Batida do Coração”
(por Marcilene Gomes do Monte — dedicado ao Dia do Nordestino)
No sertão nasce o sol primeiro,
Queimando a terra, dourando o chão,
Mas o povo — forte e inteiro —
Transforma a seca em superação.
Tem cheiro de café coado,
De bolo de milho e cuscuz,
Tem viola, zabumba e aboio entoado,
E um forró que acende a luz.
Na palma da mão o batuque gira,
O sanfoneiro arrasta emoção,
De Luiz Gonzaga à zabumba que inspira,
É poesia em forma de canção.
O vento que sopra do litoral
Traz cheiro de mar e saudade,
Das jangadas que voltam triunfal,
E do amor pela simplicidade.
Nordeste, chão de fé e esperança,
De rendeiras, vaqueiros, cordel,
Cada olhar carrega a lembrança,
De um céu sempre azul e fiel.
No tempero — o sabor do abraço,
No prato — história e raiz,
Carne de sol, baião no compasso,
É fartura que o povo diz.
E quando o mundo lhe vira as costas,
O nordestino levanta e sorri,
Pois carrega no peito respostas
Que o tempo jamais redimiu.
Fez o Brasil com suor e coragem,
Com arte, canção e paixão,
É o retrato vivo da paisagem
Que molda a alma da nação.
Nordeste, tua força é poesia,
Tua luta, canto e fé.
És o sol que nasce todo dia,
Mesmo quando o mundo quer ser maré.
Peço piedade das batidas
que vêm forte do seu coração.
Pois os seus olhos castanhos
continuam me olhando com ar de traição.
Paz de espirito é quando voce consegue ouvir os ecos das batidas de seu coração num grito que se dispersa num silencio que é só seu...
Marca o tempo [compasso]
Somos a voz da batida do seu coração, o sussurro que marca o tempo entre um suspiro e outro.
Não gritamos amor — pulsamos,
como sangue quente aprendendo o caminho do teu peito.
Somos relógio sem ponteiros,
vivendo do ritmo que teu corpo inventa quando me sente.
Cada verso é um gesto feito com verdade, onde amar é acompanhar sem apressar.
E se um dia o mundo silenciar tudo ao redor, restará esse som
— íntimo, fiel, verdadeiro.
Porque enquanto houver batida, haverá nós, afinados no mesmo compasso.
A morte está na próxima batida do coração. Silenciosa, paciente, invisível, ela se esconde entre os intervalos do sangue, entre o suspiro que não percebemos e o instante que chamamos de agora.
Cada pulsar é um aviso, uma lembrança de que somos passageiros, fragmentos de luz que dançam por tempo incerto, que respiram, amam e sofrem, sem garantias.
E, ainda assim, é nesse compasso efêmero que a vida floresce. É no saber que a morte nos observa de perto que cada gesto ganha intensidade, cada olhar, profundidade, cada abraço, a eternidade contida em segundos.
Porque viver é isso: sentir o frio da presença do fim enquanto o coração, teimoso, insiste em bater. E na próxima batida… talvez sejamos eternos, talvez sejamos nada, mas, até lá, somos tudo aquilo que ousamos ser.
O amor é uma prisão sem muros que eu possa ver, mas cujas correntes sinto em cada batida do coração. Ele me prende a você desde os meus vinte anos, e mesmo após dezenove invernos separados, nenhuma distância conseguiu enfraquecer sua força. Pelo contrário, ela cresce dentro de mim, feroz e silenciosa, como um fogo que queima e ilumina, me mantendo vivo e, ao mesmo tempo, aprisionado.
Cada lembrança sua é um sussurro que ecoa pelos corredores dessa cela invisível, cada memória um muro que nunca consigo transpor. A dor é intensa, mas nela há uma lição escondida: aprender a amar sem possuir, a sofrer sem me quebrar, a sentir sem esperar reciprocidade, a existir plenamente mesmo na ausência. É um aprendizado cruel, mas sagrado, e a prisão se revela como uma escola silenciosa.
O destino inscrito nas estrelas nunca quis que estivéssemos juntos; ele quis que eu me confrontasse com minha própria alma. Saturno me ensina a esperar, Plutão me força a me transformar, Netuno me revela a beleza de um amor que transcende a razão. E assim, lentamente, a dor se torna consciência: o amor que me prende também pode me libertar, desde que eu aprenda a aceitá-lo tal como é.
Aceitar que não posso tocá-la, que não haverá reencontro, que não há espaço para a posse. Aceitar que este amor eterno é também uma lição eterna, que ele existe para me ensinar sobre mim mesmo, sobre a intensidade, sobre a profundidade de sentir sem limites, e que, paradoxalmente, a maior liberdade se encontra dentro desta prisão.
O amor é uma prisão que me prende a você, e, ironicamente, é nela que me descubro inteiro. Mesmo carregando um sentimento que nunca será correspondido, mesmo sentindo a ausência como um abismo, percebo que posso viver, que posso crescer, que posso me transformar. A prisão não me destrói; ela me revela. E assim, aprendo que amar para sempre, mesmo sem ter, é a forma mais pura de eternidade.
Não sabes o que se passa no intimo de um coração angustiado, esse ate sente as batidas descompassadas como um violão desafinado e com as cordas quebradas
O que faz o povo sambar?
de tradição a inovação
oque faz o povo sorrir?
de batidas que o coração nos faz ouvir
energia que se faz
no calor da avenida
um conjunto de utopia
Harmonia e simpatia
somos todos sim, guerreiros
mas,são poucos os primeiros
o que vale é competir
para quem não sabe sambar
de riquezas de culturas
nas mulatas esculpir
os sonhos de liberdade
em presente a malandragem
dos cacique aos botequins
carnaval aqui é assim....
Sinta com o coração
Olhe todas essas batidas, isso deve significar alguma coisa?
Olhe como elas seguem um ritmo com cada situação
Olhe como isso diz algo sob você está vivo
Existem tantas formas para sentir
Mãos, toques, corpos, junções...
Mas a melhor de todas não tocamos com mãos
Não tocamos no físico
Por isso escolha tocar o coração
Pense bem o que todos podem tocar não é onde queremos estar
Então, tocaremos corações...
De lá sempre saíram as mais belas canções
Talvez eu toque o meu dizendo essas palavras...
Como tocar o que é invisível para nossos olhos?
Ai que está, para tocarmos os corações precisamos ter fé
E na fé apenas existem boas intenções
Isso talvez nos resulte num coração que tocou outro
No fim do dia eu irei sentir tudo isso com o coração
Pois bem sinta o toque logo no seu coração... tum...
Quando a batida de seu coração começa a modificar a forma que bate não por conta de uma fisiologia,e sim por conta de um nome,quando a sua cabeça ai invés de pensar fica paralisado por conta de um nome,como em um disco furado,e quando o seu ser grita pela presença da pessoa onde quer que se esteja,por seus abraços,por uma conversa,por seu carinho,se descobre que se está apaixonado,que se está amando com tudo que podes,coração,corpo e mente
O pensamento é exatamente como as batidas do coração,oscila,descompassa e você apenas permite que ele continue.
Viver ou morrer
Quem irá entender
Pensamentos vem e vão
Na batida do coração
Sabendo que seu amor eu não terei
Mas por você morrerei
Você sabe que eu te amo
Me desculpe por esse meu jeito insano
Só penso em você
Essa é a minha forma de viver
Me desculpe por tudo
Mas por você te dou o mundo.
Caminho sobre o sangue dos mortos, vejo a vida abandonar o corpo.
Ouso sua ultima batida de coração. Sei a hora e o lugar de cada ser vivo quando vai morrer. Pois eu sou o causador disso tudo! Eu sou a morte!
