Batalha

Cerca de 2918 frases e pensamentos: Batalha

⁠” Não existe guerreiro sem batalha”

Inserida por usiel_muniz_cabral

Quem sempre luta é o melhor vencedor, pós não se vence a batalha por simples palavras ou desejos. Que lute?

Inserida por Furucuto

''⁠Cada dia é uma batalha, uma oportunidade de superar nossos limites e crescer. Por mais árduo que seja o caminho, jamais devemos permitir que a desistência se apodere de nossos corações. É na persistência, na resiliência e na determinação que encontramos o combustível para seguir adiante, mesmo quando o peso das expectativas parece insuportável.''

Raphael Denizart

Inserida por RaphaelDenizart

Foi de tanto estilhaço,
O corpo, ao cansaço,
A batalha, ao fracasso
E nossos abraços,
Ficaram em pedaços
(Em pedaços)

Inserida por linamarano

Sou da paz,mas não frequento campo de batalha ⁠desarmado.

Inserida por BrioneCapri

⁠Você tem mais vantagem para vencer uma batalha,
Com amigos verdadeiros contados em dedos de uma mão.
Que com um exército falso.

Inserida por BrioneCapri

Só se vence realmente uma batalha quando a vitória for merecida.

Inserida por Rita1602

Não há tempo que volte atrás e nem batalha que se vença, quando não existe lugar dentro de nós, para a superação das nossas necessidades.

Inserida por Rita1602

A verdadeira luta é aquela em que o perdedor se curva para agradecer a batalha que serviu para o seu crescimento. O vencedor, nem sempre será agraciado pela conquista, mas pelo entendimento de que lutar é sinônimo de bravura e não de comemoração.

Inserida por Rita1602

⁠A decepção em uma batalha só lhe destroi se você não estiver preparado para aprender com ela, pois do contrário, a frustação sentida é o alimento que lhe proporcionará a evolução para se superar na próxima, tornando-o em um vencedor.

Inserida por joseni_caminha

O que é a vida?

Dostoiévski: É o inferno.
Para Dostoiévski, a vida era uma batalha com as partes mais escuras da alma humana - um crucible de sofrimento onde confrontamos nossos medos e desejos mais profundos.

Sócrates: É um teste.
A vida é o último exame da virtude, sabedoria e verdade. Para Sócrates, não vale a pena viver uma vida não examinada.

Aristóteles: É a mente.
A vida é a busca pelo conhecimento e pela razão - uma jornada para compreender o mundo através da lógica, ética e metafísica.

Nietzsche: É poder.
A vida é a vontade de poder - uma luta pela auto-superação e domínio das circunstâncias, rejeitando a complacência e abraçando o crescimento.

Freud: É morte.
Freud viu a vida como uma tensão entre o instinto de vida (Eros) e o instinto de morte (Thanatos) - um impulso constante em direção à criação e destruição.

É a ideia.
Para Marx, a vida é moldadada pelas condições materiais e pelas ideologias que surgem delas - uma luta para criar um mundo de igualdade e justiça.

Picasso: É arte.
A vida é criação - uma tela para pintar nossas paixões, emoções e sonhos, moldadada pela imaginação e expressão.

Gandhi: É amor.
Gandhi acreditava que a vida está enraizada na não-violência, compaixão e amor universal - uma jornada em direção à paz e ao serviço altruísta.

Schopenhauer: É sofrimento.
Para Schopenhauer, a vida é um esforço incessante que inevitavelmente leva à dor e à insatisfação, temperada apenas por momentos de beleza e arte.

Bertrand Russell: É competição.
A vida é moldada por desejos e ambições humanos - um ato de equilíbrio entre interesse próprio e progresso coletivo.

Steve Jobs: É fé.
A vida é confiar no processo - correr riscos e seguir a intuição, mesmo quando o caminho à frente é incerto.

Einstein: É conhecimento.
Einstein via a vida como uma busca para compreender os mistérios do universo, impulsionada pela curiosidade e espanto.

Stephen Hawking: É esperança.
A vida é perseverança diante da adversidade - uma crença no futuro e o poder da engenhosidade humana.

Kafka: É apenas o começo.
A vida é surreal e enigmática, muitas vezes absurda, mas sempre abrindo portas para transformação e possibilidade.

Camus: É a rebelião.
A vida é encontrar sentido em um universo sem sentido, desafiando o absurdo com coragem e paixão.

Thoreau: É simplicidade.
A vida é tirar o desnecessário - abraçar a natureza e viver deliberadamente.

Rumi: É uma dança.
A vida é uma jornada espiritual - um ritmo de amor e conexão divina tecido em cada momento.

Kierkegaard: É um salto de fé.
A vida exige abraçar a incerteza e dar passos corajosos fundamentados na crença e na autenticidade.

Epicuro: É prazer.
A vida é sobre maximizar prazeres simples e duradouros enquanto minimiza dores desnecessárias.

Laozi: É harmonia.
A vida flui como a água - sem esforço e alinhada com a ordem natural do universo.

Confúcio: É virtude.
A vida é cumprir papéis com integridade, respeito e compromisso com a comunidade e a família.

Carl Jung: É individuação.
A vida é integrar o consciente e o inconsciente - tornando-se inteiro e autêntico.

Alan Watts: É um jogo.
A vida é para ser experimentada e brincada com maravilhas - não levada muito a sério.

Victor Frankl: É um significado.
A vida é encontrar propósito, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, através do amor e do serviço.

Simone de Beauvoir: É liberdade.
A vida é o poder de se definir e rejeitar os papéis impostos pela sociedade.

Heráclito: É mudança.
A vida é um fluxo constante - um rio em que pisamos uma vez antes de fluir de novo.

Hegel: É progresso.
A vida é um processo dialético, avançando através da contradição e resolução em direção a uma maior compreensão.

É sobrevivência.
A vida no seu estado natural é "nojenta, brutal e curta", exigindo que os sistemas mantenham a ordem.

Rousseau: É liberdade na natureza.
A vida é mais autêntica quando voltamos ao nosso estado natural, livres da corrupção social.

Marco Aurélio: É aceitação.
A vida é abraçar o momento presente com determinação estoica, guiada pela razão e pela virtude.

Sêneca: É preparação para a morte.
A vida não é sobre a sua duração, mas sim a sua qualidade - ensinando-nos a viver bem e a deixar ir graciosamente.

Qual destas visões sobre a vida ressoa mais contigo, e porque?

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠⁠⁠Quem está em paz, muitas vezes trava uma batalha contra os conflitos externos.

Inserida por robertompeniche

Pensador e aquele que batalha na mente.

Inserida por leilaboas

A batalha da mente me mantém íntima com as palavras.

Inserida por leilaboas

A batalha da coerência entre palavra e ato, é um extenso parágrafo em todos os capítulos da história de qualquer ser humano.

Inserida por glauciocardoso

⁠Isso nunca acaba. A batalha nunca é vencida. Porque o que travamos dentro de nós não tem linha de chegada, não tem troféu, nem aplausos no final. É um embate constante, um ciclo eterno de quedas e reerguimentos, onde o inimigo muitas vezes veste nosso próprio rosto.

Lutamos contra memórias que insistem em doer, contra esperanças que ameaçam desvanecer. É uma guerra sem trégua, em que cada pequena vitória é celebrada em silêncio, e cada derrota ecoa como trovão no coração.

Mas, talvez, o segredo não esteja em vencer. Talvez a força esteja em continuar, mesmo quando o peso é esmagador, mesmo quando a luz parece distante. A batalha é o que nos molda, o que nos lembra que estamos vivos, que sentimos, que tentamos.

Porque, no fundo, o que importa não é o fim do combate, mas a coragem de enfrentá-lo todos os dias, com o coração em frangalhos e a alma ainda disposta a resistir.

Inserida por italo0140

⁠Assim como um soldado em plena batalha, direciona sua metralhadora na direção que quer;
Com ausadia executar: com exatidão, o que Deus colocou na tua mão.

Inserida por MiriamLeal

A Batalha das Árvores


Publicado por Rowena em 12/1/2013 (2522 leituras)

Estas são as estrofes que foram cantadas na Batalha das Árvores, ou como outros a chamam, a Batalha de Achren, que foi por causa de uma corça branca e de um cachorro; e eles vieram do Inferno e Amaethon ap Don os trouxe.

E, portanto, Amaethon ap Don e Arawn, Rei de Annwn, lutaram. E havia um homem nessa batalha: a menos que seu nome fosse conhecido, ele não poderia ser vencido. E e havia uma mulher chamada Achren no outro lado e, a menos que seu nome fosse descoberto, seu exército não poderia ser vencido. E Gwydion adivinhou o nome do homem e cantou as duas estrofes seguintes:

De cascos firmes é meu corcel impelido pelas esporas;
Os altos galhos do amieiro estão em teu escudo;
Bran és chamado, dos ramos brilhantes.

E assim:

De cascos firmes é meu corcel no dia da batalha:
os altos ramos do amieiro estão em tua mão:
Bran, pelo ramo que carregas,
Amaethon, o bom, prevaleceu.

Numa multiplicidade de formas estive
Antes de assumir aspecto consistente.
Uma espada fui, estreita, matizada:
Acreditarei quando for manifesto.
Uma lágrima fui no ar,
Fui a mais sombria das estrelas.
Uma palavra fui entre letras,
Fui um livro na origem.
Dos faróis fui a luz
Um ano e meio.
Fui uma ponte que se prolonga
Sobre três vintenas de fozes.
Fui um percurso, uma águia fui.
Um barco fui nos mares.
Fui um complacente no banquete.
Uma gota fui num aguaceiro.
Fui uma espada no aperto da mão,
Um escudo fui em batalha.
Fui uma corda numa harpa,
Disfarçado por nove anos
Na água, na espuma.
Fui uma esponja no fogo,
Fui madeira na moita.
Não sou aquele que não cantará
Um combate, embora pequeno.
O conflito na batalha das árvores dos ramos.
Contra o Guledig de Prydein
Passaram ali cavalos principais,
Esquadras cheias de riquezas.
Ali passou um animal com grandes mandíbulas,
Nele havia uma centena de cabeças.
E uma batalha foi lutada
Sob a raiz de sua língua
E há uma outra batalha
No orifício de seu olho.
Um negro sapo desajeitado
Com uma centena de garras.
Uma cobra salpicada com crista.
Por causa do pecado, uma centena de almas
Atormentada será em sua carne.
Estive em Caer Fefenir,
De lá se apressaram pastos e árvores.
Menestréis cantavam,
Bandos de guerreiros perambulavam
Na exaltação dos britanos
Que Gwydyon realizara.
Havia um apelo ao Criador,
A Cristo por interesses,
Até o momento em que o Eterno
Libertasse aqueles a quem fizera.
O Senhor respondeu-lhes
Pela linguagem e elementos:
Tomai a forma das árvores principais,
Arranjai-vos em ordem de batalha
E refreai o público
Inexperiente na batalha mão a mão.
Quando as árvores foram encantadas,
Na expectativa de não serem árvores,
As árvores sussurraram suas vozes
De cordas de harmonia,
As disputas cessaram.
Interrompamos dias tristes,
Uma mulher refreou a grande desordem.
Ela chegou totalmente encantadora.
O cabeça da fileira, o cabeça era uma mulher.
A vantagem de uma vaca insone
Não nos faria ceder o caminho.
O sangue dos homens até nossas coxas,
Os maiores dos esforços mentais importunos
Realizados no mundo.
E acabou-se
Por refletir sobre o dilúvio
E sobre o Cristo crucificado
E sobre o dia do julgamento iminente
Os Amieiros, cabeça da fileira,
Formaram a vanguarda.
Os Salgueiros e Sorveiras
Chegaram tarde para o exército.
Ameixeiras, que são raras,
Indesejadas pelos homens,
As esmeradas Nespereiras,
Verdadeiros objetos de disputas.
Os espinhentos arbustos de Rosas
Contra uma multidão de gigantes.
A Framboesa refreou,
O que é melhor falhou
Para a segurança da vida.
A Alfena e a Madressilva
E a Hera na sua frente.
Como o Tojo, para o combate
A Cerejeira foi provocada.
A Bétula, apesar de sua mente elevada,
Atrasou-se antes que ele fosse enfileirado.
Não por causa de sua covardia,
Mas por causa de sua grandeza.
O Liburno tinha em mente
Que tua natureza selvagem era estranha.
Pinheiros no pórtico,
A sede da controvérsia,
Por mim grandemente exaltados
Na presença dos reis,
Os Olmos, com seu cortejo,
Não se afastavam um pé.
Ele lutaria com o centro
E com os flancos e a retaguarda.
Aveleiras, julgou-se
Que amplo era vosso empenho mental.
A Alfena, feliz a sua parte,
O touro da batalha, o senhor do mundo,
Morawg e Morydd
Tornaram-se prósperos em Pinheiros.
Azevinho, ele estava matizado de verde,
Ele era o herói.
O Espinheiro, cercado de ferrões,
Com a dor em sua mão.
O Álamo foi coberto,
Ele foi coberto na batalha.
A Samambaia, que foi saqueada,
A Giesta, na vanguarda do exército, nas trincheiras foi ela ferida.
O Tojo não se saiu bem,
Porém o deixou estendido.
A Urze foi vitoriosa, afastando em todos os lados.
O povo comum ficou encantado
Durante o tempo originando-se dos homens.
O Carvalho, movendo-se rapidamente,
Diante dele estremecem céu e terra.
Um valente porteiro contra um inimigo
Seu nome é considerado.
As Campânulas Azuis combinaram-se
E provocaram uma consternação.
Ao rejeitar, foram rejeitadas
Outras, que foram perfuradas.
As Pereiras, as melhores invasoras
Em tempo de conflito na planície.
Uma lenha muito colérica,
O Castanheiro é acanhado,
O opositor da felicidade.
O jato tornou-se negro,
A montanha tornou-se curvada,
As florestas tornaram-se um forno
Existente outrora nos grandes mares
Desde que foi ouvido o grito:
Os cimos da Bétula cobriram-nos com folhas
E transformaram-nos e mudaram nosso estado enfraquecido.
Os ramos do carvalho apanharam-nos numa armadilha
Do Gwarchan de Maelderw.
Rindo no lado do rochedo,
O senhor não é de uma natureza ardente.
Não de mãe, nem de pai,
Quando eu fui feito
Criou-me o meu Criador
De poderes nove vezes formados,
Do fruto dos frutos,
Do fruto do deus primordial,
De prímulas e florações da colina,
Das flores de árvores e arbustos.
Da terra, de uma trajetória terrena,
Quando eu fui formado
Da giesta e da urtiga,
Da água da nona onda.
Fui encantado por Math
Antes de me tornar imortal,
Fui encantado por Gwydion,
O grande purificador dos britanos,
De Eurwys, de Euron,
De Euron, de Modron,
De cinco vezes cinqüenta homens de ciência,
Mestres, filhos de Math.
Quando a remoção ocorreu,
Eu fui encantado pelo Guledig.
Quando ele estava meio queimado,
Fui encantado pelo sábio
Dos sábios, no mundo primitivo.
Quando tive um ser,
Quando a multidão do mundo estava em dignidade,
O bardo ficou acostumado aos benefícios.
À canção de louvor estou inclinado, que a língua recita.
Eu toquei no poente,
Dormi em púrpura.
Verdadeiramente estava no encantamento
Com Dylan, o filho da onda.
Na circunferência, no meio,
Entre os joelhos de reis,
Dispersando lanças não afiadas
Do firmamento quando vieram
À grande profundeza, dilúvios.
Na batalha haverá
Quatro vintenas de centenas
Que dividirão de acordo com sua vontade.
Eles não são mais velhos nem mais jovens
Do que eu mesmo em suas divisões.
Um milagre, Canhwr nasceu, cada um de novecentos.
Ele estava comigo também,
Com minha espada manchada de sangue.
Foi-me atribuída honra
Pelo Senhor e a proteção estava onde ele estava.
Se eu for aonde o javali foi morto,
Ele comporá, ele se decomporá,
Ele formará linguagens.
O radiante de mão forte, seu nome,
Com um raio ele governa seus números.
Eles se espalhariam numa chama
Quando eu tivesse de ascender.
Fui uma cobra malhada na colina,
Fui uma víbora no Llyn.
Fui um bico encurvado cortante,
Fui uma lança furiosa.
Com minha casula e tigela,
Profetizarei não erroneamente
Quatro vintenas de fumigações
Sobre cada um o que trarão.
Cinco batalhões de braços
Serão apanhados por minha faca.
Seis corcéis de matiz amarelado,
Uma centena de vezes melhor é
Meu corcel amarelo claro,
Rápido como a gaivota marinha,
A qual não passará
Entre o mar e a margem.
Não sou eu proeminente no campo do sangue?
Sobre ele está uma centena de capitães.
Carmim a pedra do meu cinto,
De ouro é a borda do meu escudo.
Não houve ninguém nascido na brecha
Que tenha estado a visitar-me,
Exceto Goronwy
Dos vales de Edrywy.
Compridos e brancos os meus dedos,
Faz muito tempo que fui um pastor.
Viajei na terra
Antes que eu fosse versado no conhecimento.
Viajei, fiz um circuito,
Dormi numa centena de ilhas,
Numa centena de fortalezas habitei.
Vós, inteligentes Druidas,
Declarai a Arthur
O que há mais antigo
Do que eu para eles cantarem.
E um veio
Da reflexão sobre o dilúvio
E do Cristo crucificado
E do dia do julgamento futuro.
Uma gema dourada numa jóia dourada.
Sou esplêndido
E ficarei livre
Da opressão dos ferreiros.







"As três velas que iluminam a escuridão:
Verdade, Natureza e Conhecimento." Tríade irlandesa.

Inserida por rapha777

"Minha Guerra não tem Batalha final."

Inserida por Negreiros

⁠Reorganizar as armas, rever as estratégias e treinar forte para próxima batalha.
NEGREIROS não desistem nunca.

Inserida por Negreiros