Banquete
Uma das piores coisas na vida é corrermos atrás de migalhas quando podemos apreciar grandes banquetes!
"A Vida, um Banquete":
"A vida, para muitos, é comparada a um banquete. Assim como em uma mesa farta, a vida nos oferece uma variedade de experiências, sabores e oportunidades. Em alguns momentos, nos deparamos com pratos delicadamente preparados, que nos trazem alegria, satisfação e gratidão. Em outros momentos, porém, somos desafiados por pratos mais amargos, que nos fazem refletir e crescer.
Assim como em um banquete, a vida é feita de encontros e despedidas. Conhecemos pessoas que se tornam verdadeiros temperos em nossa jornada, acrescentando cor e significado aos nossos dias. E, inevitavelmente, nos despedimos delas em algum momento, levando consigo uma parte de nós mesmos.
Nesse banquete da vida, é importante lembrar que somos os responsáveis por escolher quais pratos degustar. Podemos optar por saborear cada momento com gratidão e presença, ou podemos deixar passar despercebidos os sabores únicos que a vida nos oferece.
Por fim, assim como em um banquete bem apreciado, a vida deve ser saboreada com moderação e equilíbrio. Apreciamos os momentos de celebração e alegria, mas também aprendemos a lidar com os momentos mais difíceis e desafiadores.
Que possamos encarar a vida como um banquete repleto de oportunidades para crescimento, aprendizado e amor."
Waltemir carvalho!
A minha alegria não está aqui, ela está no céu a minha espera, o banquete está sendo preparado, o Rei vai me servir.
Mulher Deus quer te fazer assentar na mesa do Rei, fazer você desfrutar do mais belo banquete
Mas você é tão carentona que acaba aceitando comer qualquer migalha
Só vai ter destaque em seu banquete quem te defende quando você não está presente
Você sabe quem sentaria na sua mesa?
Não romantize migalhas emocionais. Você merece um banquete de verdade, não restos de atenção. Não romantize quem só te procura quando convém. Interesse seletivo não é carinho, é egoísmo. Não romantize frieza disfarçada de “maturidade”. Ser maduro também é saber demonstrar afeto. Não romantize quem te confunde. Quem quer, cuida. Quem ama, não enrola. Romantize sempre você e valorize você. Porque o que você merece, nunca é menos do que o seu melhor.
Se preparar para o grande banquete do Senhor, é não esquecer de lavar bem o coração e vestir o espírito com a roupagem da humildade
Você está passando pelo deserto? Saiba que o deserto serve para você aprender a valorizar o banquete que virá.
A solidão do quarto, onde o silêncio reina, e a imersão nos livros, um banquete para a mente, são os berços da nossa metamorfose intelectual.
Quero paz, sossego e harmonia nesse final de ano.
Abro mão da roupa nova, da viagem, do banquete
Quero olhar para mim e ficar satisfeita com o que vejo:
Uma pessoa que se embriaga de si.
Tenho absolutas certezas de quê
Você será o meu banquete
No qual o meu corpo vibra
Compulsivamente
Desejando o teu
E as tuas intimidades
Será o cardápio
Principal para
Em um tanto nos amar;
Há sempre outros dias, outros lugares, outras pessoas.
O universo nos serve um banquete de experiências
E ainda assim tem gente que vai dormir com fome...
Alguns filósofos nos oferecem um banquete repleto de iguarias e, lá, constata-se que são apenas pipocas.
O Banquete do Rei Sem Paladar
Existia um rei que, desde o nascimento, carregava uma maldição: a incapacidade de sentir o sabor de qualquer alimento. Frutas maduras, carnes suculentas e vinhos caros eram, para ele, como mastigar o vazio. Enquanto outros se deleitavam com os banquetes no palácio, o rei sem paladar apenas os observava, incapaz de compreender o brilho nos olhos daqueles que mastigavam como se tocassem o céu.
Por anos, o rei buscou sacerdotes, médicos e curandeiras, desesperado para sentir o prazer que o mundo dos sabores prometia. Mas ninguém conseguia curá-lo. Em sua frustração, ele se voltou ao oculto. Numa noite sem lua, com tochas ardendo nas profundezas de seu castelo, o rei invocou um demônio. A criatura surgiu em meio às chamas, de olhos alaranjados como brasas, dentes serrilhados como os de peixes predadores, garras afiadas no lugar de dedos e um vasto buraco onde deveria estar o estômago.
– O que deseja, ó rei insaciável? – sussurrou a criatura, sua voz ecoando como um vento no vazio.
– Quero o sabor. Quero experimentar o que todos sentem.
O demônio abriu um sorriso pérfido. Do buraco em seu estômago emergiu uma esfera brilhante, que flutuava como uma joia viva. Ele a entregou ao rei.
– Mastigue isto, e conhecerá o sabor. Mas cuidado: o sabor traz fome, e a fome nunca será saciada.
O rei, tomado pela ganância, ignorou o aviso. Ele mastigou a esfera e, no mesmo instante, sentiu o êxtase. Pegou um pedaço de pão da mesa ao lado e chorou.
– Isto... é como mastigar o próprio céu! Nenhuma conquista do meu reinado jamais trouxe tamanha felicidade!
Ordenou que os cozinheiros do castelo preparassem todos os pratos possíveis, e passou dias comendo sem parar. No entanto, os sabores começaram a parecer iguais. Insatisfeito, mandou seus generais buscarem os melhores chefes do mundo, mas mesmo as culinárias mais diversificadas se tornaram banais para seu paladar.
Uma noite, enquanto vagava pelo castelo, sentiu um aroma novo e irresistível.
– Que cheiro é esse? – perguntou com os olhos arregalados.
– Um dos cozinheiros sofreu um acidente, meu senhor. Ele se queimou enquanto cozinhava – respondeu um guarda.
– Queimado? É esse o cheiro? Tragam-no até mim! – ordenou o rei, salivando enquanto lambia os próprios lábios.
O cozinheiro foi levado até ele, ainda ferido. Sem hesitar, o rei mordeu o braço do homem, saboreando enlouquecidamente. A cada mordida, seus dentes cresciam, suas garras se afiavam e sua força aumentava.
– Mais! Quero mais! – rugiu o rei.
Os guardas, apavorados, trouxeram outros servos. O rei devorou todos, um por um, até que não restasse ninguém no castelo além de sua esposa e filha.
De seu quarto, a rainha percebeu os passos pesados e os gritos do monstro que seu marido havia se tornado. Ele arrombou a porta, os olhos brilhando como um demônio faminto.
– Que cheiro é esse? É tão doce... tão puro...
– Não! Pare! – gritou a rainha, segurando sua filha atrás de si.
Em um ato desesperado, ela atirou uma lamparina acesa contra o rei. O óleo escorreu por sua pele, e as chamas começaram a devorá-lo. Mas, para sua desgraça, o rei sentiu o aroma de sua própria carne queimando.
– É o cheiro mais divino que já senti...
E, movido pela fome insaciável, o rei passou a se devorar, mesmo enquanto gritava de dor a cada mordida, ele era incapaz de cessar.
-Pare! Não faça isso com você! - Gritou a rainha enquanto chorava.
O rei se devorou até que não restasse um único pedaço de quer, deixando sua rainha e filha traumatizadas no imenso e vazio castelo.
