Bandidos

Cerca de 248 frases e pensamentos: Bandidos

Leniente com bandidos, o Judiciário hoje destrói quem ele quiser.

Luiz Felipe Pondé
O Estado brasileiro, demiurgo, é para destruir os cidadãos. Folha de S.Paulo, 13 out. 2025.

O sucesso no Brasil é reservado aos bandidos, aos canalhas e aos répteis.

Luiz Felipe Pondé
STF lança sua sombra sobre a Acrópole, dizendo-se filho único de Atenas. Folha de S.Paulo, 28 dez. 2025.
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Os bandidos têm muito mais direito do que nós, que trabalhamos de sol a sol e somos roubados, assassinados e temos nossas famílias acuadas por eles.

Luiz Felipe Pondé
Para criminosos tudo se arranja, sem burocracia e com muita 'dignidade'. Folha de S.Paulo, 8 mar. 2026.
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Os verdadeiros bandidos de alta periculosidade, aqueles que saqueiam e destroem o país, não estão nas favelas, estão confortavelmente instalados em mansões luxuosas nos bairros nobres.


Benê Morais
⁠

Confrontar bandidos de alta periculosidade com estilingues só pode ser ideia de um idiota que acredita em contos de fada...ou faz parte do crime.


Benê Morais
⁠

A familícia, muito unida, almeja os Estados Unidos, mas seu destino é a Papuda! Tapados, bandidos!⁠

⁠Existem mães de bandidos, que matam e que não matam... Mães de policiais, que matam e que não matam... Mães de padeiros, pedreiros, cozinheiros, açougueiros e sapateiros, que participam do ciclo de amor e ódio, depositando suas gotas de sentimentos múltiplos que temperam rios e oceanos, que lutam por espaço com a terra...

⁠A vitória dos bandidos, é o medo dos acovardados...

No "mundo", encontrei amigos...


Entre "irmãos", alguns bandidos.

"Os hipócritas que defendem bandidos, chamam a polícia quando são roubados."

⁠Para os Bandidos Assumidos do Estado Paralelo existe até pena de morte, para os do Braço Armado do Estado não existe quase pena nenhuma.


Talvez o que mais perturbe não seja apenas a existência de dois pesos e duas medidas, mas a naturalização disso como se fosse parte inevitável das engrenagens sociais.


De um lado, uma Estrutura Informal que pune com brutalidade para manter o controle pelo medo; de outro, uma Estrutura Formal que, em teoria, deveria zelar pela justiça, mas frequentemente se enrosca em proteções, corporativismos e silêncios convenientes.


O paradoxo é muito cruel: o mesmo Estado que reivindica o legítimo Monopólio da Força se enfraquece quando falha em responsabilizar aqueles que agem desonestamente em seu nome.


Porque, no fim das contas, a confiança não nasce da força, mas da coerência.


E quando a coerência desaparece, abre-se espaço para que o medo — e não a justiça — organize a vida das pessoas.


Não se trata de comparar violências como se fossem equivalentes, mas de reconhecer que a Seletividade na punição corrói qualquer ideia de Justiça.


Quando a lei é dura com uns e indulgente com outros, ela deixa de ser lei e passa a ser instrumento.


E instrumentos, nas mãos erradas, não constroem — apenas reforçam desigualdades e perpetuam ciclos de abuso.


O que sustenta uma sociedade não é apenas a punição do erro, mas a credibilidade de quem pune.


Sem isso, a linha que separa Autoridade de Arbitrariedade se torna tênue demais — e perigosa demais para ser ignorada.


O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer covarde que se esconda sob a segunda pele do Braço Armado do Estado.

Não bastassem os bandidos políticos se digladiando e se acusando, ainda têm os asseclas apaixonados de ambos os lados prestando o desserviço de reproduzir as narrativas dos seus inquilinos mentais.


E talvez seja justamente aí que a degradação do debate público deixe de ser um problema dos poderosos para se tornar um problema íntimo, cotidiano e coletivo.


Porque o político profissional muito raramente briga por princípios; quase sempre briga por poder, proteção, influência e permanência.


A guerra pública costuma ser apenas o teatro elegante dos interesses privados.


Mas o mais curioso é perceber que os verdadeiros combatentes dessa arena nem sempre estão no palanque — estão nas mesas de bar, nos grupos de família, nas redes sociais e nos comentários apodrecidos pela necessidade quase religiosa de defender um lado.


O fanático moderno já não pensa: ele terceiriza.


Aluga o próprio senso crítico.


Entrega a própria identidade para que algum líder, partido ou ideologia pense por ele.


E então nasce o fenômeno mais perigoso da política contemporânea: pessoas comuns transformadas em extensões emocionais de projetos de poder que jamais as enxergarão como algo além de massa de manobra.


Os escândalos deixam de importar se forem “do meu lado”.


As incoerências passam a ser relativizadas.


A corrupção vira detalhe quase semântico.


E a mentira torna-se estratégia aceitável ao derrotar o “inimigo maior”.


Nesse estágio, já não existe cidadania.


Existe torcida.


E torcida é incapaz de construir país, porque toda torcida necessita de um adversário permanente para continuar existindo.


A política deixa de ser instrumento de administração da realidade e vira campeonato emocional de pertencimento.


Talvez por isso tanta gente esteja exausta.


Não apenas pela violência dos políticos, mas pela colonização mental promovida pelos seus seguidores mais devotos.


Gente que acorda e dorme consumida por defender figuras públicas como se defendesse a própria alma.


Enquanto isso, os problemas reais seguem intactos:
o trabalhador continua sufocado,
o jovem continua sem horizontes, a educação continua remendada, e a dignidade segue sendo artigo de luxo para milhões.


Mas o espetáculo continua.


E os inquilinos mentais seguem cobrando aluguel em forma de raiva, cegueira e obediência emocional.


No fim, talvez a verdadeira liberdade política comece quando alguém consegue olhar para qualquer líder — de qualquer lado — sem paixão, sem devoção e sem medo de enxergar nele apenas aquilo que quase todos inevitavelmente são:
seres humanos disputando poder.⁠

⁠No fim, os Bandidos Assumidos acabam sendo muito mais honestos do que os bandidos que se escondem
sob a égide da política.


Os Assumidos não demonizam, ridicularizam ou tentam pintar suas podridões nos outros.


Há algo de perversamente transparente nos que escolhem não esconder a própria natureza.


O criminoso que assume seus atos, ainda que moralmente condenável, ao menos não se fantasia de salvador.


Não sobe em palanques para discursar sobre virtude enquanto negocia a dignidade alheia nos bastidores.


Nem aponta o dedo em rede nacional tentando convencer o povo de que o problema sempre mora no vizinho, no adversário ou no diferente.


Os mais perigosos quase nunca são só os que carregam a violência estampada no rosto.


Estes despertam cautela imediata.


O verdadeiro risco mora nos que aprenderam a vestir o verniz da moralidade, da eloquência e do patriotismo para transformar ambição em espetáculo e manipulação em discurso de esperança.


Existe uma diferença muito brutal entre o homem que diz “eu sou assim” e aquele que constrói uma narrativa inteiramente rebuscada para parecer aquilo que jamais foi ou almejou ser.


O primeiro pode até provocar medo, mas o segundo provoca confusão.


E sociedades confusas e divididas se tornam fáceis de conduzir.


A política, quando perde sua essência de serviço, vira palco.


E no palco, muitos não querem governar — querem apenas convencer.


Convencer de que são incorruptíveis, indispensáveis e escolhíveis.


Enquanto isso, seus erros são sempre relativizados, suas incoerências recebem novas nomenclaturas, e seus interesses pessoais passam a ser vendidos como se fossem interesses coletivos.


Talvez seja por isso que tanta gente anda tão cansada.


Não apenas da corrupção, mas da hipocrisia.


Porque a corrupção rouba dinheiro; a hipocrisia rouba também a confiança, a lucidez e a capacidade de acreditar em qualquer coisa sem desconfiança.


No fim, o problema não é apenas a existência dos maus.


É também o talento que alguns desenvolveram para parecer bons enquanto fazem exatamente aquilo que condenam nos outros.


E talvez essa seja a forma mais sofisticada de desonestidade: não cometer erros às escondidas, mas transformar a própria máscara em instrumento de poder.

Os amores bandidos furtam sorrisos , paz, confiança. E sem esse amores bandidos que mantém as pessoas em cativeiro de uma ilusão real, elas não teriam a força e a esperança, ao seu lado , depois da recuperação da decepção aguda.Os traumas de amor do passado transformam - as em vitima do medo. Do medo de amar novamente, de pegar o coração com as mãos e entregar para outro alguém. Mas o tempo leva o que nunca as pertenceu, e é por isso que antes do apego,tende -se aprender a viver sem.

Inserida por DanielleMerone

Será que a Comissão dos Direitos Humanos só defendem bandidos porque errar é humano e, para eles, homens de bem não são humanos, são heróis. Só isso explica...

Inserida por liemalgumlugar

Os bandidos que escolhem suas vítimas nas ruas não são piores que os bandidos que as vítimas escolhem nas urnas.

Inserida por IsaacMarinho

Não há inocentes. Só há bandidos porque não existem mais mocinhos.
Estive lendo tardiamente uma crônica do REINALDO AZEVEDO,
“Por que o brasileiro não se indigna e não vai à praça protestar contra a corrupção?”
É para ser lido por quem tem capacidade para ler, entender um texto e ter vontade de saber a resposta.
Tenho 3.813 mil “amigos” aqui no meu Facebook e nem 13 costumam ler as minhas postagens de indignação com a corrupção no Guarujá.
Mas eu continuo perdendo a voz, algum tempo e muitos “amigos”, mas não perderei jamais a indignação de ver o meu dinheiro dos impostos nas fogueiras e nos fogos de São João e nos shows caríssimos que resultam nessa “anestesia geral” dada no povão.
O povo não se indigna e vai à praça protestar porque não existe e nunca existiu movimento espontâneo do povo.
O povo vai à rua mobilizado por alguém. No caso, o povo está indo às praças para ver os shows ditos juninos, levado pela atual administração, com a finalidade claramente eleitoreira de reeleição.
De tudo isso, não há o que se esperar do povo, pouco de mim e dos meus 13 amigos e nada dessa massa ignara de guarujaenses que reclamam uns para os outros quando dá, que jamais iriam às praças, porque não se sentem povo, não pagam impostos ou fazem parte dos cerca de 6.000 indivíduos que recebem salários e ou propinas para ficarem calados.
É por esse e muitos outros motivos que eu apoio o Manoel Vergara pra vereador. Não sei se ele é mocinho, vai virar bandido ou vai levar uns tiros.
Uma coisa é certa, não vai ficar exatamente como está e não me diga você que pode ficar pior, isso nós temos que ver.

Inserida por marinhoguzman

Dizem que a justiça e cega será que e por isso que os verdadeiros bandidos nunca são pegos .

Inserida por Eglairton

Os “bandidos” e “mocinhos” que nos rodeiam

O mais interessante no jornalismo é ver como as pessoas têm duplos valores. Exemplo: Quando alguém é acusado pela polícia de um crime bárbaro quem não o conhece defende punição, prisão, cassação e até pena de morte. Quando é um parente ou amigo o acusado é imediatamente transformado em um santo. Aí a linguagem muda: É legítima defesa, preservação da imagem, presunção de inocência e invasão de privacidade. A Polícia e o Ministério Público, que no caso de um desconhecido são apontados como heróis, passam a ser tratados como marginais, perseguidores, repressores e irresponsáveis. Como diz o ditado popular pimenta no cú dos outros é refresco, mas nos dos amigos e parentes é pimenta mesmo.
Pra mim, pimenta e refresco estão sempre juntos, mas a gente sempre gosta de puxar pra o nosso lado.

Inserida por joaocarvalhodopiaui

Políticos ou bandidos eis a questão.

Inserida por anapensante