Aviao sem Asa Fogueira sem Brasa sou eu assim sem
Hoje acordei pensando em você, não é surpresa pois todos sabem o quanto sou apaixonado pelo seu sorriso, seu carisma, seu jeito de se preocupar comigo e sua beleza tanto por dentro de sua alma como no exterior, que nem precisa de maquiagem pra realçar a beleza já intrínseca em seu corpo. Bom já estamos a algum tempo distante, porém quando falo com você parece que me tele-transporto para próximo de ti, tenha a certeza de que sua escolha de realizar um de seus sonhos foi a mais sabiá e uma escolha onde tive o prazer de participar. Sim apenas participei, pois o mérito é todo seu, e a vitória será toda sua, porém quero fazer parte da comemoração. Te amo e enquanto estivermos compromisso um com o outro, vou te respeitar e te amar
Ass: quem te ama muito
Dane-se a fila
O que sou não deve ser regra de convivência. O que sou morre comigo.
Descobri que amar não é fazer com que o outro siga meu ritmo insano.
Isso é ditadura.
Amar não é puxar a namorada para o nosso fôlego, não é arrancá-la de seu temperamento e forçar semelhanças.
Isso é indiferença.
Amar não é punir atrasos e castigar descompassos.
Isso é tortura.
Amar não é ameaçar com frases egoístas como “A fila anda”. É o contrário: é perder o lugar na fila, é ceder seu lugar na fila, é regressar ao início da fila.
Amar é estranhamente recuar. É encurtar as pernas para melhor passear, alongar os braços para melhor entrelaçar os dedos.
O apaixonado não impõe seu temperamento, acostuma-se a caminhar diferente, olhando ao lado. O lado passa a ser a nossa frente. Quem nos ladeia é o nosso horizonte.
Surgirá um contratempo de sua companhia, uma dificuldade inesperada e se verá contrariando seus planos para ajudar – só tem pressa quem não tem urgência.
Amar é proteger mais do que avançar, é cuidar mais do que atingir objetivos, é apoiar mais do que se vangloriar da distância.
Foi a minha avó Mafalda que me explicou. Ficava muito irritado pelo seu trotear na Rua Corte Real. Era velhinha, manca e, além de tudo, distraída. Ela me obrigava a
participar de sua andança fisioterápica depois do almoço. Um quarteirão correspondia a queimar calorias de quatro quilômetros.
– Meu neto, é bom acompanhar um familiar doente, pois amar é ir aos poucos, é lentidão por fora e interesse por dentro – ela dizia.
Não fazia lógica para mim. Amar parecia voar, correr, atropelar. Amar significava velocidade, superação, afoiteza. Amar traduzia liberdade, transgressão, não se
intimidar com os limites.
Eu me enganei, vó.
Seu andar miúdo, pequeno, de bengala, pesando cada pé no chão, me ofereceu uma aula emocional.
Nenhum casal corre de mãos dadas.
Amar é aguardar se necessário, voltar atrás se preciso, criar um novo passo para atender os dois.
Se fui apressado para conquistar minha mulher, agora devo ser lento, estar com ela é meu destino.
Sou toda coração mas dentro da razão.
Por isso me mantenho na positividade e
Com coragem enfrento as tempestades.
Palavra de Hoje.
Sou Feliz, porque Cristo vive em mim, e isso é Felicidade eterna...
Ao lado do Senhor tudo é completo, tudo é perfeito e tudo é só Vitórias...
Não machuque meu coração;
Sou exatamente como você!
Tenho problemas, tristezas, vazios,
imperfeições e as vezes choro também.
Peço-te que me faças, exatamente o
que gostaria que fizessem à você!
Ei! Psiu. Tem algo errado. Me falaram que sou inesquecível, mas acho que não, pois você já me esqueceu.
Dizem que perdoar é divino, mas como não sou deus algum não perdoo ninguém, nem adianta pedir. Desculpar é outra história. Se alguém pisa no meu pé sem querer e se desculpar, eu aceito. Se alguém pisa em cima de um sentimento meu, dificilmente será sem querer. Vou perdoar por quê? Para dar aval para fazer de novo e de novo? Prefiro pensar que esquecer é mais digno que perdoar, se isso não sai de verdade do coração. Ou pode-se esquecer a pessoa, tudo depende do que aconteceu. Sempre fomos instados a perdoar em função de religiões e crenças, só se esqueceram de dizer que somos humanos e que - mesmo assim e apesar disso - temos sentimentos. Não perdoo e nem quero que me perdoem, se eu pisar no pé de alguém sem querer. Se aceitar meus pedidos de desculpas, só isso está bom e é muito.
Sou de onde o cascalho forra o chão
Onde o vento se perde no horizonte
Aqui nasci, e a poeira trago na canção
Sou do cerrado, árido, a minha fonte
Onde bebo da água da poética ilusão
Sou um incorrigível romântico
A poesia é a lira do meu coração
Com ela alinhavo um cântico
Para embalar-te na emoção
Da rima de verso semântico
Desbravada da iluminação
"... Numa prisão; o sonhador é o mais liberto de todos os livres, não sou feliz no observar e, sim no interpretar algo jamais entendido...".
Hoje sou jovem, mais amanhã serei velho, pois o tratamento que dou hoje, será com o qual serei tratado.
Sou a arte que quero ser.
Itu?
I tu chê????
Muitas artes...
Muitas artes, armas podemos ser.
Cantar, pintar, correr, amar, respirar....
parar pra pensar ,desenhar, cozinhar
Florescer e ser ...sem vê.
Fazer tudo e nada!
Tudo ou nada??
Saca só a parada.
Parada você se mofa moça(leite moça)...
Brigadeiro azedo, não vou te comer porque tenho meido.
(meio+ medo= MEIDO) de ter novamente azia.
Como o pão-duro a mais de meses no forno.
Quase sem cor
Pão sem ovo no forno.
Mas não como e nem engulo, pois sou a arte que quero ser.
Não estou a favor da direita e nem esquerda, sou a favor do centro, sou do meu país, do meu povo, da minha comunidade, do brasileiro. Sejamos razoáveis.
QUERO ENVIAR UMA CARTA
Acho que sou meio antiquada, sabe?
Estava aqui pensando em te escrever uma carta. Imaginei os traços firmes da minha caligrafia num papel qualquer, traçando palavras doces de um amor novinho.
Imaginei essas palavras preenchendo uma, duas, três folhas até, sem se tornarem cansativas ou repetitivas.
Nesta carta eu te contaria a minha história, diria tudo o que pensava sobre você e tudo o que mudou em mim.
Contaria os meus medos, sonhos e alegrias. E até mesmo os planos para nós dois.
Eu escreveria sobre minhas manias, e realmente esperaria te fazer sorrir gostosamente neste trecho.
Falaria sobre os meus sentimentos, até porque, nós dois somos sentimentais, não é mesmo?
Para terminar a carta, descreveria como eu estava: sentada à escrivaninha, com uma camiseta folgada e shorts jeans; os pés descalços balançam ritmadamente, mostrando meu nervosismo ao falar de amor. Os cabelos soltos cobrindo parte do rosto onde desabrocha aquele sorriso de criança fazendo travessura.
Não assinaria. Não com o meu nome. Talvez colocasse “seu amor” ou “um certo alguém” ou talvez só “A”. Isso seria o charme da carta.
Dobraria cuidadosamente, colocaria num envelope bege e inevitavelmente meu endereço seria escrito nele.
Imagino esta carta viajando horas antes de chegar até você.
O carteiro colocaria todas as correspondências naquela costumeira mochila, e sairia apressado sem prestar muita atenção. Na recepção do teu condomínio, o porteiro receberia meu envelope junto com vários outros.
Quando você chegasse, iria se surpreender com uma cartinha para você, e ali, antes mesmo de chegar ao teu apartamento, você iria sorrir… Aquele sorriso bobo pelo qual me apaixonei. Aquele sorriso tímido, cheio de graça e gratidão. Aquele sorriso… Sorrindo para mim.
Resolvi que não seria prudente. Por isso não escrevi. Ainda.
Beijo,
Da sua,
A.
