Aviao sem Asa Fogueira sem Brasa sou eu assim sem
Duralizada a magia de sentir pelos olhares,
Eu olhei pra tela e projetei nela,
Um novo ser que eu criei.
Os buracos do asfalto que eu passo, me lembram as decepções que eu chamei de amor. Dentro deles, esfarela a poeira daquilo que um dia nutriu vida. Terra. Íngreme de viver.
Não me conheça
Eu sempre busquei ser mais reservado. Calado. Quieto. Sempre gostei da minha companhia. Gosto de autoconhecer-me.
Nunca fui um cara de pedir para que as pessoas me compreendam. Nunca fui de ter que me explicar quando alguém acha que me conhece, mas mostra-se equivocado quanto a isso.
Não quero que ninguém busque me entender sem antes entender-se. Sem antes entender as suas próprias emoções, sentimentos e desejos.
Não gosto que alguém chegue a mim julgando-me por eu ser assim (…). Não gosto de moldes, não gosto de molduras, não gosto de formas definidas que tentam me encaixar em padrões.
Eu gosto da minha liberdade. Gosto de fluir em mim. Gosto da minha intimidade. E eu vou lutar sempre para ser assim (…)
Entre reticências, eu posso caber sem fim em mim.
— Ruan Guimar
Quando você está comigo,
Eu estou livre...
Eu estou descuidado...
Eu acredito!
Acima de todos os outros, nós voaremos!
Isso traz lágrimas aos meus olhos!
Meu sacrifício!
Brasil, estado ébrio e um povo conivente
Eu aqui calado, tentando gritar isolado, com meus amores e dissabores, conflitos e angústias, uma aquarela viva de muitas cores, meu estado Brasil, febril, gentil, embriagado pelo litros da ambição, eu, o povo assinando embaixo dessa depravação, quando omito a minha voz, quando não percebo o valor da ética, da moral, e me rendo a voraz loucura do carnaval, o festival de bagunça da qual acampa a condição, condição violada e constrangida, meu estado cria feridas e titubeante fica, porque eu e meus semelhantes, humanos e errantes não sabemos apurar o mel, o cultivo da honra e imparcialidade, e o umbigo é trazido ao palco, fere se amizades e padrões, mastiga se as possibilidades, coage os sonhos, oh que tristeza saber, um submundo que mergulhamos, perdoe me almas e espíritos serenos, mas a multidão está atolada, o estado alma embriagada, eu, mudo continuo, perco e morro todo dia.
Giovane Silva Santos
Àsvezes, ainda conto as horas pra te ver...
Mas aí me lembro que você decidiu que eu seria parte do seu passado, e não do seu presente!
Maria: "Se vc estudar mais um pouquinho poderá ser um Médico"...
Eu: "Dona Maria, se eu estudar para Médico, quem vai trocar a sua fralda"?
Somos à Enfermagem!!!
Ah, menina, esse eu fiz pra você, então lê e acolhe no teu coração... Se preocupe não, seja o que for tua dor, só tem uma coisa que cura: o amor!
Hoje eu quis falar com você
Te contar como eu me sinto
Te falar o que acontece aqui dentro
Te dizer que tive um dia bom
Te mandar uma música que descobri
To arrumando a casa
A casa eu
Os móveis estavam quase que pregados no chão do tanto de tempo que eles estavam lá
Intocáveis
Olhando agora tudo parece maior
Sem os móveis
Sem bagagens
Móveis que só faziam ocupar espaços
Mas que de fato não tinha serventia
Sentimentos, memórias, essas não vão embora, só vou mudar de lugar
Ressignificar
To precisando de um decoração diferente
Poucos móveis para não dar trabalhos desnecessários
Quero apenas o essencial.
Ah, menina...
Eu sei que quando a dor do amor aperta, não tem travesseiro e nem coberta que dê jeito. Mas olha: se o sujeito some, esquece teu nome ou não manda mensagem, seja realista: talvez ele ainda esteja na pista e você seja apenas mais uma em sua lista.
Sem querer às vezes
Eu saio de mim
E sem que eu perceba
Te observo, te busco
Te querendo pra mim.
BMelo ✍️
Eu, contraditório?
Almejo casa,
Sonho conhecer o mundo,
Desejo paz,
Com minhas próprias escolhas, faço guerras homéricas dentro de mim,
Por hora,
Sou minha melhor amiga,
Por outras,
Arque-inimiga,
Noites inteiras acordadas,
Cerveja, cigarro,
Mas, espera aí...
Nem gosto disso,
Nasci pro dia,
Pra poesia,
Reflexão...
Nasci para o bem,
Sou feita Amor,
Imagem semelhança de Quem me criou,
Mas, por escolha,
Vezes,
Faço-me Caos,
Balbúrdia,
Incômodo infindável,
Soluço,
Choro,
Engasgo,
Procurando equilíbrio,
Fazendo-me embriaguez,
Mesmo em sanidade...
Sou um eterno desencontro de mim,
E assim me encontro,
Certeira,
De raros acertos,
Solúvel,
Versátil,
E com apetite voraz da verdade,
Por muitas vezes encontrada,
Hoje perdida,
Tudo isso, dentro de um Universo,
Chamado eu.
O dia mais feliz da minha vida vai ser o dia em que eu descdobrir que a minha exisstência terá o fim no termino das minhas realizações,
Quer conhecer seus amigos diga:Eu estou enfermo!Os que ti abandonarem são os seus inimigos.Os que não partirem são os falsos amigos.Os verdadeiros amigos são os que voce nunca viu e aparecerão
Eu não tenho medo do bote da cainana
Nem das garras afiadas da suçuarana
Eu levo azagaia quando vou pra feira
Tenho pra quebranto Joana benzedeira... Liko Lisboa
Desafiando as garras.
Fazemos parte da geração do " se não fizer eu reclamo, e se fizer eu não participo ". Geração que diz. " Deus precisa de mim, eu não preciso dele". Geração que é extravagante, mas não é convertida . Geração que sabe de tudo, menos da bíblia. Geração que chora por tudo mas que não sente nada.
