Avaliação de Desempenho
A razão pela qual as pesquisas de avaliação e os sistemas capitalistas de feedback falham, mesmo quando geram mercadorias imensamente populares, é que as pessoas não sabem o que querem.
Antes de exigir alguma coisa do seu próximo, faça uma auto avaliação.
✓Você é, ou faz tudo que está exigindo?
🌻🍃🍀🌾🍁
Seja humilde e verdadeiro.
#EMPATIA
#AUTOAVALIAÇÃO
#RESPEITO
Quando um objeto precisar de sua avaliação, antes de proferir sua opinião analise bem a frente e verso do mesmo; porque a versão falada nunca será igual a demonstrada,
seja em qualquer situação.
Toda doença que não apareça em exame clínico e que requer avaliação comportamental, cada um tem a sua interpretação.
Por isso, cabe-nos ficar alertas e entender o que é doença ou controle disfarçado!
Não é sobre médicos!
É sobre controle social!
É sobre lideranças globais!
As mudanças podem ser difíceis, mas são sempre necessárias, para fazermos uma avaliação do nosso próprio eu e redescobrirmos a vida! (2011)
" A pior consequência da falta de autonomia é medir o valor pela avaliação que as pessoas fazem de nós. Por medo de rejeição, em muitas situações, agimos contra os sentimentos apenas para agradar e sentirmo-nos incluídos, aceitos. Quem se define pelo outro, necessariamente tombará em conflitos e decepções, mágoas e agastamentos. Imperioso saber quem somos, pois, do contrário, seremos quem querem que sejamos."
AVALIAÇÃO NECESSÁRIA
Em São Paulo, por exemplo, os alunos da rede pública acabaram de ser avaliados pelo Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo). Mais de cinco milhões de estudantes foram avaliados. É a maior avaliação já feita no Brasil. Só neste ano, tivemos a adesão de quase 400 dos 645 municípios do Estado. Consideramos essencial que esse levantamento tenha o apoio de todos, de maneira que possamos mensurar recursos e programas destinados à educação. É importante destacar que o Saresp não tem nenhum aspecto punitivo. Sua função é realizar um diagnóstico anual das escolas para que o gestor público e a equipe de professores conheçam sua rede de ensino, analisem as deficiências e multipliquem experiências positivas. A metodologia de ensino e a verificação da apreensão de conteúdos passam, hoje, pela solução de problemas, elaboração de projetos, apresentação de seminários, análises de provas, redações, textos. Nesse contexto, o professor tem de abandonar o papel de facilitador para assumir a função de problematizador. A ele cabe instigar a curiosidade dos aprendizes, lançar dúvidas, estimular questionamentos. E, para isso, é fundamental conhecer o resultado de uma avaliação externa como a do Saresp. O governo federal, desde a gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso, investiu nessa política de avaliação. O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e o Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) constituem importantes instrumentos de avaliação externa que contribuem para a compreensão dos indicadores de qualidade da educação brasileira. O Saeb é feito por amostragem, o que é o correto, porque o governo federal não tem rede pública e, portanto, não precisa conhecer aluno por aluno em um sistema de avaliação. Já no Enem, a avaliação é universal, é um caminho inteligente para substituir o vestibular -hoje, o único sistema de ingresso nas universidades nacionais. O Saresp também é universal. Desde o início do mandato do governador Geraldo Alckmin, seu resultado é estudado em âmbito estadual, depois nas diretorias de ensino e, em seguida, nas escolas, com os pais. Os indicadores municipais são encaminhados para as prefeituras, e as escolas da rede particular que aderem à avaliação também recebem o resultado, para que trabalhem suas deficiências. Não há objetivo de comparação entre alunos, entre escolas, entre regiões. Não há um ranking. O trabalho com os resultados é pedagógico. Até porque, as escolas têm públicos singulares, alguns mais complexos, outros menos. Públicos que exigem cuidados diferenciados, focados em áreas específicas. E a autocomparação é mais eficiente do que a classificação no ranking, pois é importante saber como estava uma escola em determinado ano e como foi seu desempenho no ano seguinte. Outro dado relevante para a educação e que está diretamente ligado à qualidade do ensino é a taxa de evasão escolar. Uma vez detectada com altos índices, indica que a escola não é acolhedora e que o aluno não se sente motivado para a participação e para a aprendizagem. São Paulo tem a menor taxa de evasão escolar do Brasil, embora tenha a maior rede pública nacional. Apenas 0,7% das crianças de 1ª a 4ª série abandonam nossas escolas. Já entre 5ª e 8ª séries, o índice é de 2,8%, e, no ensino médio, de 7,2%. Números muito baixos em relação aos dos demais Estados -e também em relação aos países do Primeiro Mundo. Estamos certos de que essas avaliações e percepções podem nos ajudar a planejar uma educação de qualidade, sem improvisações, típicas de programas eleitoreiros. Temos o respaldo de pesquisas e estudos fundamentados na observação de experiências realizadas em países que deram um salto de qualidade na educação. Países que só conseguiram resultados favoráveis devido às políticas educativas de continuidade. O Brasil, infelizmente, tem a marca dos personalismos. Cada administrador quer deixar sua bandeira. Sua insígnia. Para tanto, acaba destruindo o que fizeram seus antecessores políticos. Insistimos na idéia de trabalhar para que a bandeira da educação tenha mais peso e tremule mais alta que as partidárias ou individualistas. É essa a nossa filosofia. É esse nosso desejo mais sincero.
Publicado na Folha de S. Paulo
" Se você consegue entender a aula você continua para exercer a profissão.Se tem avaliação,você tira nota boa e não pratica seu estudo não vale a pena estudar.Não conseguirá exercer a profissão".
Considerar que estamos oferecendo o melhor de nós à alguém é uma avaliação muito subjetiva, pois nem sempre o que de melhor temos para doar é o melhor que o outro espera receber. Sentimentos de pouca qualidade, dependendo da necessidade e da carência do receptor, também satisfazem e são absorvidos com gratidão
“Cuide-se.
Do que você pensa, do que você fala, do que você vê e faça uma avaliação do seu viver.
Cuide dos seus valores, você é uma joia rara! Cuide dos seus bons sentimentos, e avalie a sua vida e a real importância que você tem neste mundo. Reajuste-se e cuide de si.
Inclua o mais importante, delete o menos usado. Não abra a mão de ser você mesma .E ser feliz é a sua escolha.
SIM, MAS…
...e se recusarão a dar ouvidos à verdade...
—2 Timóteo 4:4
A avaliação de trabalhos universitários traz muitas surpresas. Às vezes, um de meus alunos apresenta um excelente trabalho e nesse momento sinto que valeu a pena ensinar.
Outras surpresas não são tão agradáveis. Certa vez um estudante escreveu em seu trabalho: “A Bíblia diz: ‘Não________.’” Ele preencheu a lacuna com a atividade sobre a qual escrevia seu trabalho — óbvio que a Escritura não continha tal versículo. Achei que o maior problema desse aluno era não conhecer as Escrituras, até que ele concluiu: “Apesar da Bíblia dizer que isto é errado, não vejo o por quê? Acho que está certo.”
Isto é perigoso e é o pior tipo de arrogância, pensar que conhecemos mais sobre um assunto do que o próprio Deus. As Escrituras se posicionam sobre esta atitude. Paulo escreveu em 2 Timóteo 4: “Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade…” (vv. 3-4). Tais pessoas colocam de lado a Palavra inspirada de Deus (2 Timóteo 3:16) para aceitar ensinamentos que acham corretos.
Quando a Bíblia demonstra claramente um princípio, honramos a Deus ao obedecê-lo. Para os crentes, não há espaço para réplicas a Escritura, do tipo: “sim, mas…”. —JDB
Bíblia: Leia, creia e obedeça. Dave Branon
A avaliação
Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito… —2 Coríntios 5:10
Imagine ir para o trabalho certo dia e ser saudado pelo seu chefe, que diz: “Venha ao meu escritório às 9:30. Gostaria de conversar com você sobre o seu trabalho.”
Esse momento poderia ser de muita tensão, enquanto você imagina o quê o seu supervisor lhe dirá. Você se pergunta: Como o meu chefe acha que estou indo? Será que serei promovido e terei aumento de salário? Ou será que vou perder meu emprego? Vou ouvir um: “Muito bem” ou “Você está despedido”?
Tão importante quanto esse encontro é outro, para uma avaliação muito mais significativa, da qual a Bíblia fala. Quando esta vida tiver passado, apresentar-nos-emos diante do nosso Senhor. Paulo escreveu: “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo” (2 Coríntios 5:10). Não entraremos nessa avaliação futura temerosos de perder nossa salvação, nem desejosos de benefício pessoal ou aprovação humana, mas estaremos ansiosos para ouvir o Mestre dizer, “Muito bem, servo bom e fiel” (Mateus 25:21).
O desafio diante de nós como seguidores de Cristo é servi-lo com excelência agora, para que venhamos a ouvir Suas palavras, “Muito bem” naquela hora. Se for considerado como estou vivendo agora, que espécie de avaliação receberei ao encontrar o Salvador?
O serviço feito aqui na terra receberá um “muito bem” no céu. Bill Crowder
Relacionamentos deviam ser
como são os aplicativos
e vir com uma avaliação comentada
das pessoas que passaram antes...
Em um local sem educação e sem cultura, a avaliação correta e criteriosa de uma obra de arte, realizada por um profissional competente e experiente, sabe-se que nem sempre o valor histórico de uma obra acrescenta na mesma proporção o seu valor comercial de mercado, mas em um local com cultura, memória, registros e identidade estes valores chegam a ser imensuráveis.
A prova serve, sim, para avaliação de quem a elaborou. Aliás, só serve para isso. Se eu der uma nota baixa a um aluno qualquer, terei de lhe dar um trabalho cobrindo essa nota, eu me castigando como se fosse minha a reprovação.
A avaliação é de que o poder político está mudando de polaridade com a influência das novas tecnologias de comunicação, e os espaços públicos reais estão cada vez mais transformando-se em lugares sites virtuais. A dúvida, agora, é: como será possível que este mesmo poder
político seja materializado nos meios eletrônicos com a mesma intensidade e
com a força da representação política popular do modo tradicional?
