RICARDO VIANNA BARRADAS

151 - 175 do total de 909 pensamentos de RICARDO VIANNA BARRADAS

Entre as politicas publicas de educação vigentes o estado assistencialista propõe as universidades estaduais e federais criadas para colaborarem com a inclusão social, cultural e educacional das populações de baixa renda a oportunidade de adentrarem no sistema profissional de trabalho, reduzindo, assim, as desigualdades e proporcionando aos jovens uma educação superior gratuita e de qualidade. No entanto, na pratica não é isto que acontece, ainda. Pois as grandes partes destas vagas são preenchidas por jovens das classes medias e media alta que tiveram a oportunidade, tempo e meios para cursarem um ensino médio privado de altíssima qualidade bem distante da realidade da pedagogia publica ofertada de forma gratuita pelo estado. A exemplo disto temos um desfilar de sobrenomes muito famosos e conhecidos das classes acadêmica, artística, militar, estatal, politica, governamental e empresarial nacional. Quando o problema não se agrava, pela entrada compulsória de grande parte da população da base da piramide social pelos sistemas de cotas, que deriva na curta vida acadêmica e o expurgo natural dos beneficiados por uma inexistência de politicas publicas de educação, cultura e de trabalho, que possam criar oportunidades para a população estudantil cotista se manter nesta difícil plataforma em que muitas vezes são por períodos de tempo integrais dentro do sistema de ensino universitário gratuito. Uma resultante, por conseguinte é padrão. A maior parte dos profissionais do mercado nacional de todas as regiões trabalhistas são originários das universidades particulares que de uma forma meio que oportunista promovem formações a distancia, facilidades de tempo e períodos, pagamentos parcelados e cursos cada vez mais deficitários.

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O amplo campo e a atmosfera das políticas públicas nacionais deveria demandar como obrigatoriedade um amplo conhecimento interdisciplinar da realidade para compreender aonde estão verdadeiramente as carências, os problemas, as deficiências e os estrangulamentos gerados por uma tradicional inoperância da máquina pública e todas as indevidas distorções dos processos de planejamento, promessas de implementação que geralmente são colocados via compromissos midiáticos de campanhas eleitorais e que não acompanham por si, processos de maturidade algum e tão pouco uma avaliação de eficacia das políticas públicas bissextas editadas. O agravamento se da, pela própria diversidade e abstração dos serviços implementados em áreas variadas nos diversos, singulares e distintos contextos regionais, com infra-estruturais próprias, e personalidades únicas geo-ambientais, culturais, religiosas, educacionais, políticas, econômicas e sociais.

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Entre todas as politicas publicas de cultura e arte, inexistentes no Brasil contemporâneo, a mais perversa me parece ser a não tutela jurídica e politica pelo governo cultural democrático da preservação do nosso rico patrimônio histórico, artístico, cultural material e imaterial. Questão pela qual enfraquece sorrateiramente e silenciosamente nossa original identidade.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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A grande maioria para não dizer a totalidade da classe artística engajada politica brasileira nunca tiveram se quer uma pequena participação em politicas publicas de arte, educação e cultura. Parece mesmo que esta pseudo-militância e o posicionamento politico artístico-cultural contraditoriamente advém de permissivas facilidades e privilégios privados perante a farta distribuição das verbas publicas equivocadamente disponibilizadas pelo estado para o setor. A exemplo disto, percebe se que na arte os nomes são sempre os mesmos.

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A parte mais difícil da dor é quando se precisa engolir o pranto e por encanto distribuir, amor.

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Acredito e sempre acreditei que deveria haver um maior e melhor critério educacional, artístico e cultural mediante as verdadeiras correntes das politicas publicas nacionais toda vez que a maquina publica municipal, estadual e federal apoiam, promovam, passam a fazer parte dos eventos, projetos, encontros e ações da diversificada industria criativa brasileira. Nunca entendi, como a maquina publica pode fazer parte de um evento que muitas vezes são organizados por grupos empresariais e não estabelecer uma contra partida compulsória em favor das politicas publicas, em sofreguidão tão deficitárias. No mesmo pensamento deveria o estado cultural brasileiro intermediar sim de forma obrigatória o direcionar para pequenos projetos de arte, educação e cultura de muitas pequenas entidades que vivem no abandono e estrangulamento nos diversos pontos de todo território nacional por não oferecerem altas mídias e nem serem tão atrativas diante da imagem a serem agregadas as politicas privadas dos maiores grupos empresariais do mercado, que de forma exclusivista sem pensar no todo, elegem com total autonomia a quem patrocinar mesmo que por meio de plataformas facilitadoras estatais arrecadadoras por verbas conseguidas pelas leis de cultura e de isenção fiscal. Deveria sim, existir uma reformulação legal, dentro da Lei Rouanet entre outras que obrigue a cada empresa publica ou privada a co-patrocinar também dentro do mesmo e de qualquer projeto, congraçar pequenos projetos de entidades menores que ficam sobrevivendo a duras penas sempre muito aquém, afastadas e injustiçadas perante todos os setores das leis de incentivo a arte, a educação e a cultura.

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Em arte sempre acreditei em captações de frequências multidimensionais da realidade e acredito em muitas surpresas neste sentido em muito pouco tempo, para toda a humanidade.

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A segurança publica nas principais periferias das cidades brasileiras não precisam só de um maior e mais beligerante movimento para enfrentamento violento frente a criminalidade crescente. Existe sim a necessidade urgente de politicas publicas culturais de segurança, para as favelas e todas as áreas de baixa renda para erradicar por vez a nefasta marginalidade em meio de uma população vitima, refém, digna, honesta e operaria., A maquina publica por si deve efetivar setoriais conselhos de moradores locais, dar voz a população local e retomar a qualquer custo a soberania e a tranquilidade constitucional local as famílias que vivem tradicionalmente a muito tempo nestas comunidades. Em segurança publica contemporânea, não existe mais na menor possibilidade de usar o fogo para combater o fogo. Hoje, combate se o fogo com a água, e é assim que a cultura pode se esparramar de forma sutil, por meio de plataformas culturais locais não artificiais e nem alienígenas do próprio lugar. Em muito pouco tempo a cultura que é a nova meta linguagem do poder publico, começará a ganhar força onde o poder publico só vem perdendo ao longo dos anos, entre o espaço ambíguo e artificial provocado por suas equivocadas frentes sancionais de beligerâncias ardentes.

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As politicas de cultura podem ser por assim dizer, publicas e privadas. Enquanto publicas parecem se dividir em duas vertentes. Uma por meio das ideologias e vocações estatais e a outra a partir das especificidades de inexistências e carências de um serviços para um determinado grupo ou setor que não tenha sido contemplado pelos objetivos da administração pública.
O universo e atmosfera das políticas culturais modernas têm como primeiro marco inicial as conferências da Unesco na década de 1970, onde foram se conceituando doutrinariamente, a distinção entre dois tipos de políticas da cultura, que são:
As políticas de democratização da cultura. Uma forma de democratizar, socializar, ampliar o acesso popular a hermética tradicional e clássica cultura das elites que geralmente transita por iniciados. E a segunda, as políticas de democracia cultural, que seria repaginar mesmo que teoricamente de forma social e antropológica toda uma estrutura cultural formal tradicional a partir do universo identitário de cada região através das festas, datas, comemorações, signos, símbolos tao presentes nas tradições ancestrais familiares dinamizados e resistentes pelos nichos de culturas populares.

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A banalização de Deus na modernidade é bem ruim mas o adepto que diz seguir uma religião tradicional ao seu jeito me parece desastroso.

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Na contra mão do verdadeiro prazer a sexualidade moderna de consumo sem os devidos critérios pessoais, afetivos e emocionais torna se um impulso animal de loucura social, imorais facilidades, moeda de poder e pano de fundo selvagem principal para uma atmosfera cativa e prospera de infinitos desiquilíbrios, crimes e marginalidades.

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Em uma família tradicional, um nome e sobrenome muito conhecido nunca foi um conjunto de pessoas co-sanguíneas oriundas de uma mesma raiz genealógica, onde todos são iguais. Pelo contrario, diante de uma antiga dinastia familiar sempre temos um grupo de pessoas que pensam e são totalmente diferentes. Pois como vivem a muito tempo, tiveram mais oportunidades de errar e acertar mais na vida da mesma forma que muitos aqui vieram como bons, caridosos e honrados e em outras vezes como maus, egoístas e divergentes.

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Meu mundo e minha vida nunca estão concluídos. Passam por mutações, redefinições e redirecionamentos por novos disformes movimentos varias vezes e repetidamente a todos os dias. Parece mesmo que o perfeito é nunca achar ou qualificar como feito e perfeito. Como se viver a vida em todas as vidas de tudo que existe e inexiste fossemos nós em pedacinho oculto de todos semelhantes que rodeiam em nossa breve existência.

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O ser humano chega a idiotice de pensar que cientificamente e artificialmente pode recriar e aperfeiçoar a vida.

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No Brasil, por falta de politicas publicas de cultura e educação a maioria da população sente se miserável. Afinal tudo que é publico, tem dono sim. Pertence a todos nós, louco e ignorante é quem pensa que é Deles.

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Triste da humanidade que vive desprovida de ternura e tudo tem que ter um sentido e um secreto objetivo.

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Infelizmente, a arte e a diversidade cultural brasileira sobreviveram até aqui muito por Deus e por ela mesma. Desde o começo da história ministerial por parte do governo federal a cultura nunca teve a grande atenção que merece. A maior parte do patrimônio material e imaterial só colecionam prêmios e chancelas internacionais como patrimônios da humanidade, mas por aqui muitas vezes morrem ou sobrevivem pelo trabalho obstinado de alguns amantes da cultura e profissionais que tiveram um contato um pouco mais dedicado sobre eles. Faltam governança, plano, projeto, políticas públicas para estudo, catalogação, manutenção, preservação de todo rico patrimônio artístico e cultural brasileiro. Diante disto, faltam oportunidades para os profissionais que existem, implementações de cursos profissionalizantes, suprindo a grande carência de mão de obra que existe no setor, também políticas de subvencionar os materiais que são quase em sua totalidade internacionais, publicações governamentais, programas de turismo artístico-cultural científico via o que tem amontoado em nossos museus. A cultura tem pago um preço alto no Brasil por sempre estar ligada ao escambo indevido de promessas de pastas nas campanhas políticas. Resultando na falência do setor e o não entendimento da verdadeira atmosfera de urgência pela maior parte de seus funcionários federais, estaduais e municipais e secretariados. Ainda o que existe de melhor vem inicialmente da iniciativa privada e na maioria das vezes pelo pensamento erudito patrimonialista de grandes multinacionais que tem vastos negócios por aqui. Difícil entender como existem milhares de imóveis abandonados por todo território brasileiro e ao mesmo tempo centenas de academias, institutos, grupos, coleções, museus, associações, escolas, sindicatos ligados ao setor sem um lugar para funcionarem. Será que existem vantagens políticas escondidas para não visibilizar a falência crescente no setor ou será que é só analfabetismo operante? Mil perguntas sem as respostas devidas. Quem sabe um dia o Brasil conheça o Brasil artístico e cultural e promova de verdade a institucionalização como patrimônio nacional para as nossas novas gerações.

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Acredito mesmo que a arte e a cultura sejam o único caminho e plataformas educacionais corretas de transformação em uma sociedade contemporânea feia, egoísta, doente, injusta e violenta. Acredito mesmo que seja ela a única corrente institucional brasileira que tenha se preservado das contaminações politiqueiras usurpadoras do poder e que por isto possa de forma cultural se esparramar em todos os locais escuros, vazios e esquecidos, bem perto mas escondidos e longínquos por alguns torpes interesses onde as políticas públicas ineficazes governamentais da entravada maquina publica, até hoje não chegaram.

RICARDO VIANNA BARRADAS
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A arte é o espelho das crenças, dos pensamentos, dos saberes e costumes tradicionais de uma cultura e a cultura é a forma de registro para facultar doravante a possibilidade na continuidade de fazer.

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Em uma cultura negligenciada todas as boas e más experiencias, os pensamentos e os conhecimentos se perdem e o ser humano tem que iniciar do zero, toda vez que tenta de novo, em fazer.

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A boa joia feita por um grande mestre das artes plasticas joalheiras alem de bonita , criativa, veste se confortável. Pois o adorno certo quando encontra a perfeita personalidade de quem usa, existe em harmonia e em pouco tempo passa agregar se a própria anatomia como o objeto e o usuário nunca estivessem ausentes e indiferente em todos os sentidos.

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A arte joia feita por encomenda por um mestre joalheiro é sempre, personalíssima. Enquanto a joia adquirida por escolha em uma vitrine comercial é um objeto precioso mas que segue as tendencias da moda de massa e de consumo.

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Na joalheria contemporânea diferente da tradicional, não são os materiais que são preciosos, raros e de grande valor. A preciosidade da obra de arte na joalheira contemporânea está na perfeita harmonia dos materiais empregados sejam eles, gemas, metais, fibras, minérios, produtos industrializados, caros ou baratos desde que se entrelacem enquanto criação justificada em perfeito movimento na direção estética.

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Todo pensador contemporâneo encontra se em vigília permanente e constante em prol da liberdade. Por Deus de Justiça, pela pátria, e pela família, célula primaz da sociedade civilizada do seculo XXI, nunca se omitirá perante ao autoritarismo, as torpes imposições, aos sofrimentos e as inverdades.

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No mundo moderno não são mais pelas guerras que se movem as grandes invenções, as melhores descobertas e as novas tecnologias. Ao contrario, hoje a voraz inventiva criatividade se dá pela paz, pela constante curiosidade humana, pelos sonhos e o pulsante desejo de criar perfeitas soluções, muitas das vezes que beneficiará pessoas e culturas que sequer se conhece.

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