Poeta Balsa Melo

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Na lágrima derramada não há resquício de dor... ela já é dor.
As outras que surgem descendo face afora são novas dores.

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Pensei em mim e só surgiu você.

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A minha insebilidade chegou ao absurdo da vida....é pura sensibilidade.

Inserida por BALSAMELO

Ouço o ruído do dia que se encerra.
Nada diferente.
Nenhum sinal espontâneo anuncia vida saudosa.
Aguardo sofrendo o seu sopro.
Chove tristeza nesta hora.

Inserida por BALSAMELO

Não somos nada sem o passado. Ponto.
Mas não podemos conviver com os seus fantasmas no presente.

Insisto para não ser os motivos tristes da sua vida.
Persisto na tentativa de ser o seu MOTIVO.
Amor é ação.
Movimente a vida para viver feliz quando alguém te ama.

Inserida por BALSAMELO

O sol está dormindo.
O seu brilho ofuscou o despertar do novo dia.
Tudo está efêmero sem a sua luz.

Inserida por BALSAMELO

O meu amor não é cego, não é mudo e, tampouco, surdo... então, apareça, ouça e fale qualquer coisa... pois o silêncio pode ser a sua imagem, a sua voz e irá escutar o meu sussurro.

Inserida por BALSAMELO

Imagino apenas que o sinal que aparece em cada dia é o mesmo para todos nós, mas ocupa sentido diferente por sermos indivíduos.
De resto... vou tentando desentender o entendido barulho do aceno final.

Inserida por BALSAMELO

Campo Florido...
minha candura tecida em ruelas de flores com as lembranças que dormitam vivas em minha memória.Respiro e suspiro sem alívio...tantas coisas intocáveis refletindo o tempo impaciente nesta euforia de vazios sem pontas e com tantos pontos.

Inserida por BALSAMELO

Não encontro mensuras para a expressão desta hora.
Grito com o meu silêncio.

Inserida por BALSAMELO

Nada poderá ser mais importante do que nós.
Tudo passa...mas as lembranças ficam.
O novo só nasce quando permitimos.

Inserida por BALSAMELO

Quando, porventura, estiver na escuridão não saia dela com os olhos abertos e acreditando em todo facho de luz.
Os sinais luminosos, em excesso, embaralham os olhos e o coração.
Permita-se se reinserir calmamente e siga sem pressa.
A luz natural da vida nos oferece a lupa adequada para o rumo certo.

Inserida por BALSAMELO

Abraço sem elo.
Elos sem forma.
Forma abraçada para desunir o escopo do meu gosto.
Paciência é longanimidade, mas se cansa no desamor.

Inserida por BALSAMELO

Quantos sonhos vão merejar nos meus olhos para você entender que a vida passa sem avisos?
Quantos sussurros ainda sofrerão o seu aceno de adeus?
Quantas palavras?
Quantos ais?
Por que tanta solidão a dois?

Inserida por BALSAMELO

A espera que acena desesperança.
O silêncio que avisa falta de gosto ou desgosto caminhando.
A hora que chega sem muito mudar.
É o sinal que doe em minha alma.

Inserida por BALSAMELO

Somos e quando estamos não conseguimos a expressão da verdade, pois os gestos contrariam tudo

Inserida por BALSAMELO

A ausência recorrente consolida a presença da sua insignificância.
Por isso, sejamos mais presentes na vida das pessoas importantes em nossas caminhadas.

Inserida por BALSAMELO

Sentir...
Todos sentem.
A diferença é o jeito de lidar com o nosso sentimento e com o sentimento que nos dedicam.

Inserida por BALSAMELO

Neste mundo de desculpas incontidas com a justificativa da falta de tempo... passamos pela vida sem o significado expressivo de termos causado alguma diferença neste Universo.
Interessante que o tempo passa a despeito de nós.
Cause algo, ao menos, pelos movimentos dos seus sonhos.
Sorria mais.
Abrace mais.
Seja gente como a gente... permanente e em movimento girando o seu universo e o nosso.

Inserida por BALSAMELO

Hão indivíduos que creem na sua onipresença.
Talvez, por isso, nunca aparecem e
quando surgem tentam ocupar os espaços que imaginam ser donos.
Lamentavelmente, são vítimas das suas próprias sinas.

Inserida por BALSAMELO

Vou tentando entender o que não entendo,
quem sabe, para não inserir tantos pontos alinhados na definição das reticências.

Inserida por BALSAMELO

Estou respirando o ar de um novo dia,
embora o velho dia não tenha dormido ainda.

Inserida por BALSAMELO

As mãos sofregam as letras e as penas.
Os acenos que imitam a face irritam os olhos que se entregam na dorida fileira que inunda.
Hino da solidão.
Sinto saudades da pena que apenas escrevia.

25.04.12

Inserida por BALSAMELO

Acenderam as estrelas.
Escura noite impura.
Luzindo caminham os sussurros anunciando pura escuridão.
Aconcheguei meus olhos no fim do mundo... voltei para apagar a constelação dos retirantes sonhos.
25.04.12

Inserida por BALSAMELO