Patrick Wallace

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Ah, os teus olhos...
Têm um brilho que nenhuma estrela consegue copiar, e quando encontram os meus, parecem fazer o tempo desacelerar.
Ah, o teu cabelo...
Tão bonito ao vento, como se cada fio soubesse exatamente o lugar onde deve estar. E eu poderia passar horas te admirando sem me cansar.
Você é linda minha amada


— Patrick Wallace

Falando com a lua


Eu não sei se é sensato dizer,
mas a lua deve sentir inveja de você.
Porque toda noite, sem perceber,
eu começo a falar de ti até o amanhecer.


Converso com a lua sobre o teu olhar,
sobre o brilho que nenhuma estrela consegue alcançar.
Conto a ela da beleza que existe em você,
e como meu coração se perde só de te ver.


Eu digo que teus olhos têm um universo inteiro,
mais bonito que qualquer céu estrangeiro.
E que teu sorriso, tão raro de encontrar,
faz até as constelações pararem pra admirar.


Às vezes eu tento te transformar em poesia,
escrevo versos pela noite, atravesso o dia.
Mas nenhuma palavra consegue descrever
a imensidão da beleza que existe em você.


Então eu volto pra lua e começo outra vez,
falando de você talvez pela milésima vez.
E quanto mais eu falo, mais eu quero dizer,
porque sempre descubro algo novo pra amar em você.


A lua deve sentir ciúmes, eu imagino que sim,
porque quando ela aparece, você fala mais alto em mim.
Eu olho pro céu, mas é teu rosto que consigo enxergar,
como se tua lembrança aprendesse a me acompanhar.


E não há estrela no céu, nem galáxia a brilhar,
que consiga tua beleza sequer se aproximar.
Porque o universo é imenso, mas eu posso afirmar:


nenhum dos seus mistérios conseguiu superar
a forma como teus olhos me fazem sonhar.


Por isso escrevo, por isso volto a dizer,
por isso passo madrugadas pensando em você.
Porque tua beleza não conhece fim nem versão,


e eu poderia escrever infinitos versos
sem alcançar a dimensão


do amor que existe em meu coração.


Então, se um dia a lua te olhar diferente,
saiba que talvez ela esteja simplesmente


ouvindo eu falar de você novamente.


— Patrick Wallace

poesia viva


Teu olhar, qual alvorada rompendo a escuridão,
traz consigo a doçura de uma eterna constelação.
Há magia em teus olhos, impossível de traduzir,
como versos silenciosos que nasceram para existir.


Cada brilho que carregas parece o céu refletir,
como estrelas que aprenderam, em teus olhos, a reluzir.
Profundos como o infinito em noites de esplendor,
guardam mistérios antigos misturados ao amor.


Teus olhos castanhos, que bela imensidão
são morada de universos dentro do meu coração.
Neles encontro abrigo, calma e direção,
como quem finalmente encontrou sua constelação.


Teu sorriso não é gesto é milagre, é clarão,
feito sol beijando a terra depois da escuridão.
Tem a calma da brisa dançando pelo horizonte,
feito água cristalina brotando de uma fonte.


Quando sorris, o tempo hesita em continuar,
como se até o próprio mundo resolvesse te admirar.
Pois existe em teu sorriso uma beleza sem igual,
dessas que transformam o comum em algo celestial.


Tuas mãos, suaves como a chuva ao tocar o chão,
trazem paz aos meus dias e repouso ao coração.
Cada toque teu parece melodia ao entardecer,
dessas que a alma escuta e jamais consegue esquecer.


Tu és arte mas daquelas difíceis de explicar,
que nem palavras conseguem por inteiro alcançar.
Mais viva que as cores de Vincent van Gogh em seu fervor,
mais bela que qualquer tela pintada pelo amor.


Se Leonardo da Vinci te encontrasse algum dia,
talvez esquecesse suas obras e em ti renasceria.
Porque nenhum retrato do mundo, nenhuma criação,
seria tão perfeita quanto tua expressão.


— Patrick Wallace